Termas de Caldelas
quinta-feira, agosto 14, 2003
"Devem passear-se as águas, após a sua ingestão."
A Direcção Clínica. Termas de Caldelas. 2003
A Direcção Clínica. Termas de Caldelas. 2003
O QUE SÃO ESGOSTOS?
E Programa Operacinal?
E Programa Operacinal?
segunda-feira, agosto 11, 2003
SINTOMÁTICO
Três governos, Brasil, Alemanha e França, estão a resolver o problema da Segurança Social. Dois são de esquerda e um tem uma maioria ampla de direita. Com outro tipo de governos, seria impossível...
Três governos, Brasil, Alemanha e França, estão a resolver o problema da Segurança Social. Dois são de esquerda e um tem uma maioria ampla de direita. Com outro tipo de governos, seria impossível...
sexta-feira, agosto 01, 2003
sábado, julho 26, 2003
Uma Rosa, para a Rita e a Margarida
LINKS
Como vejo que pouca gente consulta os links de sites (ali à direita...) e para terem qualquer coisa para fazer, agora que durante quase um mês as actualizações do Fumaças vão ser escassas e imprevistas, deixo-vos todos os links até há dez dias atrás.
DIVIRTAM-SE:
SITES
DIVERSOS
Site do Oceanário
reporterX.net
We love the Iraqui Information Minister
COMUNICAÇÃO SOCIAL
Jornal de Angola
L'EXPRESS
National Review
Liberation
La Nueva Cuba
Puente Informativo Cuba Miami
Libertad digital - Espanha
DIREITOS HUMANOS
Siahsepid
Student Movement Committee for Democracy in Iran
Reporters Sans Frontières
CONSTELACAO LIBERAL
NOVA DEMOCRACIA
Causa Liberal
Libres
ELDR - European Liberal Democrats
Parti Radical
Cato Institute
The Karl Popper Web
liberaux.org
SITES CHARUTOS
L'amateur de Cigare
Cigar Aficionado
Fujipub.com - Cigar Page
Smoke
Gerard - pere et fils
Condal & Penamil
Cigar World
SITES VINHOS
Quinta do Portal
Sandeman
Fonseca Guimaraens
Coisas do Arco do Vinho
Associacao das Empresas de Vinho do Porto
Viniturismo (loja)
Club Vintage (loja)
Vinho & Coisas (loja)
Venha a Vinha (loja)
Sabores e Aventuras (parte ainda em construcao)
Os 5 as 8
SITES CIENCIA/EDUCACAO
Ciencia Viva
La main a la pate
SITES DIREITO
Antigona
SITES GASTRONOMIA
Guia Gault Millau
Cuisine et Terroirs
Cuisine et Vins de France
Globe-Gate Gourmet
Alain Passard
Bernard Loiseau
Pierre Troisgros
SITES BD
XIII non officiel
Encyclo'BD
BD Paradisio
L@BD
BoDoi
Le Decalogue
Le Petit Spirou
Bulledair
Largo Winch
Natachamania
SITES VIAGENS
BLUE
Secret Places
Hotelito
World Hum
Choupana Hills - Madeira
Charming Hotels - Madeira
Quinta da Achada - Madeira
Quintinha Sao Joao - Madeira
Quinta Casa Branca - Madeira
All about Rio
Atmosphere Hotels
Relais et Chateaux
Paradores
SITES MUSEUS
Louvre - Paris
MOMA - New York
Hermitage - St Petersburg
SITES HISTÓRIA
La Aventura de la Historia
Historia Mensuel
SITES BOLSA
Portugal
Portal de Bolsa
Negocios
Caldeirao de Bolsa
Clube Invest
Espanha
Bols@mania
Dineralia
U.K.
London Stock Exchange
USA
On Markets
Big Charts
Stockcharts
SITES DESPORTO
Basquetebol
NBA
On Fire
Basquetebol On Line.pt
Liga dos Clubes de Basquetebol
SITES CRIANÇAS
Disney Online
DisneyWorld Florida
DisneyWorld Paris
DisneyLand California
TokyoDisney
SITES BRINQUEDOS
Museu do Brinquedo
Casas de Bonecas
Action Man
Barbie
SITES MUSICA
Amalia
Alfredo Marceneiro
Jorge Palma
Xutos&Pontapes
Tantra
Maria Bethania
Raul Seixas
Enrico Caruso
New Order
Electric Light Orchestra
Queen
SITES COLECCOES CROMOS
Merlin
Panini
Como vejo que pouca gente consulta os links de sites (ali à direita...) e para terem qualquer coisa para fazer, agora que durante quase um mês as actualizações do Fumaças vão ser escassas e imprevistas, deixo-vos todos os links até há dez dias atrás.
DIVIRTAM-SE:
SITES
DIVERSOS
Site do Oceanário
reporterX.net
We love the Iraqui Information Minister
COMUNICAÇÃO SOCIAL
Jornal de Angola
L'EXPRESS
National Review
Liberation
La Nueva Cuba
Puente Informativo Cuba Miami
Libertad digital - Espanha
DIREITOS HUMANOS
Siahsepid
Student Movement Committee for Democracy in Iran
Reporters Sans Frontières
CONSTELACAO LIBERAL
NOVA DEMOCRACIA
Causa Liberal
Libres
ELDR - European Liberal Democrats
Parti Radical
Cato Institute
The Karl Popper Web
liberaux.org
SITES CHARUTOS
L'amateur de Cigare
Cigar Aficionado
Fujipub.com - Cigar Page
Smoke
Gerard - pere et fils
Condal & Penamil
Cigar World
SITES VINHOS
Quinta do Portal
Sandeman
Fonseca Guimaraens
Coisas do Arco do Vinho
Associacao das Empresas de Vinho do Porto
Viniturismo (loja)
Club Vintage (loja)
Vinho & Coisas (loja)
Venha a Vinha (loja)
Sabores e Aventuras (parte ainda em construcao)
Os 5 as 8
SITES CIENCIA/EDUCACAO
Ciencia Viva
La main a la pate
SITES DIREITO
Antigona
SITES GASTRONOMIA
Guia Gault Millau
Cuisine et Terroirs
Cuisine et Vins de France
Globe-Gate Gourmet
Alain Passard
Bernard Loiseau
Pierre Troisgros
SITES BD
XIII non officiel
Encyclo'BD
BD Paradisio
L@BD
BoDoi
Le Decalogue
Le Petit Spirou
Bulledair
Largo Winch
Natachamania
SITES VIAGENS
BLUE
Secret Places
Hotelito
World Hum
Choupana Hills - Madeira
Charming Hotels - Madeira
Quinta da Achada - Madeira
Quintinha Sao Joao - Madeira
Quinta Casa Branca - Madeira
All about Rio
Atmosphere Hotels
Relais et Chateaux
Paradores
SITES MUSEUS
Louvre - Paris
MOMA - New York
Hermitage - St Petersburg
SITES HISTÓRIA
La Aventura de la Historia
Historia Mensuel
SITES BOLSA
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Basquetebol On Line.pt
Liga dos Clubes de Basquetebol
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Disney Online
DisneyWorld Florida
DisneyWorld Paris
DisneyLand California
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Museu do Brinquedo
Casas de Bonecas
Action Man
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SITES MUSICA
Amalia
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Jorge Palma
Xutos&Pontapes
Tantra
Maria Bethania
Raul Seixas
Enrico Caruso
New Order
Electric Light Orchestra
Queen
SITES COLECCOES CROMOS
Merlin
Panini
VIVA AS FÉRIAS, FORA AS AULAS
Quando andava no liceu, no último dia de aulas, na carrinha que nos levava para casa, cantava-se uma cantiga com este refrão.
Passados muitos anos, sempre que chega este (*) ansiado dia, lembro-me da cantilena.
(*) FÉRIAS
Quando andava no liceu, no último dia de aulas, na carrinha que nos levava para casa, cantava-se uma cantiga com este refrão.
Passados muitos anos, sempre que chega este (*) ansiado dia, lembro-me da cantilena.
(*) FÉRIAS
MADEIRA (III)
Nesta muito breve abordagem, que será mais expandida daqui a algum tempo, apenas mais um tema:
Se estiver bom tempo, recomendo um passeio por uma levada; uma das melhores para iniciação é a que parte do Ribeiro Frio (onde há os viveiros de trutas) e acaba na Portela.
O texto que se segue é do já citado site Madeira-web.
Só para os que estão em boa forma, os mais novos e os aventureiros???
Ao aproximar-se da Madeira, por ar ou por mar, irá ver os terrenos acidentados e concluir que caminhar pela ilha será só para os que estão em boa forma física, os mais novos e aventureiros... Não é bem assim!!
Se ainda não passeou pelas paisagens maravilhosas da ilha, então ainda não viu o melhor da Madeira. As levadas são geralmente acessíveis, fáceis de localizar e, na maioria dos locais, poderá passear sem grande esforço.
LEVADAS:
Tais cursos de água não são exclusivos da Madeira: o que é único é a sua acessibilidade e extensão. Basta aventurar-se apenas um bocado para fora das estradas principais para começar a apreciar a miríade de aquedutos da Madeira - pela sua beleza e engenhosidade de concepção e pela coragem e determinação necessárias para concretizar o conceito até atingir a sua presente glória. O sistema de irrigação da ilha é actualmente composto por uns impressionantes 2150 km de canais, incluindo 40km de túneis - e o trabalho iniciou-se há séculos atrás.
Os primeiros povoadores da Madeira começaram a cultivar as encostas mais baixas do sul da ilha, cortando poios (socalcos). Trabalhando com empreiteiros (que por vezes utilizavam trabalhadores escravos ou condenados) eles construíram as primeiras pequenas levadas, que transportavam água das nascentes mais acima nas encostas dos montes até às suas terras. A primeira legislação a regulamentar a utilização das levadas e os direitos de água data da segunda metade do século XV.
Nos princípios do século XX, havia cerca de 200 destas levadas, serpenteando por mais de 1000km. Muitas pertenciam a particulares e a apropriação indisciplinada de água fazia com que o bem mais valioso da ilha fosse frequentemente distribuído de forma injusta. De facto, em meados da década de 1930, apenas dois terços da terra arável da ilha estavam a ser cultivados - e apenas metade desses eram irrigados.
Só o Estado possuía os meios económicos necessários para implementar um programa de construção em larga escala e a autoridade para impôr um sistema mais equitativo de distribuição.
Porque a verdade é que havia muita água para irrigação e torrentes que chegavam para gerar toda a energia necessária. As nuvens arrastadas para a ilha pelos ventos predominantes de nordeste são apanhadas pela cadeia montanhosa central, chegando a cair 2 metros de chuva por ano, no norte, enquanto que na costa meridional o tempo seco pode durar até seis meses.
Na realidade, a ilha é um enorme reservatório auto-regulado, retendo até um máximo de 200 milhões de metros cúbicos de água. A chuva infiltra-se pelas cinzas vulcânicas e porosas, até encontrar camadas de argila basáltica e laterita - ambas bastante impermeáveis. Aqui, a água irrompe novamente em nascentes e, quando não canalizada, desce livremente, como sempre o fez durante séculos, por incontáveis ravinas até chegar ao mar.
Em 1939, o governo enviou uma missão à ilha para estudar um plano global hidroeléctrico e de irrigação. As 'novas' levadas criadas a partir destes planos são captadas a uma altitude de cerca de 1000m, onde é maior a concentração de precipitação, de orvalhos e de nascentes. A água é levada primeiro para centrais eléctricas situadas imediatamente acima da terra arável (a cerca de 600m) e depois segue o seu caminho descendo para as zonas irrigadas. Aqui, a distribuição é feita pelo levadeiro, que regula a distribuição da água para cada um dos proprietários.
Grande parte dos planos de desenvolvimento da missão estavam já implementados em 1970. Entre os projectos mais importantes contam-se a Levada do Norte e a Levada dos Tornos, que irá descobrir quando fizer excursões, passeios a pé ou piqueniques pela ilha. É mais fácil compreender o seu incrível comprimento, tendo em atenção o tipo de terreno, olhando para o mapa turístico desdobrável. O empreendimento demorou apenas 25 anos a completar, embora tenha sido todo feito à mão. Como terão sido escavados os túneis em basalto sólido? Como é que os trabalhadores escavaram as levadas por baixo de cascatas geladas, a meio caminho entre a terra e o céu? Frequentemente, como aconteceu durante a construção da estrada costeira entre São Vicente e Porto Moniz, eles eram suspensos do alto em cestos de vime, enquanto atacavam a pedra resistente com as suas picaretas. Muitos perderam a vida para levar água e electricidade aos ilhéus e uma alegria inesgotável para aqueles que escutam o hino das suas águas.
Fotos de Miguel Iglesias in Tierra Trágame


O texto seguinte é do site Oficial do Turismo:
Ribeiro Frio / Portela - 10 Km - 4 horas
Este passeio pode ser feito sem riscos por qualquer pessoa que goste de andar a pé . São 10 quilómetros: 8 em plano, na esplanada da levada da Serra do Faial desde o Ribeiro Frio até a casa de divisão de águas; mais 2 até o miradouro da Portela.
A esta altitude os nevoeiros e as chuvas são frequentes e as temperaturas, em média, 5 graus mais baixas que no Funchal. Leve calçado próprio para piso molhado e não se esqueça do impermeável.
Sem pressas e saboreando a grandiosidade do relevo e as delicadas formas dos seres vivos, o passeio nesta parte da levada da Serra permite, também, constatar quão difícil foi a abertura dos canais para transporte de água desde as nascentes da vertente norte até as terras sequiosas do litoral sul.
Ao longo desta levada é possível descobrir, por entre os multivariados tons de verde da floresta, delicadas flores brotando de pequenas plantas que gostam de viver em ambiente de forte humidade e fraca luminosidade.
Nesta viagem pelo interior da Natureza purificadora, é possível que aviste o bisbis, o mais pequeno dos pássaros que povoam a Madeira, a saltitar de um ramo para outro à procura de larvas e insectos. O melro preto também por aqui aparece à procura de bagas e de pequenos bichos, alegrando o ambiente com o seu canto forte e melodioso. Visitas frequentes desta floresta são o tentilhão e a lavadeira, que em troca do alimento dão alegres concertos. Mais raro é o grande pombo trocaz. Com alguma sorte poderá ver a Manta, ave de rapina que vem até à floresta caçar pássaros, coelhos ou ratos, e faz os seus grandes ninhos nas copas dos loureiros.
Quando não há nevoeiro é possível, nalguns cotovios da levada, observar a paisagem para além da floresta. São surpreendentes os campos do Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz com o casario disperso nas achadas e alinhado nas cumeeiras dos lombos. A enorme asa rochosa da Penha de Águia avançando com audácia sobre o poderoso Atlântico protege a oriente a baía do Faial, enquanto a ocidente a Ponta dos Clérigos faz o que pode para evitar o embate a noroeste. As águas do Ribeiro Frio, ribeira da Metade e ribeira Seca encontram-se à beira mar e juntas desaparecem no oceano.
Do estudo das plantas e animais isolados à abordagem sistémica do ambiente, do escutar o silêncio ao inspirar ar puro, ecólogos ou simples amantes da Natureza encontram neste passeio motivos bastantes de prazer e reflexão.
Características: A maior parte do passeio é feito na esplanada da levada da Serra do Faial, que está protegida por varandas e sebes naturais. A descida para a Portela é pouco acentuada e não oferece qualquer perigo. O piso está em bom estado. Apesar de haver no Ribeiro Frio a indicação de 8 quilómetros para a distância até a Portela , a verdade é que a extensão do percurso entre estes dois lugares é ligeiramente superior a 10 Km : 8 Km é apenas o troço da levada entre o Ribeiro Frio e a divisória das águas; daqui até a Portela são pouco mais de 2 quilómetros.
Se exceptuarmos este lapso, o percurso está bem sinalizado: - Junto à casa da divisão das águas é clara a indicação dos caminhos para o Santo da Serra e para a Portela. - Cerca de 200 metros abaixo há o Posto Florestal dos Lamaceiros e um pouco mais adiante surgem duas novas opções: Portela ou Santo da Serra, mais propriamente para o Sítio do Lombo das Faias. - Seguindo na direcção da Portela há ainda a possibilidade de escolher entre a vereda para este miradouro e a descida para a Referta no Porto da Cruz.
Nesta muito breve abordagem, que será mais expandida daqui a algum tempo, apenas mais um tema:
Se estiver bom tempo, recomendo um passeio por uma levada; uma das melhores para iniciação é a que parte do Ribeiro Frio (onde há os viveiros de trutas) e acaba na Portela.
O texto que se segue é do já citado site Madeira-web.
Só para os que estão em boa forma, os mais novos e os aventureiros???
Ao aproximar-se da Madeira, por ar ou por mar, irá ver os terrenos acidentados e concluir que caminhar pela ilha será só para os que estão em boa forma física, os mais novos e aventureiros... Não é bem assim!!
Se ainda não passeou pelas paisagens maravilhosas da ilha, então ainda não viu o melhor da Madeira. As levadas são geralmente acessíveis, fáceis de localizar e, na maioria dos locais, poderá passear sem grande esforço.
LEVADAS:
Tais cursos de água não são exclusivos da Madeira: o que é único é a sua acessibilidade e extensão. Basta aventurar-se apenas um bocado para fora das estradas principais para começar a apreciar a miríade de aquedutos da Madeira - pela sua beleza e engenhosidade de concepção e pela coragem e determinação necessárias para concretizar o conceito até atingir a sua presente glória. O sistema de irrigação da ilha é actualmente composto por uns impressionantes 2150 km de canais, incluindo 40km de túneis - e o trabalho iniciou-se há séculos atrás.
Os primeiros povoadores da Madeira começaram a cultivar as encostas mais baixas do sul da ilha, cortando poios (socalcos). Trabalhando com empreiteiros (que por vezes utilizavam trabalhadores escravos ou condenados) eles construíram as primeiras pequenas levadas, que transportavam água das nascentes mais acima nas encostas dos montes até às suas terras. A primeira legislação a regulamentar a utilização das levadas e os direitos de água data da segunda metade do século XV.
Nos princípios do século XX, havia cerca de 200 destas levadas, serpenteando por mais de 1000km. Muitas pertenciam a particulares e a apropriação indisciplinada de água fazia com que o bem mais valioso da ilha fosse frequentemente distribuído de forma injusta. De facto, em meados da década de 1930, apenas dois terços da terra arável da ilha estavam a ser cultivados - e apenas metade desses eram irrigados.
Só o Estado possuía os meios económicos necessários para implementar um programa de construção em larga escala e a autoridade para impôr um sistema mais equitativo de distribuição.
Porque a verdade é que havia muita água para irrigação e torrentes que chegavam para gerar toda a energia necessária. As nuvens arrastadas para a ilha pelos ventos predominantes de nordeste são apanhadas pela cadeia montanhosa central, chegando a cair 2 metros de chuva por ano, no norte, enquanto que na costa meridional o tempo seco pode durar até seis meses.
Na realidade, a ilha é um enorme reservatório auto-regulado, retendo até um máximo de 200 milhões de metros cúbicos de água. A chuva infiltra-se pelas cinzas vulcânicas e porosas, até encontrar camadas de argila basáltica e laterita - ambas bastante impermeáveis. Aqui, a água irrompe novamente em nascentes e, quando não canalizada, desce livremente, como sempre o fez durante séculos, por incontáveis ravinas até chegar ao mar.
Em 1939, o governo enviou uma missão à ilha para estudar um plano global hidroeléctrico e de irrigação. As 'novas' levadas criadas a partir destes planos são captadas a uma altitude de cerca de 1000m, onde é maior a concentração de precipitação, de orvalhos e de nascentes. A água é levada primeiro para centrais eléctricas situadas imediatamente acima da terra arável (a cerca de 600m) e depois segue o seu caminho descendo para as zonas irrigadas. Aqui, a distribuição é feita pelo levadeiro, que regula a distribuição da água para cada um dos proprietários.
Grande parte dos planos de desenvolvimento da missão estavam já implementados em 1970. Entre os projectos mais importantes contam-se a Levada do Norte e a Levada dos Tornos, que irá descobrir quando fizer excursões, passeios a pé ou piqueniques pela ilha. É mais fácil compreender o seu incrível comprimento, tendo em atenção o tipo de terreno, olhando para o mapa turístico desdobrável. O empreendimento demorou apenas 25 anos a completar, embora tenha sido todo feito à mão. Como terão sido escavados os túneis em basalto sólido? Como é que os trabalhadores escavaram as levadas por baixo de cascatas geladas, a meio caminho entre a terra e o céu? Frequentemente, como aconteceu durante a construção da estrada costeira entre São Vicente e Porto Moniz, eles eram suspensos do alto em cestos de vime, enquanto atacavam a pedra resistente com as suas picaretas. Muitos perderam a vida para levar água e electricidade aos ilhéus e uma alegria inesgotável para aqueles que escutam o hino das suas águas.
Fotos de Miguel Iglesias in Tierra Trágame


O texto seguinte é do site Oficial do Turismo:
Ribeiro Frio / Portela - 10 Km - 4 horas
Este passeio pode ser feito sem riscos por qualquer pessoa que goste de andar a pé . São 10 quilómetros: 8 em plano, na esplanada da levada da Serra do Faial desde o Ribeiro Frio até a casa de divisão de águas; mais 2 até o miradouro da Portela.
A esta altitude os nevoeiros e as chuvas são frequentes e as temperaturas, em média, 5 graus mais baixas que no Funchal. Leve calçado próprio para piso molhado e não se esqueça do impermeável.
Sem pressas e saboreando a grandiosidade do relevo e as delicadas formas dos seres vivos, o passeio nesta parte da levada da Serra permite, também, constatar quão difícil foi a abertura dos canais para transporte de água desde as nascentes da vertente norte até as terras sequiosas do litoral sul.
Ao longo desta levada é possível descobrir, por entre os multivariados tons de verde da floresta, delicadas flores brotando de pequenas plantas que gostam de viver em ambiente de forte humidade e fraca luminosidade.
Nesta viagem pelo interior da Natureza purificadora, é possível que aviste o bisbis, o mais pequeno dos pássaros que povoam a Madeira, a saltitar de um ramo para outro à procura de larvas e insectos. O melro preto também por aqui aparece à procura de bagas e de pequenos bichos, alegrando o ambiente com o seu canto forte e melodioso. Visitas frequentes desta floresta são o tentilhão e a lavadeira, que em troca do alimento dão alegres concertos. Mais raro é o grande pombo trocaz. Com alguma sorte poderá ver a Manta, ave de rapina que vem até à floresta caçar pássaros, coelhos ou ratos, e faz os seus grandes ninhos nas copas dos loureiros.
Quando não há nevoeiro é possível, nalguns cotovios da levada, observar a paisagem para além da floresta. São surpreendentes os campos do Faial, São Roque do Faial e Porto da Cruz com o casario disperso nas achadas e alinhado nas cumeeiras dos lombos. A enorme asa rochosa da Penha de Águia avançando com audácia sobre o poderoso Atlântico protege a oriente a baía do Faial, enquanto a ocidente a Ponta dos Clérigos faz o que pode para evitar o embate a noroeste. As águas do Ribeiro Frio, ribeira da Metade e ribeira Seca encontram-se à beira mar e juntas desaparecem no oceano.
Do estudo das plantas e animais isolados à abordagem sistémica do ambiente, do escutar o silêncio ao inspirar ar puro, ecólogos ou simples amantes da Natureza encontram neste passeio motivos bastantes de prazer e reflexão.
Características: A maior parte do passeio é feito na esplanada da levada da Serra do Faial, que está protegida por varandas e sebes naturais. A descida para a Portela é pouco acentuada e não oferece qualquer perigo. O piso está em bom estado. Apesar de haver no Ribeiro Frio a indicação de 8 quilómetros para a distância até a Portela , a verdade é que a extensão do percurso entre estes dois lugares é ligeiramente superior a 10 Km : 8 Km é apenas o troço da levada entre o Ribeiro Frio e a divisória das águas; daqui até a Portela são pouco mais de 2 quilómetros.
Se exceptuarmos este lapso, o percurso está bem sinalizado: - Junto à casa da divisão das águas é clara a indicação dos caminhos para o Santo da Serra e para a Portela. - Cerca de 200 metros abaixo há o Posto Florestal dos Lamaceiros e um pouco mais adiante surgem duas novas opções: Portela ou Santo da Serra, mais propriamente para o Sítio do Lombo das Faias. - Seguindo na direcção da Portela há ainda a possibilidade de escolher entre a vereda para este miradouro e a descida para a Referta no Porto da Cruz.
MADEIRA (II)
Como portais sobre a Madeira, recomendo os seguintes:
Site Oficial do Turismo da Madeira Muito completo, com informações em quase todas as áreas, desde informações gerais, a hotéis e restaurantes, passando pelos principais eventos, desporto, cultura, passeios, etc.
Madinfo Também muito completo, com muita informação e muitas fotos.
Madeira-web Os pontos fortes são as fotos e os mapas e a Visita Guiada, com dúzias de pontos pela ilha, com fotos e descrição de cada área focada. Também tem fotos captadas por uma webcam, actualizadas, de dia, a cada cerca de dez minutos.
Como portais sobre a Madeira, recomendo os seguintes:
Site Oficial do Turismo da Madeira Muito completo, com informações em quase todas as áreas, desde informações gerais, a hotéis e restaurantes, passando pelos principais eventos, desporto, cultura, passeios, etc.
Madinfo Também muito completo, com muita informação e muitas fotos.
Madeira-web Os pontos fortes são as fotos e os mapas e a Visita Guiada, com dúzias de pontos pela ilha, com fotos e descrição de cada área focada. Também tem fotos captadas por uma webcam, actualizadas, de dia, a cada cerca de dez minutos.
MADEIRA (I)
A escolha do Hotel, é o primeiro passo, para quem se desloque em turismo para a Madeira.
Para terem uma ideia dos vários hotéis e outros alojamentos disponíveis, podem começar por consultar este site:
Hotéis Madeira.
O melhor conselho é sempre o seguinte: procurem folhetos em agências, para poder comparar preços; às vezes há grandes diferenças entre operadores. Também convem consultar a Air Luxor e a TAP:
Air Luxor - programas Madeira.
TAP - programas Madeira.
Entre as muitas escolhas possíveis destaco os seguintes:
Tivoli Ocean Park Quanto a mim, entre os 5 estrelas, tem a melhor relação qualidade/preço dos hotéis do Funchal.
Hotel Baía Azul Localizado junto à "Promenade", é um dos melhores 4 estrelas.
Quinta do Furão Um excelente hotel, situado em Santana, no norte da ilha.
A escolha do Hotel, é o primeiro passo, para quem se desloque em turismo para a Madeira.
Para terem uma ideia dos vários hotéis e outros alojamentos disponíveis, podem começar por consultar este site:
Hotéis Madeira.
O melhor conselho é sempre o seguinte: procurem folhetos em agências, para poder comparar preços; às vezes há grandes diferenças entre operadores. Também convem consultar a Air Luxor e a TAP:
Air Luxor - programas Madeira.
TAP - programas Madeira.
Entre as muitas escolhas possíveis destaco os seguintes:
Tivoli Ocean Park Quanto a mim, entre os 5 estrelas, tem a melhor relação qualidade/preço dos hotéis do Funchal.
Hotel Baía Azul Localizado junto à "Promenade", é um dos melhores 4 estrelas.
Quinta do Furão Um excelente hotel, situado em Santana, no norte da ilha.
Começa aqui uma série de posts sobre a Madeira, que terão desenvolvimento futuro aqui, ou noutro blog.
sexta-feira, julho 25, 2003
CHOCOLATE BELGA
Alguns sites ligados aos chocolates belgas:
Museu do Cacau e Chocolate Não é um site particularmente interessante, fica só a indicação porque a visita deve ser interessante, pelo menos poderá ser visitado por alguns dos bloggers instalados na Bélgica.
Choco-Club O site web dos amantes de chocolate. É o mais completo que conheço. Vale mesmo a pena andar por aqui bastante tempo!
neuhaus Criadores de chocolate desde 1857. Óptimas fotos e alguns filmes sobre a história da casa e o fabrico.
Guylian Com a história e os principais produtos.
Godiva Muito completo, com listagem de lojas, venda on-line, centenas de receitas com chocolate, etc.
Uma das receitas da Godiva (lechez-vous les babines!):
Black and White Cheesecake with Strawberry Coulis
Yield: 16 servings
Difficulty: ** (Intermediate)
Preparation: 1 hour 30 minutes plus baking, cooling and chilling times
Chocolate crust:
1 1/2 cups finely crushed chocolate wafers
5 tablespoons butter, melted
Filling:
1 navel orange
1 cup granulated sugar
3 tablespoons cornstarch
4 packages (8 ounces each) cream cheese, softened
1 cup sour cream, at room temperature
1/3 cup Grand Marnier
2 teaspoons vanilla extract
4 large eggs, at room temperature
Strawberry Coulis:
2 bags (20 ounces each) frozen unsweetened strawberries
1 cup granulated sugar
2 tablespoons Grand Marnier
Chocolate Glaze:
3/4 cup plus 2 tablespoons heavy cream
3 tablespoons light corn syrup
5 bars (1.5 ounces each) Godiva Dark Chocolate, coarsely chopped
1 tablespoon Grand Marnier
3/4 teaspoon vanilla extract
Garnish (optional):
1 bar (1.5 ounces) Godiva Solid Ivory, cut into curls
Unsweetened cocoa powder
Make the chocolate crust:
1. Preheat oven to 350°F. Tightly wrap outside of 9-inch springform pan with heavy-duty aluminum foil.
2. Mix together cookie crumbs and melted butter in bowl until combined. Press mixture into prepared pan. Freeze crust 10 minutes or until firm.
3. Bake 15 to 20 minutes or until set. Cool in pan on wire rack.
Make the filling:
1. Lower oven temperature to 325°F.
2. Using a vegetable peeler, remove six (2x1/2-inch) strips of zest from orange. Place orange zest strips, sugar and cornstarch in food processor bowl. Cover and pulse until zest is finely chopped. Place mixture in small bowl.
3. Place cream cheese in food processor bowl. Cover and process until creamy. Add sugar mixture, sour cream, Grand Marnier and vanilla. Process for 15 seconds or just until blended. Add eggs and process just until blended. Pour mixture over crust and smooth out top. Place cheesecake in high-sided roasting pan. Pour boiling water into roasting pan so that it comes halfway up side of springform pan.
4. Bake 70 to 80 minutes or until edge of cheesecake is puffed and center quivers. Turn off oven and leave cheesecake in oven. Prop open oven door and allow cheesecake to stand in oven for 30 minutes. Remove cheesecake from roasting pan. Cool in pan on wire rack. Refrigerate uncovered for at least 8 hours or overnight.
Make the strawberry coulis:
1. Combine strawberries and sugar in large saucepan. Cook over medium heat, stirring constantly, until sugar dissolves. Continue to cook for 10 minutes, stirring frequently, until berries are soft. Do not let mixture boil.
2. Press mixture through a sieve into a bowl. Discard pulp. Stir in Grand Marnier. Cover with plastic wrap and refrigerate. Sauce will be thin, but will thicken slightly when chilled.
Make the glaze:
1. Heat heavy cream and corn syrup in saucepan over medium heat until it starts to boil. Remove from heat. Add chopped chocolate. Let stand 30 seconds. Gently whisk until smooth. Stir in Grand Marnier and vanilla.
2. Loosen edge of cheesecake with a knife. Remove side of springform pan. Place cheesecake on wire rack.
3. Pour warm chocolate glaze over cheesecake, coating it completely. Refrigerate 5 to 10 minutes or until glaze is set. Serve immediately or refrigerate until ready to serve.
To serve: Cut cheesecake into wedges. Drizzle 3 to 4 tablespoons strawberry coulis on each dessert plate. Place cheesecake in center of plate and garnish with white chocolate curls. Lightly dust with cocoa before serving.
Alguns sites ligados aos chocolates belgas:
Museu do Cacau e Chocolate Não é um site particularmente interessante, fica só a indicação porque a visita deve ser interessante, pelo menos poderá ser visitado por alguns dos bloggers instalados na Bélgica.
Choco-Club O site web dos amantes de chocolate. É o mais completo que conheço. Vale mesmo a pena andar por aqui bastante tempo!
neuhaus Criadores de chocolate desde 1857. Óptimas fotos e alguns filmes sobre a história da casa e o fabrico.
Guylian Com a história e os principais produtos.
Godiva Muito completo, com listagem de lojas, venda on-line, centenas de receitas com chocolate, etc.
Uma das receitas da Godiva (lechez-vous les babines!):
Black and White Cheesecake with Strawberry Coulis
Yield: 16 servings
Difficulty: ** (Intermediate)
Preparation: 1 hour 30 minutes plus baking, cooling and chilling times
Chocolate crust:
1 1/2 cups finely crushed chocolate wafers
5 tablespoons butter, melted
Filling:
1 navel orange
1 cup granulated sugar
3 tablespoons cornstarch
4 packages (8 ounces each) cream cheese, softened
1 cup sour cream, at room temperature
1/3 cup Grand Marnier
2 teaspoons vanilla extract
4 large eggs, at room temperature
Strawberry Coulis:
2 bags (20 ounces each) frozen unsweetened strawberries
1 cup granulated sugar
2 tablespoons Grand Marnier
Chocolate Glaze:
3/4 cup plus 2 tablespoons heavy cream
3 tablespoons light corn syrup
5 bars (1.5 ounces each) Godiva Dark Chocolate, coarsely chopped
1 tablespoon Grand Marnier
3/4 teaspoon vanilla extract
Garnish (optional):
1 bar (1.5 ounces) Godiva Solid Ivory, cut into curls
Unsweetened cocoa powder
Make the chocolate crust:
1. Preheat oven to 350°F. Tightly wrap outside of 9-inch springform pan with heavy-duty aluminum foil.
2. Mix together cookie crumbs and melted butter in bowl until combined. Press mixture into prepared pan. Freeze crust 10 minutes or until firm.
3. Bake 15 to 20 minutes or until set. Cool in pan on wire rack.
Make the filling:
1. Lower oven temperature to 325°F.
2. Using a vegetable peeler, remove six (2x1/2-inch) strips of zest from orange. Place orange zest strips, sugar and cornstarch in food processor bowl. Cover and pulse until zest is finely chopped. Place mixture in small bowl.
3. Place cream cheese in food processor bowl. Cover and process until creamy. Add sugar mixture, sour cream, Grand Marnier and vanilla. Process for 15 seconds or just until blended. Add eggs and process just until blended. Pour mixture over crust and smooth out top. Place cheesecake in high-sided roasting pan. Pour boiling water into roasting pan so that it comes halfway up side of springform pan.
4. Bake 70 to 80 minutes or until edge of cheesecake is puffed and center quivers. Turn off oven and leave cheesecake in oven. Prop open oven door and allow cheesecake to stand in oven for 30 minutes. Remove cheesecake from roasting pan. Cool in pan on wire rack. Refrigerate uncovered for at least 8 hours or overnight.
Make the strawberry coulis:
1. Combine strawberries and sugar in large saucepan. Cook over medium heat, stirring constantly, until sugar dissolves. Continue to cook for 10 minutes, stirring frequently, until berries are soft. Do not let mixture boil.
2. Press mixture through a sieve into a bowl. Discard pulp. Stir in Grand Marnier. Cover with plastic wrap and refrigerate. Sauce will be thin, but will thicken slightly when chilled.
Make the glaze:
1. Heat heavy cream and corn syrup in saucepan over medium heat until it starts to boil. Remove from heat. Add chopped chocolate. Let stand 30 seconds. Gently whisk until smooth. Stir in Grand Marnier and vanilla.
2. Loosen edge of cheesecake with a knife. Remove side of springform pan. Place cheesecake on wire rack.
3. Pour warm chocolate glaze over cheesecake, coating it completely. Refrigerate 5 to 10 minutes or until glaze is set. Serve immediately or refrigerate until ready to serve.
To serve: Cut cheesecake into wedges. Drizzle 3 to 4 tablespoons strawberry coulis on each dessert plate. Place cheesecake in center of plate and garnish with white chocolate curls. Lightly dust with cocoa before serving.
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