sábado, novembro 29, 2003
SERVIÇOS MÍNIMOS
Principalmente por motivos profissionais, serviços mínimos durante os próximos dias.Divirtam-se!
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diversos
sexta-feira, novembro 28, 2003
NUIT RHÉNANE - APOLLINAIRE
Para o Jorge Mon verre est plein d'un vin trembleur comme une flammeÉcoutez la chanson lente d'un batelierQui raconte avoir vu sous la lune sept femmes Tordre leurs cheveux verts et longs jusqu'à leurs piedsDebout chantez plus haut en dansant une rondeQue je n'entende plus le chant du batelierEt mettez près de moi toutes les filles blondesAu regard immobile aux nattes repliéesLe Rhin le Rhin est ivre où les vignes se mirentTout l'or des nuits tombe en tremblant s'y refléterLa voix chante toujours à en râle-mourirCes fées aux cheveux verts qui incantent l'étéMon verre s'est brisé comme un éclat de rireGuillaume Apollinaire
CONCERTO - SINFONIETTA DE LISBOA
Concerto – Sinfonietta de Lisboa 3ª feira 2 de Dezembro de 2003, 21h30 – Sociedade de Geografia (junto ao Coliseu dos Recreios) – Entrada Livre Piano: Ilda OrtinDirecção: Vasco Pearce de Azevedo ProgramaAndantino (1893) Claude Debussy (1862-1918) Tema com 4 variações: Os quatro temperamentos (1940)Paul Hindemith (1895-1963)Serenata para cordas op. 6 (1892) Josef Suk (1874-1935)
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Música
RAYMOND ARON
Dedicado a CMCSe a tolerância nasce da dúvida, que se ensine a duvidar dos modelos e das utopias, a recusar os profetas da salvação, os anunciadores de catastrofes.Raymond Aron
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citações
L'ÉTERNITÉ - RIMBAUD
Para m.Elle est retrouvée.Quoi ? - L'Éternité.C'est la mer allée Avec le soleil. Âme sentinelle, Murmurons l'aveu De la nuit si nulleEt du jour en feu. Des humains suffrages, Des communs élans, Là tu te dégages Et voles selon.Puisque de vous seules,Braises de satin,Le Devoir s'exaleSans qu'on dise : enfin.Là pas d'espérance, Nul orietur.Science avec patience,Le supplice est sûr.Elle est retrouvée. Quoi ? - L'Éternité.C'est la mer allée Avec le soleil.Arthur Rimbaud
quinta-feira, novembro 27, 2003
EXPOSIÇÃO PINTURA - HILDA PORTELA
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arte
BLOGS - CONVERSA PARA MAIS (B)LOGO, BOTA ACIMA, DA VINCI e JOÃO TILLY
Conversa para mais (B)logo. A Sara Santos Costa mistura sabiamente política com poesia, humor e reflexão.BOTA ACIMA. Imprescindíveis os comentários mordazes do João Tunes e as estórias que nos conta, quer da actualidade, quer do tempo da outra senhora (alô Brasil - eu traduzo já, antes que perguntem: significa antes do 25 de Abril, no tempo da ditadura).DA VINCI. Um interessante blog com notas enciclopédicas sobre vultos do conhecimento.João Tilly. O João Tilly opina quer sobre assuntos gerais, quer ligados a Seia. E bem.
O TEJO É MAIS BELO - ALBERTO CAEIRO
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia. O Tejo tem grandes navios E navega nele ainda, Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está, A memória das naus. O Tejo desce de Espanha E o Tejo entra no mar em Portugal. Toda a gente sabe isso. Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia E para onde ele vai E donde ele vem. E por isso porque pertence a menos gente, É mais livre e maior o rio da minha aldeia. Pelo Tejo vai-se para o Mundo. Para além do Tejo há a América E a fortuna daqueles que a encontram. Ninguém nunca pensou no que há para além Do rio da minha aldeia. O rio da minha aldeia não faz pensar em nada. Quem está ao pé dele está só ao pé dele.Alberto Caeiro
DEPRESSÃO OUTONAL?
Mais um bom blog que desiste. É pena!Um abraço, Nuno.Espigas ao Vento
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Blogs
IRAQUE
Iraque: Alvos dos Ataques São Cada Vez Mais Os Iraquianos Uma notícia do Público:Iraquianos Já São Os Alvos Preferenciais Pela nossa enviada SOFIA LORENA, em NasiriyahQuarta-feira, 26 de Novembro de 2003 Os ataques contra as forças anglo-americanas e os restantes contingentes estrangeiros no Iraque estão a diminuir de intensidade. A confirmação, feita ontem de manhã em Bagdad pelos dois principais responsáveis de Washington, o administrador civil, Paul Bremer, e o chefe do Comando Central, general John Abizaid, fez-se acompanhar por outra evidência: os alvos da resistência ou do terrorismo são agora, preferencialmente, os próprios iraquianos. É interessante conjugar esta notícia, com o que se pode ler no Liberté. Rapidamente se conclui que quem tem perpetrado os ataques se está perfeitamente marimbando para o povo iraquiano, tal como fez no passado, provocando 300.000 mortos. E consultem este site para verem se o Bush teve ou não razão ao atacar o Saddam. Almas mais sensíveis abstraiam-se, principalmente a página 49! A continuação da notícia do Público:A semana passada, depois de a Casa Branca ter anunciado que a Autoridade Provisória da Coligação (APC), dirigida por Bremer, só ficará no território iraquiano até 30 de Junho de 2004, começou uma contagem descrescente. Sete meses de controlo americano não parecem destinados a tornar a vida dos iraquianos mais fácil. "A situação de segurança mudou. No passado os ataques contra a coligação eram predominantes. Agora os ataques aos iraquianos são regulares", declarou Bremer, referindo-se à situação verificada nas últimas duas semanas. Para o responsável dos EUA, a explicação é simples. Como "não foram bem sucedidos em intimidar a coligação, agora tentam intimidar iraquianos inocentes". Mais de 500 quilómetros a Sul, em Nasiriyah, capital da província de Dhi Qar, a evidência agora assumida por Washington já se sente na pele por muitos dos que aqui colaboram com o poder ocupante. Sete mil funcionários públicos, sete mil alvos espalhados pela administração; no próprio Conselho de Província; em todos os tribunais; nas várias esquadras de polícias, de armas na mão em cada duas ruas das 9h00 às 17h00; de vassouras em punho árvore sim, árvore sim, entre as 5h00 e as 7h00. Todos "iraquianos inocentes", desempregados com o derrube de um regime, à procura de uma forma de sobrevivência. Origens e histórias diferentes, planos e ambições diversos, futuros diferentes marcados por um mesmo estigma, comum a um mesmo país num determinado momento. O formador de sotaque texanoSaif Kassim, 23 anos, natural de Bagdad, é desde Maio técnico de formação profissional da Facility Protection Service (FPS), a força civil que faz segurança a infra-estruturas como hospitais ou oleodutos. Escolhido pelo exército americano "porque sabia falar inglês", usou os últimos seis meses para adquirir um perfeito sotaque do Texas. Depois de receber o seu próprio treino, "duas semanas, cerca de cinco, seis horas por dia" de "ética, direitos humanos e outras coisas de que agora não me lembro, como comunicações humanas", começou a percorrer o país de metralhadora ao ombro, em busca de novos recrutas que treina como pode. Paragem da semana, Nasiriyah. "Chego a uma cidade e pergunto quem quer tentar fazer parte da força. De boca em boca e através de 'placards' dizemos, 'ei, se alguém quer juntar-se à FPF, nós estamos aqui'". Depois é fazer o seu trabalho, aquilo para que recebe 150 dólares por mês, quase sempre a tempo. De óculos "Ray-Ban" na testa, "sweat-shirt" e "jeans" de marca ocidental, não admite recuar na opção que fez há seis meses, trabalho seguro, dia-a-dia de riscos, inglês sem nódoa de americano. "Tenho medo, e sei que sou eu próprio um alvo. Sou um oficial da FPF e passei tempo a trabalhar como intérprete, mas sou iraquiano, quero trabalhar e adoro o meu país. Estou a fazer alguma coisa pelo meu país e não posso ser travado por um bando de gangs. Estou a fazer isto por todo o Iraque. Se eu não trabalhar e os outros não trabalharem, o Iraque vai perder." Entre Saif Kassim e o major Abbas Shnati, "número dois" da polícia em toda a província de Dhi Qar, existem muitas diferenças. Nomeadamente no que respeita à importância que dão a que os americanos e os restantes exércitos estrangeiros por cá continuem, bem como às recordações que o regime de Saddam Hussein deixou a cada um. "Se o exército americano saísse agora seria o desastre", assegura Kassim, depois de sublinhar que não sabe quando o seu país estará pronto para essa retirada e que está feliz pela chegada das forças americanas. O general que não festeja o fim do Ramadão"Agora o trabalho é mais difícil, claro, somos só nós, os polícias. Antes trabalhávamos com outros exércitos, com os 'fedayin', tudo era diferente", queixa-se Shnati. Mesmo estando certo de que a esquadra central da província, onde nos recebe, pode bem ser o próximo alvo dos que espalham o terror. Orgulhoso, afirma sem hesitar que "agora já não são precisos, podemos defender-nos", referindo-se às forças estrangeiras, aos carabineiros com quem convive mais de perto, na sua opinião, já muito "nervosos e intimidados". Quanto ao ordenado de 180 dólares pago pelos americanos, também não é problema, como não é problema a falta de armas para os adolescentes que envia em patrulha para as ruas da cidade. As armas, explica, pode "comprar todas no mercado negro"; o ordenado, diz sem dizer, será pago por um qualquer partido ou facção xiita. E ao contrário da médica Husdam, que está contente por poder trabalhar no Hospital Pediátrico de Nasiriyah, mas sente que se arrisca só por sair para o trabalho, o major do Sul iraquiano não tem medo de nada nem tenciona passar por casa neste fim de Ramadão, tanto é o trabalho que diz ter a ocupá-lo. Agora "tenho medo de andar na rua, qualquer pessoa pode provocar um ferimento de bala, qualquer um pode sofrê-lo também. Temos muitos problemas de segurança, mesmo dentro do hospital." "O salário aumentou, claro, mas não compensa o risco e o trabalho", sintetiza Shnati, o único habitante de Nasiriyah que ontem não saiu à rua para festejar o Eid al-Fitr, a festa de três dias que marca o fim do mês do Ramadão. Um dos poucos que não contribuiu para as centenas de disparos que pelas 18h30 já se ouviam em todas as ruas, cheias ontem como nunca nas últimas semanas. O único que ainda não teve tempo para quebrar o jejum ou desejar à mulher e aos filhos "Edak Mobarck" ou Dias Felizes.
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Política
quarta-feira, novembro 26, 2003
CATALÁXIA
Um dos melhores blogs acabou.Mas como é por uma boa causa, o doutoramento do autor, acho que podemos perdoar, mas exigindo o regresso passado esse obstáculo.Um grande abraço, Rui!Catalaxia
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CONDICIONAMENTO?
Mas não era no tempo do Salazar que havia condicionamento industrial e comercial?in PublicoGrupo Zara Abre Seis Lojas Sem Autorização Por ROSA SOARESQuarta-feira, 26 de Novembro de 2003 O grupo espanhol Inditex abriu seis lojas no centro comercial Parque Nascente, em Rio Tinto, Gondomar, para as quais não tinha a devida autorização. A cadeia de moda já tinha esgotado a sua quota no mercado nacional, tendo avançado com um pedido de licença suplementar que, segundo o PÚBLICO apurou, foi indeferido pelo Ministério da Economia.O passo seguinte poderá ser o encerramento das lojas, o que deverá acontecer quando a Direcção-geral de Comércio e Concorrência (DGCC) tiver informação oficial de que as lojas se encontram abertas. A averiguação de eventuais ilegalidades é feita pela Inspecção-geral das Actividades Económicas, que pode fazer fiscalizações regulares ou por queixa formalizada junto dos serviços da DGCC. Contactada pelo PÚBLICO, fonte oficial do ministério da Economia limitou-se a referir que "uma vez verificada e comprovada a ausência de licença e a abertura em questão, os serviços de inspecção e fiscalização respectivos agirão em conformidade". O PÚBLICO confirmou, em contacto telefónico para o centro comercial Parque Nascente, que o grupo espanhol tem abertas seis insígnias: Zara, Bershka, Pull Bear, Often, Stradivarius e Kiddy's Class. No total, os espaços abertos envolverão uma área de cerca de 2900 metros quadrados. Contactado pelo PÚBLICO, o grupo espanhol não prestou qualquer esclarecimento sobre esta questão. Encerramento ou multaNo âmbito da lei de licenciamento comercial (Decreto-Lei nº 218/97), que se encontra em fase de alteração, o grupo Inditex já tinha esgotado a sua quota a nível nacional. Aliás, em recente encontro com jornalistas, para apresentação da nova lei que vai regulamentar as unidades comerciais e de dimensão relevante (UCDR), o ministro da Economia, Carlos Tavares, deu o exemplo da Zara, que, conforme referiu, não tinha licença para abrir nem mais um quiosque. Confirmada a abertura de lojas sem a devida autorização, a Direcção-geral de Comércio e Concorrência pode determinar o encerramento das mesmas, o que tem efeitos imediatos, dado que os bens comercializados não são perecíveis, como acontece no ramo alimentar. A possibilidade de simples aplicação de multa não é de excluir, sendo que no meio financeiro uma decisão dessa natureza será encarada como uma cedência ao grupo espanhol, que para além da vasta rede de lojas que possui no nosso país, contrata parte dos artigos têxteis que comercializa à indústria portuguesa. No âmbito da lei dos licenciamento comercial, ainda em vigor, a área comercial das lojas não tem importância isoladamente, vigorando o conceito de área de venda acumulada. A nova lei de licenciamento comercial, recentemente apresentada pelo ministro da Economia, não deverá entrar em vigor antes de Janeiro de 2004, dado que a introdução de uma nova taxa, a pagar nos novos licenciamentos, obriga a uma aprovação do diploma na Assembleia da República.
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sociedade
DEBATE MEIO AMBIENTE / ECONOMIA DE MERCADO
O Movimento Liberal Social convida para um debate a decorrer na próxima 6ª feira pelas 22:00, no Café Cultural Cem Ideias (Rua da Rosa, Bairro Alto, 99 - Lisboa). Esta rua é paralela à Rua do Diário de Notícias.
O debate está subordinado ao tema “Meio Ambiente e Economia de Mercado - São Compatíveis?”.
O tema será introduzido inicialmente por um membro da Direcção do Núcleo de Lisboa da Quercus - Carlos Moura (Defensor do "Nao") e por um elemento do Movimento Liberal Social - Miguel Duarte (Defensor do "Sim"), (aprox. 10 minutos cada um), mas posteriormente será aberta a discussão a todos os presentes, pelo que se espera uma noite “quente”. A moderação está a cargo de Hugo Garcia.
O objectivo com este debate é iniciar um ciclo de debates que aproximem a população portuguesa de temas na área política e que a incentivem à participação de uma forma proactiva (deve-se a isso o local e hora escolhidos).
Espera-se que esta venha a ser uma noite divertida (para quem gosta de debater política) e aberta a todos os quadrantes políticos e associações ambientais.
O Movimento Liberal Social é um grupo de jovens que partilham dos valores da Liberal International / Liberalismo Social, não tendo o grupo nenhuma ligação com qualquer partido político nacional.
O debate está subordinado ao tema “Meio Ambiente e Economia de Mercado - São Compatíveis?”.
O tema será introduzido inicialmente por um membro da Direcção do Núcleo de Lisboa da Quercus - Carlos Moura (Defensor do "Nao") e por um elemento do Movimento Liberal Social - Miguel Duarte (Defensor do "Sim"), (aprox. 10 minutos cada um), mas posteriormente será aberta a discussão a todos os presentes, pelo que se espera uma noite “quente”. A moderação está a cargo de Hugo Garcia.
O objectivo com este debate é iniciar um ciclo de debates que aproximem a população portuguesa de temas na área política e que a incentivem à participação de uma forma proactiva (deve-se a isso o local e hora escolhidos).
Espera-se que esta venha a ser uma noite divertida (para quem gosta de debater política) e aberta a todos os quadrantes políticos e associações ambientais.
O Movimento Liberal Social é um grupo de jovens que partilham dos valores da Liberal International / Liberalismo Social, não tendo o grupo nenhuma ligação com qualquer partido político nacional.
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Política
BEM À PORTUGUESA...
... em que quando passa um tipo de Ferrari o mínimo que é dito é qualquer coisa como "hás-de-te estampar na próxima curva, ó meu c...ão!":LGR1114 3 soc 495 LUSA 5628305sociedade portugal desportoVela: "É bem feito", dizem trabalhadores da Docapesca sobre Taça América Lisboa, 26 Nov (Lusa) - A decisão, hoje anunciada, de entregar a organização da Taça América de Vela a Valência (Espanha) em detrimento de Lisboa provocou satisfação e uma indisfarçável sensação de conforto aos trabalhadores da Docapesca, testemunhou a Lusa no local."É bem feito para o Governo. É um dia muito feliz para mim, porque já que eles estragaram a nossa vida, valha-nos ao menos isto", desabafou à reportagem da Agência Lusa Isabel Cardoso, co-proprietária de uma oficina e posto de abastecimento existente nas instalações de Pedrouços.Revoltada com a forma como o poder político lidou com o problema dos pescadores e trabalhadores da Docapesca, Isabel Cardoso sublinhou que "a realização da AmericaÈs Cup foi apenas um pretexto para tirar daqui esta gente". "Por exemplo, para o meu caso, o Governo não apontou qualquer solução", disse, acrescentando que será obrigada a despedir sete trabalhadores. Uma das funcionárias com futuro incerto, Carmen Simões, partilha das opiniões da ainda "patroa": "eles trataram-nos como uns cães e a prova era apenas um pretexto para nos tirar daqui", disse.Apesar das reacções mais inflamadas, a decisão de atribuir a regata a Valência não apanhou de surpresas os trabalhadores que ainda se encontram na Docapesca, três semanas depois os pescadores terem sido obrigados a deslocar a venda para o Mercado Abastecedor da Região de Lisboa."Não é surpreendente, mas estou aborrecido, porque a contestação dos comerciantes e pescadores foi contra a decisão do governo, não contra a prova em si", explicou à Lusa o empresário Arménio Dias, membro da Associação de Comerciantes de Pescado.Segundo este responsável, "o Governo não soube conduzir bem o processo e não deu tempo para que as empresas encontrassem alternativas". "A prova, se viesse para Portugal, até era boa para o país, porque nós queremos o bem de todos, mas precisamos de ser ressarcidos dos investimos a que vamos ser obrigados", disse à Lusa.Proprietário há 40 anos do principal restaurante da Docapesca,"considerado a cantina dos pescadores", Florindo Carvalho afirmou não ter sido surpreendido com a decisão. "Isto foi apenas um pretexto para nos tirar daqui, porque o projecto para que seja construído nesta zona um condomínio fechado existe há muito", garantiu. O empresário assumiu que "preferia que Portugal tivesse ganho", mas "paciência". "O pior vai ser a nossa vida", lamentou Florindo Carvalho, que dos 26 funcionários que empregava no restaurante só vai poder continuar com oito.Na Docapesca trabalhavam cerca de 200 empresas de congelados e peixe fresco, tendo a venda sido transferida para o Mercado Abastecedor da região de Lisboa (MARL), em Loures, no passado dia 03 de Maio. Segundo as contas dos sindicatos, a decisão do governo vai afectar directamente a vida de cerca de cinco mil trabalhadores. SB/NA. Lusa/fim261148 POR NOV 03NNNN
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sociedade
GOURMET GLAMOUR
Uma loja, aberta há poucos meses, em Lisboa, na zona da Expo, com produtos de qualidade e bastante variedade (vinhos, queijos, "gourmandises", etc...).A GOURMET GLAMOUR MUDOU-SE - Nova morada: Rua Ferreira Borges, 88 A (Campo de Ourique) (Tel. 21 390 41 64)Vale a pena dar lá um saltinho, nem que seja só para ver (os olhos também comem) e como este mês (para quem tem emprego) é com ordenado a dobrar, duvido que saiam de lá de mãos a abanar!
Universo Glamourmorada: Avenida D.João II Edificio D.João II, loja Norte 1990-095 Lisboa Parque Expotelefone: 21 893 6232Universo Glamour
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Gastronomia
terça-feira, novembro 25, 2003
O LIVRO DOS AMANTES II - NATÁLIA CORREIA
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Poesia
RÁDIO NOITES
RÁDIO DA SEMANA: Rádio NoitesE porque hoje é terça, há mudança de rádio; entre muitas outras:Bamboleo --> Gipsy KingsLa Copa De La Vida --> Ricky Martin Me Gustas Tu --> Manu Chao Samba pa Ti --> Santana The Night Train --> Kadoc Y.M.C.A. --> Village People
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Rádio
O PACTO DOS PATOS
Ficou definitivamente provado para quem ainda não tivesse percebido, que há duas Europas: a dos que mandam e a dos que obedecem.
Os franceses e alemães decidiram que não se lhes aplicavam as regras que tinham estabelecido e o governo português, obedientemente, votou a favor do contrário que a ministra Ferreira Leite sempre andou a defender!
Os franceses e alemães decidiram que não se lhes aplicavam as regras que tinham estabelecido e o governo português, obedientemente, votou a favor do contrário que a ministra Ferreira Leite sempre andou a defender!
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Política
LA HABANA: ORDEN DE REGISTRO - RAÚL RIVERO
¿Qué buscan en mi casaestos señores? ¿Qué hace ese oficialleyendo la hoja de papelen la que he escritolas palabras "ambición," liviana" y "quebradiza?" ¿Qué barrunto de conspiraciónle anuncia la foto sin dedicatoria de mi padre en guayabera (lacito negro) en los predios del Capitolio Nacional? ¿Cómo interpreta mis certificados de divorcio?¿A dónde lo llevarán sus técnicas de acoso cuando lea las décimas y descubra las heridas de guerra de mi bisabuelo?Ocho policíasrevisan los textos y dibujos de mis hijas,se infiltran en mis redes afectivas,y quieren saber dónde duerme Andreíta,y qué tiene que ver su asma con mis carpetas.Quieren el código de un mensaje de Zucu y en la parte superiorde un texto críptico (aquí una sonrisa triunfal del camarada) "Castillos con caja de música. No dejo salir al niño con el Coco. Yeni."Vino un especialista en intersticiosun crítico literario con rango de cabo interino que auscultó a punta de pistola los lomos de los libros de poesía.Ocho policíasen mi casa con una orden de registro,una operación limpia,una victoria plenade la vanguardia del proletariado que confiscó mi máquina Cónsul,ciento cuarenta y dos páginas en blancoy una papelería triste y personal que era lo más perecederoque tenía ese verano.Raúl RiveroTranscrito de Unión Liberal Cubana
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Cuba
PRAZER EM DEGUSTAR
Um blog sobre vinhos! De um leitor brasileiro da Revista de Vinhos, o Ivan Coutinho, que fala sobre vinhos de todo o mundo. Tem um indíce remissivo, com todas as entradas desde Setembro de 2001. Vale a pena a consulta.Repesco a primeira entrada, já com mais de dois anos mas sempre actual:MÁXIMASaber escolher o vinho para um dado momento é importante. Mas preparar-se espiritualmente para degustá-lo é extremamente necessário.postado por Ivan CoutinhoVinhos - Prazer em DegustarMudou para:Vinhos - Prazer em Degustar
TENTATIVA DE RESPOSTA
Tentativa de resposta ao editorial do passado sábado, de José António Saraiva, no Expresso:"... perante a cobertura mediática deste caso, apetece perguntar: o que teria sido feito ... se em lugar de Maria João Ruela tivessem baleado Manuela Moura Guedes?"MULTIDÕES NAS RUAS A FESTEJAR?
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diversos
segunda-feira, novembro 24, 2003
IRAN ALONE HAS 30.000 POLITICAL PRISONERS
Um artigo assustador, de um jornalista iraniano sobre o que significa ser preso político no Irão.AMIR TAHERIIran alone has 30,000 political prisonersAnyone looking for a Muslim Nelson Mandela is bound to be disappointed. Muslim tyrannies do not allow a serious opponent to live long enough, even in prison, to acquire the iconic status that the former ANC leader won in South Africa.The apartheid regime, evil as it was, observed some rules. Muslim tyrannies observe none, except the dictates of their survival instincts. Had Mandela been held in a Muslim tyranny, he would have been dead and forgotten long before the world knew his name.The Muslim world accounts for some 80 percent of political prisoners in the world. But none are allowed exposure that might enable them to acquire a Mandela-like star status.Prisoners at the opposite end of the ideological spectrum to the regime become non-persons — seldom seen even by their families, and never spoken of. The only prisoners allowed some exposure are those who shared the regime’s roots before breaking with it for personal and/or political reasons.In Iran, for example, many opponents of Khomeinism, from monarchists to Marxists, when captured, were simply murdered between 1980—1997.Today, there are an estimated 30,000 political prisoners in Iran. Most are lower or mid-ranking democrat, monarchist, Marxist or other leftist elements that lack the name-recognition needed for "Mandelaization." No one knows how many are still alive.Our search for potential Mandelas, therefore, has to focus on the 2,000 or so prisoners who emerged from within the regime.This is a motley crowd and includes former hostage-takers, former terrorists, repentant Khomeinist clerics, and former high officials.The longest-held prisoner in this category is Abbas Amir-Entezam, aged 70, who was deputy prime minister in the mullahs’ first cabinet in 1979. He was jailed on a charge of espionage for the CIA in 1980 and has been behind bars ever since.Also noteworthy is Hashem Aghajari, a former Revolutionary Guard member, who started calling for a separation of mosque and state last year, now in prison under a suspended death sentence.Mention must also be made of Grand Ayatollah Hussein-Ali Montazeri, aged 81, who has been under house arrest for some 15 years. In 1979, he was the Islamic Revolution’s number-two, after Khomeini, who named him his political heir. Montazeri broke with Khomeini in 1986 and since then, in his own words, "has tried to pay for some of my sins in the revolution."That’s about it. Sorry, guys, no Mandela in our neck of the woods.The writer, an Iranian author and journalist, is editor of the Paris-based Politique Internationale.Amir Taheri
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irão
PORQUE - SOPHIA de MELLO BREYNER ANDRESEN
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Poesia
ASE'S CORNER
Cada vez mais imprescindível, um verdadeiro farol do liberalismo europeu:Ase's Corner
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PONTE FILIPINA
domingo, novembro 23, 2003
MONIZ CHUMBA NO EXAME DE CÓDIGO
Por momentos, hoje, ao ver a primeira página do 24 Horas - MONIZ CHUMBA NO EXAME DE CÓDIGO - pensei que estivesse a ser feito algum tipo de exame de código de ética aos directores dos canais de televisão e que o da TVI tivesse chumbado. Mas não, era apenas o exame de código para ter a carta de condução.
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sociedade
OS MALANDROS DOS AMERICANOS...
Os malandros dos Americanos, foram para o Iraque, como sabemos, para roubar o povo iraquiano, principalmente o petróleo. Então não é que de repente aparece o comboio que liga Mossul à Síria a funcionar, o que já não acontecia há largo tempo e há electricidade 24 horas por dia (dez a doze vezes o que acontecia no tempo do Saddam!). Que dirão a isto os Barnabés & Cª ?
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Política
sexta-feira, novembro 21, 2003
RECEITA - ROLO DE CARNE À FRANCESA
Para fazerem no fim de semana:ROLO DE CARNE À FRANCESA500 gr. de carne de vaca picada; 250 gr. de carne de porco; 250 gr. de vitela(peito); 50 gr. de chouriço; 1 colher de sopa de margarina; 100 gr. de toucinho;.20 bolachas de água e sal; 4 ovos; 2 cebolas grandes; 1 copo de vinho branco; 20 grãos de pimenta; 2 cenouras; 2 cravos-de cabecinha; salsa; louro; 50 gr. de azeitonas pretas; sal ,pimenta e noz-moscada. Passe as carnes pela máquina de picar. Passe tambem o chouriço, as bolachas, 1/4 da porção de toucinho e um ramo de salsa.Tempere com sal, pimenta e noz-moscada. Coza uma cebola, previamente picada, com a margarina e,quando estiver macia,junte-a ao preparado anterior. Adicione os ovos inteiros e amasse tudo muito bem.Com a ajuda de um rolo de madeira estenda o preparado e por cima coloque algumas tiras de toucinho, de cenouras cozidas e azeitonas pretas descaroçadas. Enrole e envolva o rolo de carne num pano branco. Ate com uma guita.Mergulhe o Rolo num tacho com água a ferver ao qual juntou 1 cenoura, a restante cebola cravejada com os cravos de cabecinha, o vinho branco, os grãos de pimenta, um ramo de salsa, uma folha de louro, sal e o restante toucinho. Quando o rolo estiver duro, retire o tacho do lume e deixe-o arrefecer dentro do caldo.
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Gastronomia
RESTAURANTE - CORETO DE CARNIDE
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Gastronomia
UNICOS - VEGAS ROBAINA
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charutos
MADEIRA
Como já se deverão ter apercebido, o novo blog sobre a Madeira foi adiado por problemas de acesso à Blogger Brasil. Já concluí que não vale a pena insistir, para depois ter grandes dificuldades em colocar entradas. Assim, espero em breve arrancar, já em novo endereço!
quinta-feira, novembro 20, 2003
ABRI MINHA JANELA AO VENTO NORTE - RUY CINATTI
Abri minha janela ao vento norte A ver se o frio me acordava De um sonho em que eu próprio duvidava. - No céu brilhavam estrelas mais que nunca. Em vão, desde então, eu procurei Lembrar o seu olhar, a sua imagem Tão bela, tão perfeita, mais miragem. - No céu brilhavam estrelas mais que nunca.Ruy Cinatti
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Poesia
ESTORIL
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Fotos
BLOGS - DESENHOS ANIMADOS E JOGOS & MANIFESTO-ME
Dois blogs para a categoria sub-18, indicados pela Jacky dos blogs Palavras em Férias e Linguagem das Flores:desenhos animados e jogos. Mário - 7 anos de idadeM A N I F E S T O - M E . Thita - 5 anos.
SUB-21
Constou-me que o Victor Hugo Salgado e a sua equipa da Associação Académica de Coimbra vão ser em breve integrados pelo José Romão na Selecção Sub-21.Por sua vez, dada a experiência adquirida em França, os elementos da Selecção passarão a integrar os piquetes que costumam impedir a entrada na Universidade de Coimbra.
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sociedade
SENHOR VERTIGEM
Quem quer ganhar um jantar? Basta ir a este blog e adivinhar o autor da frase. Eu dou uma ajuda: está preso nos EUA, depois de ter sido muito procurado!
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quarta-feira, novembro 19, 2003
COITADOS DOS PAPAGAIOS FORMATADOS
Enquanto não tem blog próprio, um texto do meu amigo Jorge Afonso.COITADOS DOS PAPAGAIOS FORMATADOS...por Jorge AfonsoDesde pequeno, sempre me fascinaram as andorinhas e os papagaios. Aquelas pela positiva, estes pela negativa. Fascina-me a forma como as andorinhas voam, a destreza de movimentos, a possibilidade de escolherem os beirais dos telhados onde fazem os seus ninhos. Em suma, admiro-lhes a liberdade individual para se deslocarem e para escolherem os vizinhos. Se não voltarem no ano seguinte, é certo e sabido que não gostaram da vizinhança.Ainda hoje, quando no Verão passo alguns dias de férias em casa dos meus pais, lá para os lados de Castelo Branco, gosto de ver as andorinhas. E a Francisca, a minha filha mais nova, capaz de as identificar, põe-lhes nomes. Sempre ensinei aos meus filhos que, em nome dos valores e do respeito pelos outros, devemos tratar as pessoas pelos nomes. Também foi assim que os meus pais me ensinaram. As pessoas não são números, se bem que alguns pensem assim. Cidadão nº 3567893 no BI. Cidadão nº 173490562 no número de contribuinte. Cidadão nº 1638 da freguesia tal no cartão de eleitor. Nem pensar! Então, porque não dar nomes aos animais? E a minha filha chama-lhes nomes engraçados: Speedy, Bonita, Quente e Frio (talvez pelo contraste do preto e do branco) e outros de que não me recordo.E quanto aos papagaios? Porque me fascinarão, perguntará o leitor neste momento, imaginando-os sempre presos por uma corrente? Por isso mesmo.Sempre me fascinou como os papagaios podem viver permanentemente acorrentados, repetindo constantemente as palavras que o dono lhes ensinou, apenas a troco de um poleiro e de algumas sementes para comer. E para mais, a única ilusão de liberdade de que podem dispor são os momentos em que se penduram de cabeça para baixo, tentando ver o mundo ao contrário, mas sempre acorrentados. Pobres papagaios! São formatados pela voz e vontade dos donos, a troco de uns pratos de lentilhas e hipotecando a própria liberdade individual. Resta-lhes a beleza e colorido da sua penagem de que fazem gala, como aqueles que hoje apenas vivem da ditadura da imagem, privilegiando a forma e sem qualquer conteúdo. Mas até o colorido se vai tornando baço com os anos!A formatação a que foram sujeitos leva-os a não entender que poderão existir registos mentais distintos. Que as diferenças e a diversidade são os principais vectores de qualquer mudança numa sociedade que se pretende livre, justa e equilibrada, ao contrário da sua, homogeneizante, reducionista e desequilibrada. Querem sempre mais do mesmo!Por todas estas razões, prefiro as andorinhas. São garantia de liberdade individual e de novos horizontes por descobrir. Ao contrário dos papagaios formatados, ainda por cima, com iniciais de partido já defunto.E à noite? À noite, as andorinhas recolhem ao seu ninho sem portas e continuam livres. Os papagaios formatados são recolhidos pelos donos atrás de portas e continuam aprisionados. Coitados dos papagaios formatados...
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Política
MICKEY
Agora a sério, dois sites do Mickey, ambos não-oficiais. Só há sites oficiais da Disney (já anteriormente indicados), não há nenhum especificamente de um personagem.Mickey Mouse . Uma biografia, a filmografia e várias figuras de que se pode fazer o dowload.Hidden Mickeys . Neste site são listados os Mickeys escondidos que há pelos parques da Disney. Querem saber ao certo o que são os Mickeys escondidos? Vão ver o site!
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banda desenhada
MICKEY
O Mickey fez ontem 75 anos!Um pouco atrasada, cá vai a minha homenagem!
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diversos
EL PALADEO - SOCIEDAD GASTRONÓMICA
El Paladeo - Sociedad Gastronómica
Um excelente site espanhol sobre gastronomia, com as descrições de cada secção em treze (!) linguas, entre as quais os português (com um ou outro erro, é certo), mas são só as descrições!Recomendações, receitas, consultório gastronómico, truques e conselhos, calendário gastronómico (a melhor altura do ano para utilizar determinados ingredientes), rotas gastronómicas, dicionário, carta de vinhos, enciclopédia do gourmet e mais, muitas mais secções interessantes. Também tem loja on-line.Vale a pena passar umas horas a explorar este site!Alguns exemplos:No dicionário:BACALAO Pez marino, que alcanza 1,50 metros de longitud. El bacalao vive en las frías aguas del Atlántico Norte y los mares Árticos, sobre todo de Terranova e Islandia, donde se pesca en verano, a partir del mes de mayo. Su carne se consume fresca, salada o cruda. De su hígado se extrae un aceite de excelentes propiedades medicinales, comúnmente utilizado como reconstituyente. Na Enciclopédia do gourmet:Puros - Degustación
A la hora de disfrutar un buen cigarro puro hay que evitar algunas costumbres que impiden disfrutarlo plenamente. Cuando corte un puro, por ejemplo, nunca se perfora la perilla con un palillo o fósforo. De esta forma, el tabaco se compacta e impide que el cigarro tire. El corte debe practicarse sin brusquedad en todos los puros de calidad. Tiene que ser plano y respetar la delicadeza con la que se colocó la perilla. Un corte ideal debe ser un poco más pequeño que el diámetro del puro, garantizando de esta forma el tiro del cigarro. Utilice una pequeña guillotina o tijera para cortar la perilla del cigarro, de forma que la parte inferior de la misma quede intacta para evitar que la capa comience a desenrollarse. Con esta herramienta, se practica un corte circular y preciso alrededor de la cabeza, además de ser un corte limpio y equilibrado. Pero recuerde que la cuchilla debe estar en perfectas condiciones, por que de lo contrario podemos estropear el puro.
Um excelente site espanhol sobre gastronomia, com as descrições de cada secção em treze (!) linguas, entre as quais os português (com um ou outro erro, é certo), mas são só as descrições!Recomendações, receitas, consultório gastronómico, truques e conselhos, calendário gastronómico (a melhor altura do ano para utilizar determinados ingredientes), rotas gastronómicas, dicionário, carta de vinhos, enciclopédia do gourmet e mais, muitas mais secções interessantes. Também tem loja on-line.Vale a pena passar umas horas a explorar este site!Alguns exemplos:No dicionário:BACALAO Pez marino, que alcanza 1,50 metros de longitud. El bacalao vive en las frías aguas del Atlántico Norte y los mares Árticos, sobre todo de Terranova e Islandia, donde se pesca en verano, a partir del mes de mayo. Su carne se consume fresca, salada o cruda. De su hígado se extrae un aceite de excelentes propiedades medicinales, comúnmente utilizado como reconstituyente. Na Enciclopédia do gourmet:Puros - Degustación
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Gastronomia
10ª FEIRA DO LIVRO ISLÂMICO
Está a decorrer em Lisboa, até ao fim do Ramadão, dia 25, na Madrassa (escola) da Mesquita Central de Lisboa, na Av. José Malhoa, ao Bairro Azul, funcionando das 14h15 às 19h15.
Há numerosas obras sobre o Islão e os seus profetas (muitos dos quais comuns à religião católica!), em português, inglês, francês e espanhol, a maioria a preços abaixo dos 5 euros.
Vale a pena uma deslocação e a compra de uma ou outra obra, que ajude a conhecer melhor esta cultura e religião.
Há numerosas obras sobre o Islão e os seus profetas (muitos dos quais comuns à religião católica!), em português, inglês, francês e espanhol, a maioria a preços abaixo dos 5 euros.
Vale a pena uma deslocação e a compra de uma ou outra obra, que ajude a conhecer melhor esta cultura e religião.
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livros
terça-feira, novembro 18, 2003
TAXISTAS
Pela reacção corporativa dos taxistas à prisão de três deles no Aeroporto de Lisboa por terem tentado cobrar o triplo do que deviam, deve estar para breve a criação da Ordem dos Taxistas!
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sociedade
CUBA - OSWALDO PAYÁ
¡Queremos nuestros derechos, los queremos todos y los queremos ahora! Puente Informativo Cuba-Miami: Entrevista exclusiva de Oswaldo Payá Sardiñas con el periodista Edmundo García en su programa radial" La Noche Se Mueve" por la WQBA 1140 AM.EG: Oswaldo, cuando tu planteaste que se escuche la voz de la disidencia y que se escuche la voz de la oposición en la Cumbre de Bolivia...tú estabas hablando de tí, del Proyecto Varela? Tú estabas hablando que se escuchara la voz tuya o la del Proyecto? Cuando tú te referías a "que se escuchara la voz de los cubanos que no tienen voz" a que tu te referías?OPS: Si me lo preguntas tú, sinceramente te hago la aclaración aunque casi la creo innecesaria. Estamos pidiendo la voz para el pueblo de Cuba. Estamos diciendo que el gran ausente en esas Cumbres ha sido el pueblo de Cuba porque no ha habido una palabra expresamente para el pueblo de Cuba en todo este tiempo. Y si el documento lo hacemos nosotros, no es para pedir un espacio para nosotros, porque en definitiva, los derechos que están conculcados son los de todos los cubanos y es muy importante que en esta Cumbre, después de los acontecimientos de marzo que continúan con una campaña de represión, no solo contra la disidencia sino contra todo el pueblo, que se le dijera a esos mandatarios que durante muchos años hemos estado enviando mensajes , haciéndoles llamamientos y peticiones, pero que ésta vez, como que la mayoría de los que siempre firmaban estos documentos están en prisión, les decimos sencillamente, esta vez no les vamos a pedir nada, actúen ustedes según sus conciencias y en correspondencia con esos valores de democracia y con esos principios democráticos si se quiere, que tanto han enarbolado en las Cumbres y que aquí en Cuba se violan sistemáticamente.Yo pienso que el documento habla por sí mismo, es criticable, es opinable pero no podemos evitar que aquellos que utilizan el tema de los presos, que utilizan el tema de las violaciones de los derechos humanos, que utilizan el tema de la desgracia cubana, no para defender al pueblo cubano, a las víctimas de las violaciones y a los presos políticos, sino para buscar algún argumento para atacar aquel quien es rival, eso, no nos puede seguir desgastando, porque las energías que tenemos las tenemos que utilizar para defender al pueblo de Cuba. Y parece que es inevitable que algunos hayan caído en su propia trampa de terminar tristemente siendo instrumento de aquello que parecía que querían combatir.Lo tengo que decir así, porque esto ha sido sistemático y yo no quiero establecer una polémica pero sí decir como nos sentimos. Tenemos muchos hermanos presos, tenemos un pueblo que se está jugando su destino histórico en estos momentos. Respetamos todas las opciones, todos los criterios pero nuestra energía tiene que estar dirigida en la solidaridad con este pueblo, en aunar esfuerzos para lograr los cambios que necesitamos para lograr la libertad y de verdad que ya bastante daño y desgaste ha hecho esta rivalidad, estas envidias, estas distorsiones en permanencia. Digo esto porque hace sólo unos días enviábamos un mensaje a todo el mundo, a todos los gobiernos a Naciones Unidas, exigiéndoles una resolución de la Asamblea General de Naciones Unidas sobre la violación de los derechos humanos en Cuba o una resolución que expresamente pidiera la libertad de los presos políticos y el derecho de los cubanos a realizar los cambios hacia la democracia. Yo pensé que en el exilio, que tienen la voz, que tienen los medios, que tienen las posibilidades mas allá de rivalidades iban a levantarse muchas voces hacia el Mundo apoyando esto que estábamos pidiendo que no era el apoyo al Proyecto Varela. Era la libertad de los presos y el derecho del pueblo cubano a la democracia. No hubo esa solidaridad, no conmigo, con el pueblo cubano. En algo tan importante y en un momento tan importante en que está reunida la Asamblea de Naciones Unidas. La energía no es para esa solidaridad. Es para otra cosa. Inclusive creo que el documento fue bien silenciado. No en el mundo, pero por esas voces que se dedican a criticar. Y que sigan criticando pero, repito eso es significativo porque era un llamamiento desde Cuba, a que no haya incoherencia e hipocresía. Así lo decíamos, que si lo que les importa es el pueblo cubano, lo más grave que ocurre en Cuba es la violación de derechos humanos y un régimen que se perpetúa diciendo que es intocable por encima de la autodeterminación del pueblo de Cuba. Creo que muchos ni siquiera han llegado a conocer ese documento porque no fue debidamente divulgado.EG: Oswaldo, hoy la embajadora de Cuba en España, Isabel Allende, consideró y casi lo dio de improbable que Cuba recibiera una condena por parte de la Cumbre Iberoamericana. Y dijo que no era tema para discutir en la Cumbre y que le parecía improbable que la mayoría de los países latinoamericanos se prestaran para una maniobra tan burda por parte de los Estados Unidos y lo ha reseñado como que quizás haya pasado algo que no sabemos. Que opinión te merecen estas declaraciones?OPS: Lo primero que hay que aclarar es que aquí nadie está pidiendo una condena para Cuba. Cuba está condenada por el régimen que tiene. Vamos primero a definir los términos. Porque cada vez que se condenan las violaciones de los derechos humanos que hace el régimen, dicen que están condenando a Cuba. Aquí la disidencia, nosotros, nuestros hermanos y los que son solidarios, jamás han pedido condena para Cuba. Lo que pasa es que como el comunismo es un régimen esencialmente excluyente, para ellos. Cuba es el poder y usurpan hasta la identidad que corresponde a todo nuestro pueblo. Y nosotros ni siquiera decimos hablar en nombre del pueblo, sino defender los derechos de todos los cubanos. Es decir, del pueblo cubano. Y quiero decirles que es posible que logren una vez más que allí, en esa Cumbre esto se silencie, que no haya una expresión colectiva de reconocimiento de la situación que vive el pueblo cubano. Eso no nos va a desalentar aunque pensamos que todos esos gobiernos de Iberoamérica por respeto y solidaridad con el pueblo de Cuba, si no lo quieren seguir excluyendo, si como dice el documento, si no quieren hacer un silencio cómplice, entonces deben hablar claramente de esta situación de violación a los derechos humanos en Cuba. De los prisioneros políticos y de algo muy sencillo, de por qué no se le da la voz al pueblo cubano para que se exprese por si mismo.Porque aquí en medio de esto hay una cortina de humo permanente. Es como dar a entender que los cubanos escogimos este régimen sin derechos y que nos gusta vivir así. Y por eso es que hemos pedido un referéndum y lo seguimos pidiendo. Porque eso es la voz del pueblo que va a señalar, queremos nuestros derechos, los queremos todos y los queremos ahora.EG: Quisiera que abundaras sobre cómo es que el Proyecto Varela ha podido seguir avanzando dentro del País, a pesar de que entre las organizaciones que tienen presos es posiblemente la que más presos tiene? OPS: Eso es algo que quiero decirte hasta en tono de denuncia, porque si se denuncia aquí adentro yo creo que a veces es sano escuchar también nuestra protesta venga de donde venga, tengo que decir la injusticia. Cuando entregamos las 14,384 firmas, de verdad que fue decepcionante para algunos aquí escuchar de inmediato tergiversaciones e intrigas, que no venían del Gobierno. El Gobierno casi no habló de eso. No se atrevió. Sino que venían de algunos hermanos nuestros del Exilio. Entonces, ya el problema no era que los cubanos están levantando la cabeza en medio del terror, sino de buscar algún resquicio con qué devaluar eso que por otra parte y que así lo digo en protesta, no por mí; sino por esas personas que están arriesgando mucho en su vida por los cambios en Cuba, muchos minimizaron o silenciaron eso allí en la ciudad de Miami.Se los estoy diciendo así claramente porque yo no tengo por qué, si por una parte respeto y voy a respetar siempre, por otra parte no tengo porqué actuar con ninguna demagogia. Y fue silenciado en parte algo tan...tan importante. Importante porque ahí estaban las firmas de personas de las muchas, muchas más de 14,000 que firmaron después de la primera entrega de firmas. Nuevas personas. Porque enseguida salió alguien o algunos que dijeron son las mismas firmas con 3,000 más. No...No tergiversen eso, por respeto a los que firmaron, no tergiversen eso. Son 14,384 nuevas personas y hay muchas más. Lo que nos quitaron firmas, se confiscaron, algunos hermanos nuestros que las tenían guardadas en sus casas las quemaron, las destruyeron con tal de que no cayeran en manos de la Seguridad del Estado. Conservamos muchas de esas y seguimos recogiendo más. En medio de toda esta turbulencia represiva, y les digo que en este momento están visitando, amenazando, expulsando de los trabajos con chantajes y coacciones propias de las mafias, y en medio de eso, no vamos a hacer alardes ni amplificar. El Comité Ciudadano está extendido en todo el País, en casi todos los municipios. Si no hay ya un Comité, hay ya un equipo. Hay muchas personas dentro de Cuba que sin muchas disquisiciones pero con mucha profundidad, están en un ambiente de simpatía buscando el Proyecto y nosotros, repito, no estamos defendiendo un proyecto, estamos defendiendo algo mucho más importante de lo que el proyecto es un simple instrumento que es la necesidad vital de los cambios que quiere el pueblo de Cuba ahora, cambios hacia la libertad real, hacia la democracia real. Y en el Proyecto Varela muchos ven esa solución. Por eso el gobierno está empleando todos los recursos represivos, propagandísticos y de inteligencia también y políticos dentro y fuera de Cuba y valiéndose de todo lo que puede valerse para paralizar esto. Si alguien quiere medir el alcance de éste movimiento del pueblo, que lo mida no a partir de nuestro humilde esfuerzo sino de los inmensos y desesperados esfuerzos que está haciendo el gobierno por silenciarlo. Y los que me están escuchando por la tercera línea que no son la emisora ni eres tú, sino los que constantemente graban y monitorean lo que se hable desde éste teléfono, bien, hay que tener algunas palabras para ellos, son cubanos también, saben que lo que estoy diciendo es verdad. Muchas gracias Oswaldo. Grabado y Transcrito de una grabación original durante el programa radial "La Noche Se Mueve" del periodista Edmundo García que se escucha por la WQBA 1140 AM, por el Puente Informativo Cuba Miami el 12 de noviembre de 2003.
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Cuba
RÁDIO ROCK PORTUGUÊS - ANOS 80
RÁDIO DA SEMANA: Rádio Rock Português - Anos 80Com os grandes êxitos dessa época, tais como:Brava Dança dos Heróis --> Heróis do Mar Chiclete --> Táxi Cristina --> Rock & Várius Foram Cardos, Foram Prosas --> Manuela Moura Guedes Kasbah --> Jáfumega Lima 5 --> Trabalhadores do Comércio Patchouly --> Grupo de Baile Portugal Na CEE --> GNRRua do Carmo --> UHF Sei de Uma Camponesa --> Rui Veloso
MANUELA FERREIRA LEITE
Com a confirmação de um défice acima de 5%, provou-se a falência da política seguida nas Finanças. Este Governo não foi capaz de introduzir as reformas necessárias na Administração Pública e mais uma vez só lá vai à custa de receitas extraordinárias. Não fazem melhor do que os socialistas. Ainda por cima, continua-se a cortar no investimento, deixando crescer as despesas correntes! E está provado que com esta ministra, NADA mudará!
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Política
TIMIDEZ- CECÍLIA MEIRELES
Basta-me um pequeno gesto,feito de longe e de leve,para que venhas comigoe eu para sempre te leve...- mas só esse eu não farei.Uma palavra caídadas montanhas dos instantesdesmancha todos os marese une as terras mais distantes...- palavra que não direi.Para que tu me adivinhes,entre os ventos taciturnos,apago meus pensamentos,ponho vestidos noturnos,- que amargamente inventei.E, enquanto não me descobres,os mundos vão navegandonos ares certos do tempo,até não se sabe quando...e um dia me acabarei.Cecília Meireles
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Poesia
segunda-feira, novembro 17, 2003
IRÃO - AMNISTIA INTERNACIONAL
Amnesty-Iran Protesto junto das autoridades iranianasIran: Stop TortureIn recent years a number of students, writers, publishers and others have been victims of grave human rights violations in the Islamic Republic of Iran. Despite significant political changes in the past three years, Iran remains a serious violator of human rights across the range of AIs mandate, including prisoners of conscience, torture/ill-treatment, cruel punishments and a high level of executions. The case of Ahmad Batebi
Ahmad Batebi, a student of film production attached to Tehran University, was 21 years old when he was arrested in July 1999 during clashes between students and the security forces in central Tehran. From the end of June 1999 until the day of his arrest Ahmad Batebi was, with the authorization of his university, producing a documentary about the dangers of drug addiction and social problems. When he heard about the student dormitory disturbances, he went to cover the incident and was subsequently arrested by a plainclothes militiaman who was present at the student demonstration. Ahmad Batebi has been in prison since then and was sentenced to death after a secret trial by the Revolutionary Court; his sentence was later reportedly commuted to 15 years imprisonment by the Leader of the Islamic Republic of Iran. In March 2000, he wrote an open letter from prison to the Head of the Judiciary describing his treatment in detention. Ahmad Batebi alleged that an official report available from the Law Enforcement Forces showed that he was condemned to flogging; he was blindfolded and the sentence was carried out in the same room where he was being held. He was later transferred by bus to another location where he was separated from the other people arrested. The following brief account of what happened to him during his interrogation and trial is according to his own testimony in the open letter.Ahmad Batebi said in the open letter that soldiers bound his hands and secured them to plumbing pipes. They beat his head and abdominal area with soldiers shoes. They insisted that he sign a confession of the accusations made against him. The next day, he was thrown onto the floor, they stood on his neck and cut off all his hair and parts of his scalp causing it to bleed. They beat him so severely with their heavy shoes that he lost consciousness, and when he regained consciousness, they started their actions again, ordering him to write and sign a "confession". When he refused, they took him to another room, blindfolded him and secured his bound hands to the window bars.During his interrogations, they threatened several times to execute Ahmad Batebi and to torture and rape his family members as well as imprison them for long terms. The investigators ordered him to confess to false allegations and under extreme duress, he signed a "confession" fearing that they would carry out their threats to him and his family. As far as Amnesty International is aware, no official investigation has been undertaken to examine the above allegations of torture made by Ahmad Batebi. TAKE ACTIONE-mail, write or fax the Iranian authorities and call for a thorough, impartial investigation into the attack on the demonstration and to make public the details of allegations of torture against Ahmad Batebi and other students and for further investigations into police conduct on raids on student unions and further harassment, arrest and "disappearance" of activists.The President, Islamic Republic of IranHojjatoleslam val Moslemin Sayed Mohammad KhatamiThe Presidency, Palestine Avenue, Azerbaijan IntersectionTehran, Islamic Republic of IranEmail: khatami@president.irFax: + 98 21 649 5880 (please ask for the fax to be forwarded to President Khatami)The President, Islamic Republic of IranHojjatoleslam val Moslemin Sayed Mohammad KhatamiThe Presidency, Palestine Avenue, Azerbaijan IntersectionTehran, Islamic Republic of Iran Your Excellency,I am concerned that Ahmad Batebi, who continues to be held after a secret trial, and a number of other students in Iran have reportedly been subjected to torture and / or ill treatment while in custody. I respectfully urge Your Excellency that Ahmad Batebi should be immediately and unconditionally released if he is detained solely for the non-violent expression of his conscientiously held beliefs.I also request Your Excellency to ensure that an independent investigation is conducted promptly by your government into all allegations of torture and ill treatment, that the result of such an investigation is made public and that anyone found responsible is brought to justice. I urge Your Excellency's government to help put a stop to torture and other ill-treatment of detainees immediately by making it clear to all members of the police, military and other security forces that torture will not be tolerated under any circumstances.As Your Excellency may be aware, Article 5 of the Universal Declaration of Human Rights (UDHR) states that "no one shall be subjected to torture or to cruel, inhuman or degrading treatment or punishment". I respectfully urge the Government of the Islamic Republic of Iran to ratify, without reservation, the United Nations Convention against Torture and Other Cruel, Inhuman or Degrading Treatment or Punishment and to comply with its provisionsYours sincerely
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irão
MADEIRA
Novo blog adiado por umas horas: muito complicado utilizar blogger Brasil esta noite; entra-se e surge quase imediatamente mensagem - tempo excedido. Tentarei colocar de manhã!
CLUBE DE VINHOS JN
Um clube de Vinhos com preços muito acessíveis, sendo a escolha feita pelo conhecido Alfredo Hervias y Mendizábal. Há duas opções mensalmente: Selecção Garrafeira, com 3 garrafas e Selecção Colheita, com 6 garrafas. Qualquer delas com um custo de 25 euros.
Este mês, na Selecção Garrafeira:Vinha Grande 1999 Douro, tintoFagote Reserva 2001 Douro, tintoCovela Escolha 2001 Regional Minho, tintoNa Selecção Colheita, duas garrafas de cada:Planalto 2002 Douro, brancoGrão Vasco 2001 Dão, tintoFagote 2001 Douro, tintoJN- Clube Companhia dos Vinhos
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vinhos
ANOITECER NA PRAIA
PEDRO NAMORA
Segundo os jornais, Pedro Namora vai processar o ex-provedor adjunto da Casa Pia, Manuel Abrantes e diz que "está à mercê de pessoas que têm uma estratégia clara para o descredibilizarem".Mas ainda alguém se dá ao trabalho de descredibilizar o Pedro Namora? Para quê? Basta ele próprio, a cada vez que abre a boca!
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sociedade
EDGAR ALLAN POE
"Those who dream by day are cognizant of many things that escape those who dream only at night."Edgar Allan Poe (1809-1849)
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citações
domingo, novembro 16, 2003
GNR NO IRAQUE
Esperemos que a presença da GNR no Iraque não seja tratada da forma amadorística como foi a presença dos jornalistas: pelos vistos foram convidados a acompanhar a GNR na viagem, mas chegados ao Kuweit, foi-lhes dito que não poderiam ter a protecção das forças portuguesas e que não as poderiam acompanhar. Deu no que deu...
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diversos
DIA EUROPEU EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DAS ESTRADAS
16 de Novembro de 2003 Dia Europeu em Memória das Vítimas das EstradasImporta que não seja apenas mais um dia, mas que seja uma preocupação constante.Um blog dedicado apenas a este assunto:Paz na Estrada
O Dia da Memória é um dia de evocação e um dia de acção. De evocação da memória dos nossos familiares e amigos mortos na estrada, soldados desconhecidos de uma guerra suja e aparentemente interminável, soldados que a maior parte das vezes nem sabem que o são, e que caem muitas vezes antes mesmo de deixarem de ser crianças (ou, como aconteceu recentemente em Aveiro, antes mesmo de ser crianças). O direito à vida foi-lhes roubado, em nome do direito da força: a força do excesso de velocidade, a força da sensação de impunidade, a força de conduzir alcoolizado, de falar ao telemóvel, de não parar nas passadeiras, e também a força de construir e manter estradas sem respeito pela integridade física dos cidadãos. O Dia da Memória é também um dia de acção. Um gesto, mesmo que simbólico e algo estranho, como a deposição de coroas de flores num monumento tomado de empréstimo, tem a força da razão que está por detrás dele. Para acabar com esta guerra, não precisamos de recorrer à força das acções sangrentas porque esta é uma guerra que não se vence pela razão da força mas pela força da razão e pela valorização da memória. A memória é parte importante na construção da identidade de um país, de um colectivo. A função dos monumentos nas nossas cidades é também essa: homenagear, honrar, dizer que não esquecemos. (texto completo no blog citado)
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sociedade
O LUAR - ALBERTO CAEIRO
O luar quando bate na relva Não sei que cousa me lembra... Lembra-me a voz da criada velha Contando-me contos de fadas. E de como Nossa Senhora vestida de mendiga Andava à noite nas estradas Socorrendo as crianças maltratadas ... Se eu já não posso crer que isso é verdade, Para que bate o luar na relva? Alberto Caeiro
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Poesia
sexta-feira, novembro 14, 2003
MADEIRA
A partir da próxima segunda feira, um novo blog:MADEIRA
Sobre a Ilha da Madeira, com pelo menos uma actualização por semana. Parte dos temas a tratar estão já do lado esquerdo. Aceitam-se sugestões para novos temas (excepto política - não é um blog político!)
Sobre a Ilha da Madeira, com pelo menos uma actualização por semana. Parte dos temas a tratar estão já do lado esquerdo. Aceitam-se sugestões para novos temas (excepto política - não é um blog político!)
JORNALISTA DA TSF RAPTADO NO IRAQUE
Para meditar, o que foi escrito pelo Carlos Vaz Marques.O despacho da Lusa:14-11-2003 13:21:00 GMT . Fonte LUSA. Notícia SIR-5593346Temas: conflitos portugal iraque mediaJornalista da TSF confirma à Agência Lusa ter sido raptado no Iraque O jornalista da TSF Carlos Raleiras, desaparecido esta sexta-feira de manhã no Iraque confirmou à Agência Lusa, por telefone, que se encontra raptado e que a situação é complicada.Contactado pela Lusa, Carlos Raleiras afirmou: "Estou raptado, a situação é muito complicada, não posso falar, agora estou a falar com a minha rádio. Vou desligar".Os enviados-especiais da SIC e da TSF foram atacados por um grupo de assaltantes no Iraque.O jornalista da rádio ficou desde então desaparecido e incontactável. A jornalista da SIC foi ferida numa perna e encontra-se internada, mas fora de perigo.Lusa/Fim
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quinta-feira, novembro 13, 2003
IRÃO - PETIÇÃO À COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA ONU
Uma petição à Comissão de Direitos Humanos da ONU, a favor do estudante iraniano, Ahmad Batebi, que desapareceu depois de um encontro com um representante da ONU, no Irão:Ms. Najat Al-Hajjaji Presidente of UN High Commission on Human Rights, Imprisoned since 1999 for his involvement in student demonstrations against government sanctioned attacks on Tehran University students, Batebi has been serving the forth year of a 15 year prison sentence. Convicted on spurious charges of counter-revolutionary activity that were leveled against him after his picture appeared on the cover of The Economist, Batebi was initially sentenced to death. While Batebis death sentence was overturned as a result of widespread national and worldwide outrage over his case, he was not spared from torture and the horrible conditions in Irans notorious Evin Prison. Batebi was recently released on furlough to seek medical attention for ailments he acquired as a direct result of hardships he has had to endure in prison. His release coincided with a short visit by UN Special Rapporteur Ambeyi Ligabo, with whom he and the family members of other political prisoners met on Saturday to discuss violations of Human Rights and the restrictions on free expression in Iran. Soon after meeting with Ambeyi Ligabo, Batebi left for Tehran University, telling his father that he would return home later that evening. He has not been seen or heard from since. Given that hard-line militia supporters of the Islamic Republic have an history of abducting, torturing, and brutally murdering dissidents, Batebis disappearance has greatly worried his family, friends, and political activists. His familys appeals to the Iranian authorities have gone unanswered, and there is mounting concern that Batebi may lose his life if the regime is not pressured to take immediate and appropriate action. We, the undersigned, hereby call on the Islamic Republic of Iran to take swift and responsible action in achieving the safe return of Ahmad Batebi. We also appeal to the Human Rights community to get involved in preventing further harm to a young political prisoner who has already suffered great injustice. Committe for Saving Ahmad Batebi PETITION - The life of well-known student activist and political prisoner Ahmad Batebi is in imminent danger.
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irão
FORÇA TE DIGO - PEDRO TAMEN
Força te digo, a mim: sustenta o norte, ataca o centro e espera que a moura chame, que a lua cresça, que a tarde atarde as mãos coadas e o mundo seja areia onde se afoite a luz e nada se corrompa. Pedro Tamen
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AVANTE CAMARADA
Dedicado ao Cruzes Canhoto!Refrão:Avante, camarada, avante,Junta a tua à nossa voz!Avante, camarada, avante, camarada E o sol brilhará para todos nós!Ergue da noite, clandestino,À luz do dia a felicidade,Que o novo sol vai nascendoEm nossas vozes vai crescendoUm novo hino à liberdadeQue o novo sol vai nascendoEm nossas vozes vai crescendoUm novo hino à liberdadeAvante, camarada, avante,Junta a tua à nossa voz!Avante, camarada, avante, camarada E o sol brilhará para todos nós!Cerrem os punhos, companheiros,Já vai tombando a muralha.Libertemos sem demoraOs companheiros da masmorraHeróis supremos da batalhaLibertemos sem demoraOs companheiros da masmorraHeróis supremos da batalhaAvante, camarada, avante,Junta a tua à nossa voz!Avante, camarada, avante, camarada E o sol brilhará para todos nós!Para um novo alvorecerJunta-te a nós, companheira,Que comigo vais levarA cada canto, a cada larA nossa rubra bandeira Que comigo vais levarA cada canto, a cada larA nossa rubra bandeira Avante, camarada, avante,Junta a tua à nossa voz!Avante, camarada, avante, camarada E o sol brilhará para todos nós!
Podem fazer dowload em PCP, na secção Músicas.
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JAZZ e BD
Em Junho, falei aqui que tinha começado a sair em França a colecção BDJAZZ.Esta, reune numa compilação dois CD's e 16 páginas de Banda Desenhada sobre lendas do Jazz. Tinha levantado a hipótese de a FNAC importar esta colecção. Pois já aconteceu, estão lá à venda. Corram!



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Música
A DEMAGOGIA DOS QUE SE PENSAM ANTI-DEMAGOGOS
Parece que há muita gente a enfiar a carapuça, pelo que é de transcrever este artigo do Prof. José Adelino Maltez, publicado no Diário Digital:Sobre a demagogia dos que se pensam anti-demagogosJosé Adelino MaltezDizem os manuais que o demagogo, na sua expressão grega primitiva, era apenas o chefe ou “condutor do povo”, sem qualquer sentido pejorativo, e, como tal, se qualificavam Sólon ou Demóstenes, intimamente ligados à defesa da democracia. Contudo, a expressão sofreu uma evolução semântica, deixando de ser uma arte neutral, principalmente depois da morte de Péricles, em 429 a.C., quando surgiram novos líderes, não ligados às antigas famílias, os quais, a partir do século seguinte, começaram a ser fortemente criticados pelos adversários dos modelos democráticos. Por causa disso é que a expressão ganhou a actual conotação: aquele que procura dar voz aos medos e aos preconceitos do povo. Ou, para seguir as palavras de Bertrand de Jouvenel: a arte de conduzir habilmente as pessoas ao objectivo desejado, utilizando os seus conceitos de bem, mesmo quando lhe são contrários. Aliás, já em Platão (Politeia, livro V) o nome serviu para designar o animal que chama boa às coisas que lhe agradam e más às coisas que ele detesta. Do mesmo modo, em Aristóteles (Política, livro V), onde se acentuou que o demagogo utilizava a lisonja e os artifícios oratórios. Já no século XIX, Lincoln chegou mesmo a assinalar que é sempre possível enganar uma pessoa; que é também possível enganar todos, mas de uma só vez; mas que é impossível enganar sempre todos. Neste contexto, Max Weber, utilizando um conceito amplo de demagogo, incluiu em tal categoria o jornalista, referindo que o mesmo substituiu o púlpito. Porque, desde que foi instaurada a democracia, o demagogo é a figura típica do chefe político no Ocidente. Uma demagogia que, depois de se transmitir pela palavra impressa e através dos jornalistas, passou para a rádio e para a televisão.Fiquei assim estupefacto quando um dos mais brilhantes artistas da demagogia moderna, o político Dr. José Pacheco Pereira, vestindo o seu hábito de jornalista de ideias, quis assumir-se como um monge da anti-demagogia, utilizando os métodos da mais caricatural escolástica. O brilhante comentarista, que tão weberianamente se desmarxizou, se for fiel à sua matriz de amigo da sabedoria, tem que meter a frase solta no contexto, a letra do texto no espírito do discurso, a parte no todo, a emoção na razão, a honra na inteligência e o sentimento na ideia. Poderei assim concluir que o jornalista dos púlpitos dominicais corre o risco de ser duplamente demagogo, mesmo que rejeite o lume da profecia e fique apenas com metade do conceito de razão. Logo, apenas desejarei que, de regresso em regresso, não regresse em demasia, passando para o estreito conceito de púlpito da santificada inquisição.Pior ainda quando trata de usar os métodos dos seminaristas georgianos e dos jornais de parede da revolução cultural, esses que, retirando frases do contexto, condenaram os adversários à fogueira da diabolização adjectiva.Os efectivos amigos da sabedoria, como o Dr. José Pacheco Pereira, porque só sabem que nada sabem, não podem parecer que têm o monopólio da inteligência, do caminho, da verdade e da democracia. Se meterem a frase no texto, o texto no contexto e a letra no espírito, certamente confessarão que se enganaram. Homens livres, livram-se dos ódios e têm a coragem de vencer o preconceito. 10-11-2003 13:10:13
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Política
quarta-feira, novembro 12, 2003
POR DO SOL
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Fotos
BLOGS - PRAÇA DA REPÚBLICA EM BEJA, SEIA E SANTA CITA
Criada uma nova secção nos links de blogs:A MINHA REGIÃO</a>
São blogs de cariz regionalista, que focam predominantemente assuntos locais e que poderão eventualmente ser um sucedâneo ou complemento da imprensa regional.Praca da Republica em Beja
SEIA
Havia um terceiro, com muito humor (meio ácido, como eu gosto, mas finou-se! Pode ser que volte! Fica aqui indicado, mas apagaram as entradas).Santa Cita
(Entretanto o Santa Cita regressou, para falar de tudo, menos de Santa Cita!)
São blogs de cariz regionalista, que focam predominantemente assuntos locais e que poderão eventualmente ser um sucedâneo ou complemento da imprensa regional.Praca da Republica em Beja
SEIA
Havia um terceiro, com muito humor (meio ácido, como eu gosto, mas finou-se! Pode ser que volte! Fica aqui indicado, mas apagaram as entradas).Santa Cita
(Entretanto o Santa Cita regressou, para falar de tudo, menos de Santa Cita!)
CARAS
Não percam hoje a revista CARAS!Vão passar o dia todo bem dispostos!José Castello Branco conta tudo sobre a sua passagem pela cadeia e mostra a extrema semelhança entre esta e um retiro espiritual!IMPERDÍVEL!(e com tantos pontos de exclamação, já pareço a Vera Roquette!)
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revistas
IRÃO - ESTUDANTE OPOSITOR DESAPARECE
Mais um opositor ao regime iraniano que desaparece, depois de ter tido um encontro com um enviado das Nações Unidas:Iran student missing after meeting U.N. envoy News24.com Nov 11, 2003 Tehran - A prominent Iranian student activist who met with a visiting United Nations rights envoy over the weekend has gone missing, the student news agency ISNA reported on Tuesday. The agency also quoted Iran's prosecutor general, Abdolnabi Namazi, as dismissing the integrity of the UN's Special Rapporteur on Freedom of Opinion and Expression, Ambeyi Ligabo, who spent a week here on a key fact-finding mission. ISNA said the student activist, Ahmad Batebi, was reported by his father to have gone missing on Saturday after meeting with Ligabo. The student was one of hundreds detained during student-led protests here in 1999, and a photograph of him holding aloft a bloodstained T-shirt - a picture that was widely carried across the world - earned him a death sentence for propagating against the Islamic regime. His sentence was eventually reduced on appeal to 13 years imprisonment, and he had been on prison leave for medical reasons when he met with Ligabo. His father told ISNA that his prison leave had been due to expire on Monday, but that he had gone missing on Saturday. "If I have no news of my son and if the security of my family is not assured, I will contact human rights defence organisations," his father told the agency. Meanwhile, Namazi complained that Ligabo had raised "secondary and marginal questions" while in Iran, and said he was not expecting a balanced report from the Kenyan diplomat. "International organisations are generally under the influence of the Zionists who always try to put into question the Islamic republic," Namazi told ISNA. While in Iran, Ligabo met with a string of officials and dissidents and called on Iran to release all those jailed for press related offences or having merely spoken out against the clerical regime. He said access to the people he wanted to see had largely been satisfied, and added that a number of prisoners he met had complained of serious mistreatment, notably periods of more than 100 days of solitary confinement. His report, due for release next March, will be taken into consideration when member states of the United Nations Human Rights Commission decide on whether to forward a resolution condemning Iran.
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irão
INTERNACIONAL LIBERAL - dedicado aos muitos liberais da blogosfera Portuguesa
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<img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/ND_C_TMO.jpg"width="150" height="120"align= "left" border=2><a href="http://www.liberal-international.org/index.shtml"><img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/INT_LIB.gif""width="156" height="70"><a href="http://www.cubaliberal.org/"><img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/ULC.gif"width="150" height="120"></a><P align=justify>Por cortesia do meu amigo Tomás Munoz Y Oribe (apesar de o ter conhecido apenas no sábado, acho que já o posso chamar assim) , da <b>ULC</b> , algumas fotografias do 52º Congresso da Internacional Liberal, no fim de Outubro, em Dakar, no Senegal. Como já é do conhecimento geral, apenas participaram dois Portugueses.<br><img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/IL1.jpg"width="230" height="153"border=3><img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/IL2.jpg"width="230" height="153"border=3><img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/IL3.jpg"width="230" height="153"border=3><img src="http://carvfernandes1.no.sapo.pt/IL4.jpg"width="230" height="153"border=3>Fotos: Dakar, Prof. José Adelino Maltez, Prof. Paulo Ferreira da Cunha e Alexis Gainza Solenzal da Unión Liberal Cubana.
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Política
terça-feira, novembro 11, 2003
LIVRO DE HORAS - MIGUEL TORGA
Aqui, diante de mim, eu, pecador, me confesso de ser assim como sou. Me confesso o bom e o mau que vão ao leme da nau nesta deriva em que vou. Me confesso possesso das virtudes teologais, que são três, e dos pecados mortais, que são sete, quando a terra não repete que são mais. Me confesso o dono das minhas horas. O das facadas cegas e raivosas e o das ternuras lúcidas e mansas. E de ser de qualquer modo andanças do mesmo todo. Me confesso de ser charco e luar de charco, à mistura. De ser a corda do arco que atira setas acima e abaixo da minha altura. Me confesso de ser tudo que possa nascer em mim. De ter raízes no chão desta minha condição. Me confesso de Abel e de Caim. Me confesso de ser homem. De ser um anjo caído do tal céu que Deus governa; de ser um monstro saído do buraco mais fundo da caverna. Me confesso de ser eu. Eu, tal e qual como vim para dizer que sou eu aqui, diante de mim! Miguel Torga
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Poesia
RÁDIO HINO
RÁDIO DA SEMANA: Rádio Hino - Músicas que são verdadeiros hinosCom:Angie --> The Rolling Stones As Time Goes By --> Bryan Ferry Because The Night --> Patti Smith Group Fascinação --> Elis Regina India --> Gal CostaLe Déserteur --> Boris Vian New Year's Day --> U2 Space Oddity --> David Bowie That Ole Devil Called Love --> Alison Moyet Yesterday --> The Beatles
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Rádio
RIEDEL
Os melhores copos de vinho do mundo:Riedel.Sabiam que o sabor de um vinho varia bastante conforme o tipo de copo utilizado? Já aconteceu haver provas de vinhos onde era servido o mesmo vinho, em copos diferentes e os profissionais encarregues de provar chegavam à conclusão de que eram diferentes vinhos, quando a única diferença estava nos copos utilizados! E podem ter a certeza que é mesmo assim!Na secção Choose the perfect glass, mais de duzentos (!) tipos de coposdiferentes, para vários vinhos e outras bebidas alcóolicas. Constam, entreoutros, três tipos de Porto e os respectivos copos recomendados.
SÍ, PERO NO!
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Política
segunda-feira, novembro 10, 2003
SANTO ANTÓNIO
BLOGS: O JUMENTO, JOAO TILLY, SEIA
Alguns blogs daqueles de que raramente se fala... O JUMENTO . Um blog com opinião que comenta (principalmente) assuntos políticos e da Administração Fiscal.Joao Tilly . Um blog cujo centro é Seia, mas que também comenta a política nacional.SEIA . Como diz o sub-título, diagnosticos, comentarios e propostas sobre a vida em Seia. Tem muitos links de interesse sobre a área.
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Blogs
NOVA DEMOCRACIA
Este fim de semana, participei no Congresso fundador do Partido da Nova Democracia , em Famalicão.Sobre o que se lá passou, irei falando mais pormenorizadamente ao longo da semana, começando hoje à noite por relatar o Painel Temático sobre a "A Construção Europeia".Tratou-se de um congresso onde se discutiu Portugal, em vez da habitual política rasteira dos congressos partidários (e dos comentários pré-formatados) onde se perdem horas e horas a discutir estatutos, lugares e moções.Realço a Tribuna Livre, onde (durante algumas horas), alguns portugueses não filiados na ND apresentaram relatos da sua vivência e dos seus problemas e os Painéis Temáticos, moderados por um membro do partido, com convidados externos, alguns, dirigentes de outros partidos.
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Política
domingo, novembro 09, 2003
O INFANTE - FERNANDO PESSOA
Deus quer, o homem sonha, a obra nasce. Deus quis que a terra fosse toda uma, Que o mar unisse, já não separasse. Sagrou-te, e foste desvendando a espuma, E a orla branca foi de ilha em continente, Clareou, correndo, até ao fim do mundo, E viu-se a terra inteira, de repente, Surgir, redonda, do azul profundo. Quem te sagrou criou-te portuguez.. Do mar e nós em ti nos deu sinal. Cumpriu-se o Mar, e o Império se desfez. Senhor, falta cumprir-se Portugal! Fernando Pessoa
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Poesia
sábado, novembro 08, 2003
UNIÓN LIBERAL CUBANA
Mais um site liberal, este de Cuba. Está inscrito na Internacional Liberal.Tem meia dúzia de actualizações por semana, com notícias e artigos de fundo.Foi aqui que encontrei o já anteriormente publicado Viaje a lo Desconocido (Crónicas desde mi Celda).Repesco um texto de Outubro, escrito por Blanca Reyes Castañón, esposa de Raúl Rivero (condenado a 20 anos):CARTA A LA OPINION PUBLICA INTERNACIONAL Octubre 18, 2003Al saber que el Canciller Argentino Rafael Bielsa viajaría a La Habana y que este había declarado a órganos internacionales de prensa su disposición de reunirse con las esposas de los opositores y periodistas independientes presos en Cuba, nos dirigimos por escrito a su oficina en Buenos Aires y posteriormente a la Embajada de su pais en Cuba.Para ese supuesto encuentro yo habia escrito una carta personal y privada dirigida al Presidente Nestor Kirshner en la cual le exponía el caso de mi esposo Raul Rivero y la sentencia del mismo.Originalmente no teniamos ninguna intención de reurnirnos con el Señor Bielsa; fue él quien declaró al periodista Andres Oppenheimer su disposicion de encontrarse con algunos familiares de los prisioneros de conciencia sí así lo solicitábamos.El Señor Bielsa perdió la oportunidad de conocer la otra cara de Cuba. Creo que también la de darnos, en nombre del pueblo argentino, una palabra de aliento mas allá de ideologías, credos y fronteras.Hago pública pues la carta dirigida al Presidente Kirshner con la esperanza de que al menos tenga conocimiento de causa.Blanca Reyes Castañónesposa del escritor y poeta Raul Rivero (condenado a 20 años de prisión en abril de 2003)(Recibido de Reporteros sin Fronteras, París)
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Cuba
sexta-feira, novembro 07, 2003
FLOR
PRIMEIRO PRENÚNCIO - ALBERTO CAEIRO
Primeiro prenúncio de trovoada de depois de amanhã. As primeiras nuvens, brancas, pairam baixas no céu mortiço, Da trovoada de depois de amanhã? Tenho a certeza, mas a certeza é mentira. Ter certeza é não estar vendo. Depois de amanhã não há. O que há é isto: Um céu de azul, um pouco baço, umas nuvens brancas no horizonte, Com um retoque de sujo embaixo como se viesse negro depois. Isto é o que hoje é, E, como hoje por enquanto é tudo, isto é tudo. Quem sabe se eu estarei morto depois de amanhã? Se eu estiver morto depois de amanhã, a trovoada de depois de amanhã Será outra trovoada do que seria se eu não tivesse morrido. Bem sei que a trovoada não cai da minha vista, Mas se eu não estiver no mundo. O mundo será diferente Haverá eu a menos E a trovoada cairá num mundo diferente e não será a mesma trovoada. Alberto Caeiro
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Poesia
FAMOSOS - VEGAS ROBAINA
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charutos
A FRASE DO DIA (OU SERÁ DO ANO?)
Dito pelo meu colega Sérgio Marques:Os gajos deviam investir era em prisões e não em estádios.
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citações
NUNO ROGEIRO - JN
Muito oportuno o comentário de hoje do Nuno Rogeiro, no JN. JNComo os links Sapo têm problemas, também transcrevo:(Estud)antes e depois NUNO ROGEIRO, COMENTADOR POLÍTICO No Maio de 1968, era "proibido proibir". Nas manifestações estudantis contra a ocupação soviética, em Poznan, Budapeste, Berlim, Pilsen, Praga, dava-se a vida pela liberdade que os mais velhos não tinham sabido, querido ou podido guardar. Tienamem é conhecido: a praça celestial ficou vermelha de sangue, e não se dispara sobre o estranho apenas porque este é um burguês, ou um contra-revolucionário. No Irão, a mistura das dores da privatização do ensino mistura-se com o desejo de outro mundo. No Sudão, é a revolta das massas contra o regime que fala em nome delas, sem perguntar. Em Portugal, houve de tudo nos últimos 40 anos: contestação ao Estado Novo, revolução na forja, boicote aos "vigilantes" e aos professores "marcados", luta pela libertação face aos partidos e ao poder político.Hoje a questão é menos dramática, mas mais azeda. Vive sobretudo de números, e de contas de merceeiro. Alguém tem de as fazer, apesar de a Constituição prometer, entre outras coisas, que o Estado deve "estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino". Dir-se-ia que as presentes marchas, greves e atropelos são, como se afirmava em linguagem académica de outros tempos, "barriguistas". Para além do "não pagamos", e de vagas declarações a favor da autogestão das universidades, diz-se pouco ou nada sobre os caminhos para um ensino diferente, com bases sólidas e meios para andar. Ou melhor: com pernas e com asas.Isto é (como também jura a Lei Fundamental, no artigo 76, nº1), um modelo educativo baseado na "igualdade de oportunidades e democratização", devendo "ter em conta as necessidades em quadros qualificados e a elevação do nível educativo, cultural e científico do País".Nem mais: o paraíso, ou o oásis, seria um ensino para todos, onde se criam condições pasteurizadamente iguais à partida, mas onde não se esquece que a educação serve ela também um interesse nacional. Trairia este sonho o governo que promovesse o monopólio dos cursos de dança, num país à míngua de médicos e engenheiros.O problema (como sempre, há um) é saber como se chega a este objectivo ideal.Ora, o nosso fado é não chegar nunca a horas ao destino. Quanto mais julgamos estarmos a aproximar-nos da Europa, mais esta se afasta, como o horizonte visual. Ora injectamos dinheiro nas universidades e nos politécnicos, abrimos a redoma do numerus clausus, semeamos escolas pelo território, e ao mesmo tempo facilitamos as regras de avaliação, desculpamos o erro, perseguimos a excelência, ora fechamos todas as toneiras e declaramos a insolvência do Estado, obrigando o sector privado a crescer nos baldios que se lhe criam à frente, e em paralelo adoptamos regras draconianas de acesso a vários cursos. Ora abrimos as mãos e as universidades aos iletrados, ora iniciamos uma nova experiência pedagógica semanal, algures entre a primária e a pré-história. Ora nos enredamos nas vírgulas e notas de rodapé de uma tese , descartando o seu peso científico e capacidade inovadora, ora admitimos a igualdade entre a ignorânica e a ciência, a bem de uma visão "compreensiva" da sociedade. Ora desaguamos numa "pedagogia de avestruz", para usar a expressão de Gabriel Mithá Ribeiro, ora temos entradas de leão. E saídas de sendeiro.Pelo meio, e na confusão, deixa de se discutir o essencial. O que é que falta, na base, antes de se discutir o telhado?E mais comezinhamente: se quem não pode pagar propinas aufere uma bolsa, ou está isento, e se são as escolas a fixar o que entendem como valor de base ensino que ministram, onde está a injustiça? Deverão o rico e o filho do rico pagar o mesmo que o pobre e o filho do pobre pelo mesmo sistema de ensino? Como não ver que a tábua rasa que deriva sempre do império do "não pagamos" é uma ilusão que nos arruina, mas a prazo?As liberdades civis estão aí, as gerações que se sacrificaram para que Portugal não fosse um "sítio" descansam em paz, e não vale portanto a pena pensar que com sete mil jovens na rua se faz o enredo de uma epopeia. Não brinquemos com coisas sérias.Ou melhor, falemos de coisas sérias. Estud(antes) agora, muito bem. E depois?
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JULIO CESAR GÁLVEZ RODRÍGUEZ - CUBA
Uma carta escrita por este dissidente cubano, da prisão:Viaje a lo Desconocido (Crónicas desde mi Celda).Por: Julio Cesar Gálvez Rodríguez, periodista condenado a 15 años de prisión por querer ejercer el libre derecho de expresión en Cuba, y colaborador de “Cuba Nuestra”.Noviembre 5, 2003Eran pasadas las 7 de la mañana del día 23 de abril, una tenue luz se filtraba por las persianas de concreto, y los cuatro ocupantes de la celda 50 ya habíamos desayunado --un pequeño pan redondo con picadillo de soja y un vaso de 6 onzas de refresco de piña. Tumbado boca arriba en la litera, con los ojos cerrados fui sorprendido por el tono demasiado alto de la voz del carcelero de guardia."¡ 674! Recoja todo lo suyo y el colchón déjelo allí doblado."La orden fue tan imprevista que todos nos sentamos de inmediato en el borde de nuestras metálicas literas. El celador, nos observaba a través del pequeño mirador existente en la pesada puerta tapiada de hierro. Cuatro pulgadas aproximadamente bastaban para que un par de ojos vigilaran día y noche."¡Vamos! No se demore!" insistió el hombre.Casualmente, recordaba que se cumplían 36 días de encierro en Villa Marista. El llamado del guardia ya lo esperaba en cualquier momento. Hacia más de una semana tenía preparadas mis pertenencias en dos bolsas de nylon, de las que dan en las tiendas dolarizadas y que luego se usan para botar la basura y los desperdicios del hogar o se guarda en los bolsillos para ´´forrajear´´ como decimos los cubanos y que no es más que agarrar lo que uno encuentre para la subsistencia diaria.Eché en una de las bolsas un par de tenis viejos y en la otra dos pomos plásticos llenos de agua para tomar. Me despedí con un fuerte apretón de manos de mis compañeros de cautiverio. Elbio, un joven de la Isla de la Juventud, según él, era trabajador de turismo en Cayo Largo. Un amigo también preso en Villa Marista le había hablado de robarse un avión para irse del país. Jorge, acusado de consumir marihuana y venderla entre los estudiantes de la Escuela Internacional de Deportes, ubicada en el Cotorro, municipio de la capital cubana; y un mulato cincuentón que el mismo se hace llamar "El jabao." Este estaba fugado de una prisión en las provincias orientales y donde solo le faltaba un año para terminar de cumplir una sanción de ocho por matarife, sacrificio ilegal de ganado. Ellos al igual que yo habían perdido el nombre; 239,744; 239,632; 239,742 y 239,674. Lógicamente eran cifras largas y engorrosas, ellos solo llamaban por los tres últimos dígitos.Me paré frente a la tapiada reja, en cada mano llevaba una bolsa con mis pertenencias, y que consistían en dos jabones de baño y uno de lavar, un dentífrico y mi cepillo dental, una toalla, mis viejos tenis y mi máquina de afeitar la que recogí tan pronto salí al pasillo."Vamos por la izquierda," dijo el carcelero, mientras se colocaba a mi derecha indicándome el camino.En el pasillo, como de costumbre, estaban varios celadores más. Caminamos hacia el largo corredor donde tuve que pararme frente a la mesa del oficial de grupo del segundo piso. Bajamos los 13 escalones que conducen a las taquillas que guardan los grises uniformes de reclusos y al entrar lo primero que tropezó mi vista fue con la figura de Ricardo González, Presidente de la Asociación Manuel Márquez Sterling. Este terminaba de cambiarse el gris uniforme por la ropa conque había sido detenido. Nos dimos un fuerte abrazo delante de cinco o seis custodios que nos miraban con detenimiento. En ese instante entró un oficial:"¡Vamos rápido! Nos están esperando."Terminamos de cambiarnos, me puse la misma ropa que tenía puesta el 18 de marzo, agarré mis cosas y bajé las escaleras que conducen al piso bajo, siempre acompañado de dos guardias, uno delante y otro detrás. Llegamos al salón de la recepción de entrada y pude ver caras conocidas y estimadas. Al primero que saludé fue a Pedro Pablo Alvarez, Secretario General del Consejo Unitario de Trabajadores, amigo y vecino cercano, tenía unas cuantas libras menos de peso corporal; Manuel Vázquez Portal con su habitual choteo, ese gran desenfado de las cosas muy común en los cubanos. Edel García y Jorge Olivera Castillo a quienes al igual que a Vázquez Portal no veía desde el 4 de abril, fecha de nuestro juicio por llamarlo de alguna manera."Por favor, entren en ese cuarto," dijo un capitán de alta estatura y de fuerte complexión física, dirigiéndose a Edel, Olivera y a mi.Al entrar, nos encontramos con otros hermanos de ideas. Sentados en dos butacas y un sofá estaban El Gordo Raúl Ribero, grande entre los grandes poetas y periodistas cubanos; Miguel, un activo promotor del Proyecto Várela en el municipio de Artemisa; los economistas Oscar Espinosa Chepe, pálido y aquejado de cáncer y Arnaldo Ramos Lausarique. Todos, nos fuimos saludando. Era una interna satisfacción volver a encontrarnos reunidos a pesar de nuestra condición de presos. Conocedores de antemano que no somos culpables de delito alguno. Condenados solamente por nuestra forma de pensar y de escribir. En breves minutos fuimos interrumpidos por el mismo oficial:"Recojan sus cosas y pasen para acá."Me alegró salir de aquella habitación cerrada en extremo. Fuimos conducidos hasta un mostrador donde nos entregaron nuestros objetos personales. Salí sin mis cordones, no aparecieron, Beatriz me llevó dos pares en los días posteriores. Siempre "cordiales" nos sacaron uno a uno hasta el parqueo de Villa Marista. Alrededor de una veintena de oficiales, varios médicos y enfermeras nos esperaban cerca de un ómnibus sueco marca Volvo, de los que utiliza la Empresa de Veracuba para viajes turísticos. Una de las enfermeras con un listado en la mano preguntaba el número antes de subir al ómnibus.Yo fui uno de los últimos. Me senté al lado de la ventanilla del segundo asiento a la derecha. Era la primera vez en mi vida que montaba en un vehículo de transporte turístico. Ironías del destino. En Cuba los ciudadanos del país no tienen ese derecho aunque tengan dólares, mucho menos hospedarse en un hotel o realizar una gira turística. Está claro, es el apartheid que sufre el pueblo de la Isla. Estábamos sentados en un carro con aire acondicionado, asientos reclinables y demás comodidades, solo reservadas para extranjeros. Nuestro estado de ánimo era bueno. En todos los rostros se reflejaba la tranquilidad de los justos. A mi lado se sentó Miguel; Héctor Maseda y Ezequiel al lado izquierdo.Subieron los conductores del ómnibus y dos capitanes vestidos de uniforme de campaña verde oliva y unos chalecos negros sin mangas con las siglas G-2, DSE y MININT en letras blancas al frente y a la espalda. Los más de diez uniformados que estaban arriba del ómnibus vestían de igual forma. Nos esposaron, yo toque esposas, no alcanzaron para todos, recordé el chiste del infierno socialista y el paraíso, sonreí. Por un pequeño espacio de la ventanilla que permitían las oscuras cortinas ví a varios patrulleros de la Seguridad del Estado y de la Policía, también una ambulancia. El último en subir fue el mismo capitán que nos ordenara entrar al cuarto del vestíbulo. Todo parecía indicar que era el máximo representante de la operación de traslado. Antes de sentarse en el asiento delantero le preguntó a uno de los conductores del carro."¿Tienes alguna película que poner en el VH?" "Sí, ¿ Pero usted le va a poner El Chacal a ellos?" "Eso no tiene nada de particular. Es una película como otra cualquiera," respondió el oficial.Muy interesante la selección y la conversación, pensé. De inmediato los carros se pusieron en marcha Pudimos observar como los vecinos del lugar estaban atentos. Docenas de personas asomadas en ventanas, balcones, portales y desde las aceras, miraban con atención la hilera de carros, tal vez tratando de reconocer a alguien o pensando que sería de nosotros.Eran alrededor de las nueve de la mañana cuando el ómnibus en que viajábamos acompañado de tres patrulleros de la Seguridad del Estado, una ambulancia y el carro 550 de operaciones especiales de la policía tomaron rumbo a las ocho vías, después de pasar por el Reparto La Fortuna. Nos preguntábamos entre si, hacia donde nos llevaban, cual sería nuestro destino. A los pocos minutos el otro conductor se levantó del asiento donde descansaba mientras el otro manejaba. Abrió una amplísima guantera debajo de la pizarra del carro, sacó una cinta de vídeo y la introdujo en la máquina reproductora, luego ajustó el volumen de los dos pequeños televisores. Después de los créditos, vimos el título, El Chacal.Para sorpresa nuestra, repartieron bocaditos de jamón y queso envueltos en nylon transparente, refresco de naranja y café. Habían transcurrido 36 días desde la última vez que tomará café antes de salir de mi casa. Lo saboree detenidamente. Miré a mi compañero sin decir nada, quien entendiendo perfectamente me dijo:"Sólo presos por tratar un entendimiento entre cubanos nos da la posibilidad de disfrutar lo que solo es permitido a los extranjeros."Al igual que la cinta de la película, así rodaban los carros por la carretera. Alrededor del mediodía la caravana pasaba por delante de la Terminal de Ómnibus Interprovincial de la Ciudad de Santa Clara. Dio varias vueltas por entre las calles de la ciudad antes de llegar a la sede de la Seguridad del Estado de esa provincia.¿ Quienes seríamos los primeros en bajar? Seguros estábamos que nos dispersarían por toda la isla. Se bajó del ómnibus el capitán que venía al frente y se puso a conversar con otros oficiales y parte del personal médico que iba en la "gira" más varios oficiales del lugar. Diez minutos después regresó, trayendo consigo los filies con los que había hecho todo el trayecto desde La Habana. Señaló para Ezequiel, Maseda Miguel y para mí."Ustedes se quedan aquí," nos dijo. Otra vez fui el último. De inmediato nos hicieron entrar a un pequeño salón. Ya estaba despejado el misterio, al menos para nosotros, Villa Clara era la primera parada y nosotros los primeros pasajeros en descender. Conversábamos, cuando entró un Primer Teniente que dirigiéndose a Miguel y a Ezequiel, les dijo:"! Vamos!"Nos abrazamos una vez más, en esta ocasión como transitoria despedida. Desconocíamos cual era el desenlace. Lo único que teníamos en ese momento era una fe total y completa de que Dios estaba junto a nosotros y de que volveríamos a encontrarnos. Cuando ambos se marcharon, se sintió un vacío raro en la atmósfera reinante. Héctor y yo intercambiamos una rápida mirada."¿A dónde los llevarán?" preguntó Héctor, y la pregunta flotó en el aire, no hubo respuestas. En ese momento un hombre vestido de civil entró en la oficina, quien dirigiéndose a mi dijo:"¡Vamos Julio Cesar!" "Nos veremos pronto," nos dijimos a modo de despedida Héctor y yo.Recogí del piso mis pertenencias, caminé el corto tramo hasta el parqueo donde me esperaban dos oficiales en un patrullero de la Seguridad del Estado. Ya la caravana se había marchado. Me sentaron en el asiento trasero de un lada ruso en medio de dos hombres corpulentos, todavía esposado. Uno de mis custodios vestía de uniforme, el otro el mismo que se dirigiera a mi en la oficina llevaba ropas de civil.El auto arrancó y recorrió una amplia avenida, dobló a la derecha y entró por una pedregosa calle. Paramos ante una enorme puerta de hierro y un joven guardia salió de una caseta de mampostería. Nos abrió y el carro inmediatamente atravesó la entrada. Parqueó ante un edificio de tres plantas. Al bajarnos, el hombre de civil habló:"Julio César, esta es La Pendiente, prisión provincial de Villa Clara. Usted se queda aquí.""Yo soy Vladimir, el oficial de la Seguridad del Estado que está a cargo, cualquier problema avíseme. ¡Arriba! Póngase cómodo."Ya de antemano supe que para mi correría el tiempo inexorable encerrado entre rejas. Sabía también que todo el rigor penitenciario caería sobre nosotros. No obstante a eso, respiré profundamente, pensé en la soledad de mi Beatriz y los peligrosos riesgos que tendría que asumir, más recordé un viejo refrán que decía mi madre, adonde hay una mujer, no hay fantasmas. Mentalmente recité una oración y rogué a Dios me diera fuerzas y sabiduría. Que nuestro encarcelamiento sirviera para plantar semillas de unión en Cuba y que de ellas saldrían en un futuro innumerables árboles desconocidos aun.
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