sexta-feira, janeiro 26, 2007
RONALD REAGAN
"O governo é mais perigoso quando o desejo que temos de que ele nos ajude nos torna cegos quanto ao imenso poder que ele tem de nos prejudicar."Ronald Reagan
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quinta-feira, janeiro 25, 2007
COHIBA BEHIKE
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ODA AL VINO - PABLO NERUDA
VINO color de día, vino color de noche, vino con pies de púrpura o sangre de topacio, vino, estrellado hijo de la tierra, vino, liso como una espada de oro, suave como un desordenado terciopelo, vino encaracolado y suspendido, amoroso, marino, nunca has cabido en una copa, en un canto, en un hombre, coral, gregario eres, y cuando menos, mutuo. A veces te nutres de recuerdos mortales, en tu ola vamos de tumba en tumba,picapedrero de sepulcro helado, y lloramos lágrimas transitorias, pero tu hermoso traje de primavera es diferente, el corazón sube a las ramas, el viento mueve el día, nada queda dentro de tu alma inmóvil. El vinomueve la primavera, crece como una planta la alegría, caen muros, peñascos, se cierran los abismos, nace el canto.Oh tú, jarra de vino, en el desierto con la sabrosa que amo, dijo el viejo poeta.Que el cántaro de vino al beso del amor sume su beso.Amor mio, de pronto tu caderaes la curva colmada de la copa, tu pecho es el racimo, la luz del alcohol tu cabellera, las uvas tus pezones, tu ombligo sello puro estampado en tu vientre de vasija, y tu amor la cascada de vino inextinguible, la claridad que cae en mis sentidos, el esplendor terrestre de la vida.Pero no sólo amor, beso quemante o corazón quemado eres, vino de vida, sino amistad de los seres, transparencia, coro de disciplina, abundancia de flores. Amo sobre una mesa, cuando se habla, la luz de una botella de inteligente vino. Que lo beban, que recuerden en cada gota de oro o copa de topacio o cuchara de púrpura que trabajó el otoño hasta llenar de vino las vasijas y aprenda el hombre oscuro, en el ceremonial de su negocio, a recordar la tierra y sus deberes, a propagar el cántico del fruto.Pablo Neruda
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Poesia
quarta-feira, janeiro 24, 2007
WINSTON CHURCHILL
Via: O Portal da HistóriaPrimeiro ministro britânico, de 1940 a 1945 e de 1951 a 1955, foi quem dirigiu a Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial. Nasceu no Palácio de Blenheim, em Woodstock, no Oxfordshire, em 30 de Novembro de 1874; morreu em Londres em 24 de Janeiro de 1965.
Era filho de Lord Randolph Churchill e da sua mulher americana Jennie Jerome. Após ter acabado o curso na Academia Militar de Sandhurst e ter servido como oficial subalterno, de 1895 a 1899, no regimento de Hussardos n.º 4, foi correspondente de guerra em Cuba, na Índia e na África do Sul. Durante a guerra dos Boers, de quem foi prisioneiro, protagonizou uma fuga que o tornou mundialmente conhecido, e de que relatou as peripécias no seu livro De Londres a Ladysmith. Churchill entrou para a política como Conservador, tendo sido eleito deputado em 1900, mas em 1904 rompeu com o Partido devido à política social dos Conservadores.Aderiu ao Partido Liberal e em 1906, tendo sido eleito deputado, foi convidado para o Governo, ocupando primeiro o cargo de Sub-Secretário de Estado para as Colónias, mais tarde, em 1908, a pasta de Presidente da Junta de Comércio (Board of Trade).Após as eleições de 1910 foi transferido para o Ministério do Interior, e finalmente foi nomeado, em Outubro de 1911, Primeiro Lorde do Almirantado, onde impôs uma política de reforço e modernização da Marinha de Guerra britânica.Pediu a demissão em plena Primeira Guerra Mundial, devido ao falhanço da expedição britânica aos Dardanelos, na Turquia, de que tinha sido o principal promotor. Alistou-se no exército, e comandou um batalhão do regimento «Royal Scots Fusiliers» na frente ocidental. Regressou ao Parlamento em 1916, regressando a funções governamentais no último ano de guerra, como ministro das munições.Após o fim da Primeira Guerra Mundial, Churchill foi-se tornando cada vez mais conservador, continuando a participar activamente na política, como Ministro da Guerra (1919-1921) e Ministro das Colónias (1921-1922) em governos liberais. Em 1924 regressou ao Partido Conservador, sendo nomeado Ministro das Finanças (1924-1929) no governo conservador de Stanley Baldwin. Não participou em nenhum governo, de 1929 a 1939, mas continuou a ser eleito para o Parlamento, onde advertiu incessantemente do perigo que Hitler representava para a Paz. Em 1939 foi nomeado novamente Primeiro Lorde do Almirantado, e em 1940, no dia em que a Alemanha começou a ofensiva a Ocidente, invadindo a Holanda, a Bélgica, o Luxemburgo e a França, foi nomeado Primeiro Ministro. Fez com que o seu país resistisse às derrotas dessa Primavera de 1940, e ao desaparecimento de todos os seus aliados ocidentais, da Noruega à França, e dirigiu-o durante a Batalha de Inglaterra. Finalmente, aliado à União Soviética, desde o primeiro momento da invasão alemã, em Junho de 1941, e com o apoio e depois a participação activa dos Estados Unidos na guerra, acabou por vencer Hitler. Mesmo antes do fim da guerra, sofreu uma derrota espectacular nas eleições de 1945, sendo o seu governo substituído pelos trabalhistas de Atlee. Voltou ao poder em 1951, sendo primeiro-ministro até 1955, ano em que pediu a demissão, devido a problemas de saúde. Foi nomeado Prémio Nobel da Literatura em 1953, pelas sua obra mas sobretudo devido aos 6 volumes da sua obra mais famosa: The Second World War.
Primeiro discurso de Winston Churchill na Câmara dos Comuns enquanto primeiro-ministro britânico, em que apresentou uma Moção de Confiança ao Governo que ia dirigir:.....Neste momento de crise, espero que me seja perdoado não falar hoje mais extensamente à Câmara. Confio em que os meus amigos, colegas e antigos colegas que são afectados pela reconstrução política se mostrem indulgentes para com a falta de cerimonial com que foi necessário actuar. Direi à Câmara o mesmo, que disse aos que entraram para este Governo: «Só tenho para oferecer sangue, sofrimento, lágrimas e suor». Temos perante nós uma dura provação. Temos perante nós muitos e longos meses de luta e sofrimento. Perguntam-me qual é a nossa política? Dir-lhes-ei; fazer a guerra no mar, na terra e no ar, com todo o nosso poder e com todas as forças que Deus possa dar-nos; fazer guerra a uma monstruosa tirania, que não tem precedente no sombrio e lamentável catálogo dos crimes humanos. -; essa a nossa política. Perguntam-me qual é o nosso objectivo? Posso responder com uma só palavra: Vitória vitória a todo o custo, vitória a despeito de todo o terror, vitória por mais longo e difícil que possa ser o caminho que a ela nos conduz; porque sem a vitória não sobreviveremos...... -----------------------------------------------------------------....In this crisis I think I may be pardoned if I do not address the House at any length today, and I hope that any of my friends and colleagues or former colleagues who are affected by the political reconstruction will make all allowances for any lack of ceremony with which it has been necessary to act. I say to the House as I said to ministers who have joined this government, I have nothing to offer but blood, toil, tears, and sweat. We have before us an ordeal of the most grievous kind. We have before us many, many months of struggle and suffering. You ask, what is our policy? I say it is to wage war by land, sea, and air. War with all our might and with all the strength God has given us, and to wage war against a monstrous tyranny never surpassed in the dark and lamentable catalogue of human crime. That is our policy. You ask, what is our aim? I can answer in one word. It is victory. Victory at all costs - Victory in spite of all terrors - Victory, however long and hard the road may be, for without victory there is no survival.....
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política internacional
FRIEDRICH HAYEK
"Liberal é aquele que admite que o mundo obedece a leis que nós não dominamos."Friedrich Hayek
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PROJECT GUTENBERG
terça-feira, janeiro 23, 2007
Los muertos "vivos"
Via: Unión Liberal CubanaLa enfermedad del dictador cubano sigue siendo un misterio, como lo fue la de varios líderes o dictadores, cuyo estado de salud fue mantenido en secreto por conve-niencias políticas. En España, por ejemplo, la agonía del dictador español Francisco Franco fue ocultada durante varios días, mientras este país se enfrentaba a Marruecos por parte del Sahara.
En Argentina, la grave enfermedad del general Juan Domingo Perón era también un misterio, que solo se vino a develar en sus días finales. Y en Rusia, la muerte del líder comunista Iósif Stalin fue un secreto por días, mientras se analizaba el efecto político que tendría en sus repúblicas. Así como unos muertos siguieron viviendo mientras se analizaba el efecto de la noticia, existen historias de otros que hicieron hasta hazañas ya sin vida.Tal vez, la más famosa está en el Cantar del Mio Cid, donde se relatan las gestas de Rodrigo Díaz de Vivar en la España medieval, conocido como 'El Cid Campeador', en el que se cuenta que su cadáver sirvió para ganar una batalla.Aunque los historiadores no han comprobado su veracidad, la epopeya romance dedicada a su vida cuenta que 'El Cid Campeador' murió en una batalla en Valencia contra los moros y su ejército subió su cadáver sobre su corcel blanco, lo ataron a la silla y galoparon con él frente a sus enemigos, que al creer que resucitó, decidieron rendirse. Juan Carlos Flórez, periodista e historiador, dice que generalmente esto no pasa en democracia."El manejo político más extraordinario de los muertos lo tienen las dictaduras comunistas porque hay muertos que están vivos, como las momias embalsamadas, tradición que empieza en 1924 en Rusia, con el embalsamiento del cadáver de Lenin. Pese a que ya es un país capitalista nadie se ha atrevido a coger el cuerpo y enterrarlo", dice Flórez.El caso de CastroDecenas de versiones se tejen sobre el estado de salud del octogenario líder cubano, que se convirtió en un secreto de Estado. Castro solo apareció en unas ocasiones en imágenes de televisión y en fotografías. La suerte real de Castro sigue siendo un misterio, desde julio del año pasado cuando se informó que tenía problemas intestinales, que había sido intervenido quirúrgicamente y que había entregado el poder a su hermano Raúl Castro.Ante la falta de información oficial, se rumora desde que tiene cáncer y que está en su fase terminal, hasta que ya está muerto. Esta semana, el presidente venezolano, Hugo Chávez, que lo visitó el año pasado en su lecho de enfermo, dijo que Castro sostenía una dura batalla contra la muerte. "Fidel ya murió, pero su cuerpo, como el de algunas ballenas muertas, nunca flotará, entonces nadie se va a enterar hasta meses después, cuando el hedor sea incontenible", dice un pescador cubano.Los últimos días de Franco y una posible guerraLa agonía del dictador español Francisco Franco, que gobernaba desde 1939, ocurrió mientras su país estaba al borde de una guerra con Marruecos, por una parte del Sáhara.Franco se enfermó de una gripe el 12 de octubre de 1975 y tres días después, los médicos descubrieron que sufrió un infarto, cuenta Victoria Prego, en un suplemento del periódico 'El Mundo', de Madrid. La noticia la mantuvieron en secreto y Franco asistió, el 17, a un consejo de ministros, pese a que los médicos le adivirtieron que podía morir en cualquier momento. Cuatro día después sufrió una angina posinfarto y ante la iminencia de su muerte, los médicos que lo atendían obligaron al Gobierno a dar cuenta de la situación, pero no se informó totalmente sobre la gravedad de su estado. Era tal el temor que tenía de que se supiera que estaba a punto de morir, que el 2 de noviembre, lo operaron en el propio palacio de El Pardo, para no llevarlo a un hospital.Dos días depués tuvo una nueva recaída y esta vez decidieron trasladarlo a la clínica La Paz, para operarlo nuevamente. Con Franco agonizando, España firmó su retirada del Sáhara, el 9 de noviembre, y once días después murió el dictador.La muerte del cura Pérez se supo a los dos meses"Compañeros del Ejército de Liberación Nacional, el Comando Central y la Dirección Nacional informa a ustedes la dolorosa partida de nuestro comandante y jefe Manuel Pérez Martínez..." Con este mensaje, del jefe guerrillero 'Gabino' y difundido por radio, se conoció en abril de 1988, dos meses después, la muerte del máximo líder de este grupo, víctima de una hepatitis.El guerrillero español, de 55 años, murió el 14 de febrero en las montañas de Santander y la noticia solo se la dieron a sus frentes regionales el 6 de abril.Esta decisión se tomó, según un analista militar, porque los demás jefes del grupo subversivo temían que la noticia desmoralizara a sus combatientes. También, mientras se decidía quién iba a ser su sucesor. En ese momento, el grupo tenía acercamientos de paz con el gobierno de entonces de Ernesto Samper.Un grupo de periodistas que estuvo retenido durante dos días por el Eln en la zona del sur de Bolívar presenciaron una ceremonia militar en la que la guerrilla le rindió honores al cura Pérez. Luego, la familia del sacerdote reconfirmó la noticia en declaraciones a un diario español.El tercer gobierno de Perón fue una agoníaLos graves problemas de salud del general Juan Domingo Perón, que gobernó a Argentina en tres períodos, fueron mantenidos en reserva por meses.Historiadores señalan que cuando lo eligieron en 1973 para su último período estaba muy enfermo. En noviembre de ese año, sufrió un edema agudo de pulmón y casi se muere sin atención.Prácticamente, su último gobierno, de menos de un años, fue su agonía. Estaba muy envejecido y finalmente el primero de julio de 1974 falleció de un paro cardiaco, pese a los intentos de reanimación que recibió del grupo de médicos que lo acompañaba.El ocultamiento de la muerte de StalinLa muerte del gran líder Iosif Stalin, máximo líder de la revolución comunista Rusa después de Lenin, ocurrida en el 5 de marzo de 1953, fue ocultada por varios días por los miembros de su partido.El historiador Juan Carlos Flórez cuenta que Stalin departió unos tragos en la noche en su casa en las afueras de Moscú, con los miembros de la cúpula comunista y al día siguiente no se levantó. Pese a que no salía a la hora que acostumbraba, sus guardias de seguridad no se atrevían a entrar a su habitación. Tras unas horas, ingresaron y lo encontraron tendido en el piso, vomitado e inconsciente. Los jefes políticos rusos llegaron a la casa y llamaron a unos médicos del kremlin. "De ahí surge la versión, que seguirá siendo un debate, que da cuenta que ellos dejaron que la situación se agravara para librarse de él y que dice que incluso lo envenenaron. Lo cierto es que Stalin murió", dice Flórez.Tras su muerte, los políticos no sabían qué hacer y empezaron a informar por radio, que Stalin estaba enfermo. "Sacaron unos boletines en los que se informaba que estaba enfermo, pero eran partes médicos muy enredados".Mientras tanto, los políticos decidían cómo se repartían el poder. "Mientras llegaban a un acuerdo les convenía que Stalin apareciera ante la opinión pública vivito y coleando". Finalmente, tres días después se dio a conocer la muerte del líder comunista y su cuerpo fue embalsamado y expuesto para que sus seguidores lo contemplaran.A Brezhnev Lo mantenían vivo a punta de drogasLos días finales de Leonid Ilich Brezhnev, máximo dirigente de la Unión Soviética entre 1964 y 1982, fueron difíciles. Mientras se debatía entre la vida y la muerte seguía gobernando. "Fue el caso más terrible. A Brezhnev lo mantenían vivo los médicos del Kremlin a punta de drogas, casi no hablaba, había perdido la dicción, lo sacaban a escenarios públicos sostenido por personas", recuerda Flórez.El líder soviético sufrió una crisis cardiaca en marzo y murió finalmente en noviembre. "Lo utilizaron como un mascarón de proa", explicó el historiador Flórez.De la Redacción de El Tiempo, Bogotá
KANT
"A possessão do poder inevitavelmente delapida o livre uso da razão."Emmanuel Kant
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segunda-feira, janeiro 22, 2007
ESTE MINISTRO É UM MENTIROSO - FERNANDO ASSIS PACHECO
Este ministro é um mentirosoque agonia quando ele discursae se fosse só isso: bale sem jeitoàs meias horas seguidas e não pára!bem-aventurados os duros de ouvidoa quem o céu abrirá as portasdesliguem p.f. o microfoneou então tirem o país da fichaFernando Assis Pacheco
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SILÊNCIO ENSURDECEDOR....
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domingo, janeiro 21, 2007
ATRIBULAÇÕES DE UM CIDADÃO NO PAÍS DA BUROCRACIA (VIII e FIM)
No fim de semana passado mais duas portagens, ambas classe 2.Resultado final: 20 portagens - 5 vezes classe 1, 15 vezes classe 2!Entretanto e quase dois meses após a aquisção da viatura lá chegou o documento único, que possibilitou a via verde. Não sem mais uma cena caricata: três quartos de hora para concluirem, com o documento na mão e após aturadas consultas a informação vária, que o carro estava abrangido pelas "vantagens AutoEuropa".E com mais um pormenor interresante: o carro vai pagar como classe 1, mas foi necessário adquirir um identificador via verde da classe 2!Palavras para quê? Estamos em Portugal, o reino da burrocracia!
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sociedade
sexta-feira, janeiro 19, 2007
DEIXA-ME LÁ ATACÁ-LA ANTES QUE ELA SE LEMBRE DE ME INCRIMINAR DE ALGO....
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Política
COMENTÁRIOS APAGADOS
Periodicamente vem cá um idiota perito na arte de vomitar debitar aleivosias. Como ninguém deve de ler o blog que tem, vem para aqui...
Mas todo o lixo que que ele cá deixar será eliminado...
Mas todo o lixo que que ele cá deixar será eliminado...
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diversos
EDMUND BURKE
"No meio de um povo corrupto a liberdade não pode durar muito"Edmund Burke
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quinta-feira, janeiro 18, 2007
500.000 EUROS!
É esta a módica quantia que o PSD, partido que não tem posição oficial na matéria prevê gastar na campanha do próximo referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez!É para isto que vai o dinheiro dos contribuintes.....
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