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quarta-feira, outubro 19, 2011
É HOJE!
É hoje que a Rita faz 18 anos. Para comemorar:
quarta-feira, março 03, 2010
Antaño Reserva 2004 - Bodegas Marqués de Carrión - D.O. Rioja
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sexta-feira, junho 30, 2006
CONFRARIA DO VINHO DO PORTO
A Confraria do Vinho do Porto foi constituída em 1982 com o objectivo de difundir, promover e consolidar o renome mundial do Vinho Porto.A Confraria é constituída por pessoas que exercem a sua actividade profissional no comércio e exportação do Vinho do Porto, como comerciantes em nome individual, como administradores ou gerentes de sociedades.

Aos Confrades é-lhes atribuído grau de Mestre, caso sejam administradores ou gerentes das sociedades ou, o grau de Experto, caso sejam empregados superiores das empresas comerciais de Vinho do Porto.Os Mestres e os Expertos são os Confrades Efectivos que escolhem entre si a Chancelaria que é o orgão dirigente que administra e representa a Confraria do Vinho do Porto.A Chancelaria é composta pelo Chanceler - figura máxima de representatividade dentro da Confraria do Vinho do Porto - pelo Almoxarife, pelo Copeiro-Mor, pelo Almotacé e pelo Fiel das Usanças.Quando os Confrades se reunem, oficialmente, convocados pelo Chanceler, tem lugar um Capítulo, onde são tomadas todas as decisões relevantes para a Confraria, sendo anualmente efectuada a admissão de novos Confrades Efectivos ou Honorários.Os Confrades Honorários são distinguidos pelos graus de Cancelário, Infanção e Cavaleiro.
Os Cancelários são todos os Chefes de Estado que pela sua projecção emprestam notoriedade à Confraria e ao Vinho do Porto. Os Infanções são todas as individualidades ou instituições de relevo que de forma significativa tenham contribuído para a divulgação, prestígio e dignificação do Vinho do Porto ou que pelo seu prestígio pessoal, ou pelas elevadas funções que desempenham, mereçam ser distinguidos com este grau.Os Cavaleiros são todos os que, não estando abrangidos pelos graus anteriores, mereçam ser distinguidos pela sua dedicação e serviço ao Vinho do Porto.Completam-se em 2006 vinte e quatro anos de existência da Confraria do Vinho do Porto. Mas o projecto da sua fundação é bem mais antigo, pois tendo estado na mente dos seus fundadores durante muitos anos, só não foi concretizado mais cedo por entraves vários, alguns dos quais nos parecem, vistos da perspectiva de hoje, quase incompreensíveis. O quadro institucional do sector do Vinho do Porto, de cariz corporativo, conferia a representação de todos os interesses nele envolvidos a instituições de inscrição obrigatória, o que desmotivava a criação de associações privadas. O próprio nome projectado para a instituição - Confraria - estava reservado, segundo as leis da época para associações de carácter religioso.Mas graças às alterações políticas e à persistentededicação de algumas figuras de relevo no mundo do Vinho do Porto, foi possível constituir, por escritura de 9 de Novembro de 1982, a Confraria.Cabe aqui mencionar os membros da 1ª Chancelaria: Fernando Nicolau de Almeida e José António Rosas, Robin Reid, entusiástico impulsionador da criação da Confraria, Manuel Joaquim Poças Pintão que elaborou as Usanças e Michael Douglas Symington.Foi escolhida como figura histórica inspiradora e primeiro Patrono da instituição o Infante D. Henrique. Ao lançar-se na epopeia das Descobertas, dando assim novos mundos ao Mundo este Príncipe de Portugal traçou um caminho seguido mais tarde pelo Vinho do Porto, vinho universalista por excelência que leva, tal como as naus do Infante, a imagem de Portugal aos quatro cantos da Terra. A ascendência inglesa do Infante - filho de Filipa de Lencastre - tem um paralelo feliz no nosso Vinho cuja descoberta se deve em boa medida ao espírito empreendedor dos comerciantes britânicos. Assim, nada mais natural, que tenha sido escolhido, como elemento da indumentária dos Confrades, o chapéu de aba larga com faixa pendente usado pelo Infante nos célebres painéis de S. Vicente do pintor Nuno Gonçalves. Logo no primeiro ano da sua existência, a Confraria promoveu a primeira cerimónia solene de Entronização dos novos membros e a primeira Regata de Barcos Rabelos, realizadas no período das festas de S. João, Patrono da cidade do Porto. Estes dois acontecimentos adquiriram a partir de então um grande relevo na vida social e cultural da cidade.
A Regata, disputada inicialmente por apenas quatro barcos, contribuiu decisivamente para a preservação deste tipo tão característico de embarcação que, durante séculos assegurou o transporte do Vinho do Porto, desde o Alto Douro até ao Porto. Para além das realizações atrás referidas, a Confraria tem levado a cabo outras iniciativas entre as quais avultam:- Cerimónias de Entronização em vários países: Japão, Brasil, Estados Unidos e Canadá, durante as quais foram homenageadas personalidades e instituições de grande relevo ou de particular dedicação à causa do Vinho do Porto.- Cerimónias de Declaração do Vintage da Confraria sempre que se verifique uma declaração de uma determinada colheita, por parte da maioria das empresas do Sector. No ano de 2002, e pela primeira vez, a declaração do Vintage 2000 foi precedida de uma prova das 42 marcas declarantes que suscitou grande interesse.- Participação em vários acontecimentos envolvendo o Vinho do Porto, nomeadamente em apoio a acções promovidas pelo Instituto do Vinho do Porto. Destacamos a prova dos Vintages do Século realizada em 12 de Junho de 1999.Os Estatutos da Confraria fixam-lhe os objectivos de: "a difusão, promoção e consolidação do renome mundial do Vinho do Porto e da respectiva região de produção" . 
Traje da Confraria: O traje dos Confrades é constituído por:. Chapéu preto de grandes abas, de cuja copa sai uma fita larga de cor preta que pousa sobre os ombros.Os Confrades que integram a Chancelaria usam fita creme enquanto ocupam o cargo, passando a fita bicolor - creme e preta - quando deixam de exercer funções. . Capa grenat debruada a fita preta. . Distintivo com o emblema da Confraria, colocado à altura do peito, sobre a capa do lado esquerdo. . Fita colocada ao pescoço, verde rubra da qual pende tomboladeira de formato tradicional para Vinho do Porto, do século XVII. Este trajo é usado obrigatoriamente pelos Confrades Efectivos.Os Confrades Honorários com o Grau de Cavaleiro usam fita com as cores verde rubra da qual pende uma tomboladeira.O uso do trajo da Confraria - texto do Sr. Manuel Pintão da firma Manoel D. Poças Júnior. No início da nossa Confraria era visível que os Confrades, em público, tinham certa dificuldade em usar o nosso trajo.Havia o receio de ficar numa situação de ridículo.No entanto nunca presenciei nem tive conhecimento de qualquer caso em que um Confrade ao usar o trajo fosse vítima de qualquer apreciação menos respeitosa, bem pelo contrário.Assim, por exemplo, quando da primeira declaração do Vintage Confraria, o de 1982, quando aguardávamos o embarque num Barco Rabelo, no cais da Ribeira, para atravessar o Rio Douro, um homem de meia idade chegou junto dum Grupo de Confrades e perguntou muito respeitosamente:Desculpem a curiosidade: Por que estão vestidos dessa maneira?.Esclarecemos e explicámos todo o trajo e significado de cada elemento. Fomos ouvidos atentamente e no final agradecidos.Houve, no entanto um episódio ligado ao nosso trajo, para mim inesquecível.No seguimento duma Regata dos Barcos Rabelos, uma das primeiras, uma pequena lancha que transportava a Chancelaria deixou-nos no Cais da Estiva, no lado do Porto. O Michael Symington e eu, com o trajo completo como é óbvio, caminhávamos pelo Muro dos Bacalhoeiros e conversávamos despreocupados.De repente descendo a escada de um dos prédios, a grande velocidade um rapaz dos seus oito a dez anos quase esbarrou connosco.Quando nos viu, arregalou os olhos, ficou espantado e imóvel e exclamou maravilhado: Ah...D'Artacão!.Por breves momentos nós tínhamos realizada o imaginário daquela criança que tinha visto o herói duma série então passando na Televisão em que animais interpretavam Os três Mosqueteiros e um cão o mais célebre deles todos, D'Artagnan que nessa série se chamava D'Artacão!Michael e eu rimos da espontaneidade da reacção desse rapaz e eu acrescentei: só por aquilo a que acabamos de assistir valeu a pena criar a nossa Confraria.Site: Confraria do Vinho do Porto
sexta-feira, abril 08, 2005
FÓRUM PRIOR DO CRATO
quinta-feira, fevereiro 24, 2005
AI AGOSTINHO, AI AGOSTINHA,
QUE RICO VINHO, QUE RICA PINGA!
E eu que nem gostava particularmente de tintos, com este curei-me!Grande concentração aromática, 14,5% , que deriva de grande maceração pós-fermentiva!Muito potente, elegante e macio!Que rica pomada!João Portugal Ramos - syrah
sexta-feira, outubro 01, 2004
INVESTIR EM VINHO
Dois interessantes artigos publicados há alguns dias no Semanário Económico, pelo que os vou transcrever, não vá o link desaparecer:Investir em vinho07-09-2004, André Veríssimo, averissimo@economica.iol.ptO vinho do Porto é o único em Portugal com potencial de valorização. Os especialistas aconselham vintages dos produtores de maior prestígio. Alguns vinhos duplicam de valor em poucos anos.Investir em vinho português significa essencialmente investir em vinho do Porto. É essa a opinião de Luís Lopes, director da Revista de Vinhos. O generoso do Douro é o único vinho português com prestígio internacional e potencial de valorização. Opinião partilhada pelo enólogo Rui Reguinga. "O retorno anual oscila entre 15% e 20%", afirma Luís Lopes. Uma rendibilidade difícil de encontrar nos investimentos tradicionais nos dias que correm. Nem todo o vinho do Porto serve para o aforro. Quando se trata de investir, a opção deve recair sobre um vintage. E nem todas as marcas têm potencial. As marcas com mais história e prestígio são a Quinta do Noval, a Taylor¿s, a Fonseca e a Graham's. A Quinta do Noval é a marca mais forte. O ano passado, a prestigiada revista de vinhos americana Wine Spectator, elegeu o vintage Quinta do Noval Nacional de 1931 como o terceiro melhor vinho do século XX. Outro vinho mítico deste produtor é o vintage Quinta do Noval Nacional de 1963. Este vinho já foi vendido por 3000 euros, o recorde nacional. Os altos preços devem-se muito à escassez da produção, que ronda as 250 caixas. Cada caixa tem 12 garrafas, o que perfaz três mil garrafas. É o caso do vintage Quinta do Noval Nacional de 2000, por todos considerado um ano excepcional. Cada garrafa foi vendida na loja do produtor por mil euros. Entretanto esgotaram. Já só se encontra em garrafeiras especializadas. O Bar do Binho, em Sintra, é a única garrafeira especializada em vinho do Porto do país. Propriedade de Paulo Cruz, herdeiro de uma tradição de comerciantes de vinho, o Bar do Binho conta com alguns investidores internacionais entre os seus clientes habituais, sobretudo americanos. Um Quinta do Noval Nacional de 2000 custa hoje dois mil euros. Comercializado a partir de 2001, em três anos duplicou de valor. Para beneficiar destas valorizações, "o ideal é adquirir o vinho ainda novo, mal chega ao mercado", recomenda Paulo Cruz. Por isso disponibiliza aos seus clientes que desejem grandes quantidades a compra das garrafas ao que chama primeiro preço, vindas directamente do produtor, ainda antes de chegarem ao mercado. Quando chegam finalmente às garrafeiras, o preço é já 30% a 40% mais alto. De acordo com Paulo Cruz, a próxima oportunidade surgirá já no próximo ano. Com base em provas preliminares que já fez, assegura que 2003 será considerado um ano vintage, e dos melhores. O anúncio acontece entre Janeiro e Fevereiro. Como a produção foi reduzida (cerca de 100 caixas por produtor), o valor das garrafas deverá registar fortes apreciações. Existem outros bons vinhos a preços mais convidativos. É o caso do vintage Graham's de 2000, considerado o melhor vintage desse ano pela Wine Spectator. Comercializado inicialmente por 50 euros, uma garrafa deste vinho vale hoje 100 euros. Para investir em vinho é fundamental ter as condições correctas para a sua conservação. António Agrelos, director de enologia da Quinta do Noval explica que as garrafas devem ser conservadas na horizontal para a rolha estar sempre humedecida, a uma temperatura entre 12 e 16 graus e uma humidade entre 60% e 70%. Os vintage só atingem a maturidade 10 a 15 anos depois de produzidos e aguentam-se bem até 40 a 50 anos. Apesar de Portugal produzir um dos vinhos mais famosos do mundo, o mercado de investimento é reduzido. Paulo Cruz alerta os potenciais interessados em investir em vinho para a fraca liquidez deste mercado. Isto é, uma vez adquiridas as garrafas pode ser difícil vendê-las mais tarde. Os leilões de vinho também não são uma alternativa consistente. "Há algumas iniciativas, mas são tímidas, esporádicas, sem grande continuidade", afirma Luís Lopes. Os grandes mercados internacionais de vinhos são os Estados Unidos e Inglaterra. Três mil euros por uma garrafa07-09-2004, André Veríssimo, averissimo@economica.iol.ptA Bar do Binho, a única garrafeira especializada em vinho do Porto do país, é a detentora do recorde nacional para a transacção mais cara de uma garrafa. Que é de vinho do Porto, naturalmente. Conta Paulo Cruz, proprietário da garrafeira, que há alguns anos entrou-lhe pelo bar Marco Morais, criador e principal accionista do portal de Internet brasileiro Zip.net, um dos maiores do país, que a Portugal Telecom comprou no início de 2000 por 365 milhões de euros. O milionário pagou três mil euros por uma garrafa de Quinta do Noval Nacional de 1963. Embora no estrangeiro as garrafas de vinho do Porto já tenham atingido valores mais altos, este é considerado o recorde nacional. Hoje, Marco Morais pagaria cinco mil euros, o valor a que Paulo Cruz vende as que ainda tem. O anterior recorde, também do Bar do Binho, foi para uma garrafa de vinho do Porto Fonseca de 1912, vendida por 2500 euros. O comprador foi o actor americano Johnny Depp, que na altura participava na rodagem do filme "O Nono Portão". Estes valores ilustram bem a valorização que o vinho do Porto pode ter.
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sexta-feira, fevereiro 27, 2004
OS 5 ÀS 8
Os 5 às 8. Escrevem sobre vinhos (e gastronomia). Já tinha falado deles na primeira fase do Fumaças. Agora, escreveram um livro.
Renovar ideias e conceitos na crítica de vinhos, de uma forma independente e rigorosa.A enorme paixão e entusiasmo pela cultura do vinho levou ao nascimento do projecto Os5às8. Este grupo de prova vem renovar ideias e conceitos no espaço dedicado à crítica de vinhos, contribuindo, de forma independente e rigorosa, para a valorização e conhecimento do consumidor de vinhos.A primeira diferença relativa a outras edições do género é a sua vertente didáctica. Este guia não pretende ser apenas uma compilação de factos e sensações. É, principalmente, uma abordagem pedagógica no sentido de saber como provar, observar, descrever, avaliar e apreciar vinhos. Serve de auxiliar ao consumidor para que possa decidir com confiança. As notas de prova detalhadas, os artigos técnicos e de opinião, as crónicas das provas cegas, guiá-lo-ão na descoberta dos seus gostos pessoais, transmitindo também um ambiente apaixonado e salutar.O leitor tem a possibilidade de contactar, não só com vinhos das diferentes regiões portuguesas mas, também, com os variados estilos de vinhos estrangeiros.Poderá obter mais informações sobre os autores em Os5às8, um site dedicado ao vinho e a tudo aquilo que o rodeia e complementa. Começou por ser um grupo de 5 amigos, todos apaixonados pelo vinho, que criou o hábito de se reunir para jantar e provar vinhos, geralmente às 8 da noite, registando sempre com cuidado as suas notas de prova.Em Abril de 2003 o grupo de prova Os5às8 passou a contar apenas com 3 membros fixos, a saber, Rui Falcão, Pedro Gomes e Tiago Teles, autores da presente obra.As provas são organizadas de uma das seguintes formas: prova duplamente cega ou prova cega simples. Em qualquer dos casos a prova é cega, já que nunca se sabe a ordem pela qual os vinhos são servidos.Com o tempo o projecto evoluiu, tornou-se mais sério e menos amador procurando hoje afirmar-se como uma referência na crítica de vinhos.
terça-feira, dezembro 16, 2003
VINHO VERDE
Vamos brindar com vinho verdeQue é do meu PortugalE o vinho verde me fará recordarAldeia velha que deixei atrás do marVamos brindar com verde vinhoP'ra que possa cantarCanções do Minho que me fazem sonharCom o momento de voltar ao lar(extracto - Udo Jurgens / Michael Kunze / Vs. Paulo Alexandre)O site oficial do Vinho Verde:Vinho Verde : com história do vinho verde, notícias, rota dos vinhos verdes, catalogo das marcas, tecnologia utilizada, documentação diversa e estatísticas. Também tem loja on-line e um gerador de rotas, que permite gerar itenerários de visitas nesta região.
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sexta-feira, dezembro 12, 2003
PRIMUM FAMILIAE VINI
Mas que família!Não são sicilianos, mas um agrupamento de algumas das melhores casa do mundo dos vinhos. Foi criado em 1993 e as decisões são tomadas por unanimidade. Para celebrar o décimo aniversário, organizaram ao longo de 2003 vários eventos gastronómicos e as fotos que se seguem são de algumas dessas realizações.
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Mas que família!Não são sicilianos, mas um agrupamento de algumas das melhores casa do mundo dos vinhos. Foi criado em 1993 e as decisões são tomadas por unanimidade. Para celebrar o décimo aniversário, organizaram ao longo de 2003 vários eventos gastronómicos e as fotos que se seguem são de algumas dessas realizações.<img src="http://www.jaboulet.com/Images/actus/pfv_eu_tour.jpg""width="445" height="335"><b>Os membros:</b><b>Antinori </b>- Itália<b>Château Mouton Rotschild </b>- França<b>Joseph Drouhin </b>- França<b>Egon Muller-Scharzhof </b>- Alemanha<b>Hugel & Fils </b>- França<b>Pol Roger </b>- França <b>(O Winston Churchill só bebia champagne desta marca - quando o Pol Roger faleceu, a esposa continuou a enviar periodicamente dessas garrafas ao Churchill)</b><b>Paul Jaboulet Ainé </b>- França<b>The Symington Family Port Companies - <i>Portugal</i></b><b>Robert Mondavi Winery </b>- EUA<b>Torres </b>- Espanha<b>Vega Sicilia </b>- EspanhaEste site é extremamente interessante, pois para cada membro, tem a história, a filosofia de produção, a vinificação, os vinhos e ainda indica os contactos e sites individuais na net.Conta também a história da associação, como nasceu e quais os seus objectivos e tem mais umas dúzias de links sobre vinhos.Também apresenta a <b>COLLECTION CASE</b>, que é uma "caixinha" com uma garrafa do que cada um produz de melhor. Deve ser barata!MARCHESI ANTINORI : TignanelloJOSEPH DROUHIN : Beaune Clos de Mouches BlancHUGEL ET FILS : Gewurztraminer Selection de Gains NoblesPAUL JABOULET AÎNÉ : Hermitage la ChapelleROBERT MONDAVI : Cabernet Sauvignon ReserveCHÂTEAU MOUTON-ROTHSCHILD : Château Mouton RothschildEGON MÜLLER-SCHARZHOF : Scharzhofberger AuslesePOL ROGER : Cuvee Sir Winston ChurchillSYMINGTON PORT & MADEIRA : Graham´s VintageTORRES : Gran Coronas Mas La PlanaVEGA SICILIA : Vega Sicilia Unico<a href="http://www.pfv.org/"><b>Primum Familiae Vini</b></a>
sábado, dezembro 06, 2003
TACOVIN
Segundo o relatório Porter, um dos "clusters" a desenvolver em Portugal, ou seja uma das competências que deveriamos explorar é o vinho.Mas muito pouco tem sido feito. Se compararmos os sites dos nosso vinhos com os do vizinho do lado, percebe-se logo, que, por muito bom que seja o produto ( e infelizmente nem sempre é melhor), sem um bom marketing não vamos longe.Vejam bem este site, de uma região espanhola praticamente desconhecida (Tacoronte Acentejo - nas ilhas Canárias), mas de tal qualidade (o site), que dá vontade de experimentar os vinhos!Tacovin
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segunda-feira, novembro 17, 2003
CLUBE DE VINHOS JN
Um clube de Vinhos com preços muito acessíveis, sendo a escolha feita pelo conhecido Alfredo Hervias y Mendizábal. Há duas opções mensalmente: Selecção Garrafeira, com 3 garrafas e Selecção Colheita, com 6 garrafas. Qualquer delas com um custo de 25 euros.
Este mês, na Selecção Garrafeira:Vinha Grande 1999 Douro, tintoFagote Reserva 2001 Douro, tintoCovela Escolha 2001 Regional Minho, tintoNa Selecção Colheita, duas garrafas de cada:Planalto 2002 Douro, brancoGrão Vasco 2001 Dão, tintoFagote 2001 Douro, tintoJN- Clube Companhia dos Vinhos
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terça-feira, novembro 11, 2003
RIEDEL
Os melhores copos de vinho do mundo:Riedel.Sabiam que o sabor de um vinho varia bastante conforme o tipo de copo utilizado? Já aconteceu haver provas de vinhos onde era servido o mesmo vinho, em copos diferentes e os profissionais encarregues de provar chegavam à conclusão de que eram diferentes vinhos, quando a única diferença estava nos copos utilizados! E podem ter a certeza que é mesmo assim!Na secção Choose the perfect glass, mais de duzentos (!) tipos de coposdiferentes, para vários vinhos e outras bebidas alcóolicas. Constam, entreoutros, três tipos de Porto e os respectivos copos recomendados.
sexta-feira, outubro 31, 2003
75CL.INFO
Um site francês sobre vinhos:
75cl.infoPara além de milhares de informações sobre vinhos, secções de gastronomia (com conselhos sobre como armonizar a escolha de um vinho com determinados tipos de refeições), uma enciclopédia sobre temas vinícolas, cultura (vinho e poesia, vinho e arte, vinho e a Bíblia, etc), conselhos de degustação, dicas de moradas, citações, festas e eventos emuito muito para ver e aprender!Um dos poemas disponíveis, do Charles Baudelaire:Le vin du solitaire (Les Fleurs du mal) Le regard singulier d´une femme galanteQui se glisse vers nous comme le rayon blancQue la lune onduleuse envoie au lac tremblant,Quand elle veut y baigner sa beauté nonchalante ;Le dernier sac d´écus dans les doigts d´un joueur ;Un baiser libertin de la maigre Adeline ;Les sons d´une musique énervante et câline,Semblable au cri lointain de l´humaine douleur ;Tout cela ne vaut pas, ô bouteille profonde,Les baumes pénétrants de ta panse fécondeGarde au coeur altéré du poète pieux ;Tu lui verses l´espoir, la jeunesse et la vie,Et l´orgueil, ce trésor de toute gueuserie,Qui nous rend triomphants et semblables aux dieux.
Também tem loja, em 75cl.com, com a particularidade de ter entre as 11 e as 16 horas (francesas) um escanção que responde em menos de uma hora a questões que sejam colocadas!Por fim, chamo a atenção para um dossier que foi elaborado sobre o Vinho e a Bíblia, com direito a site autónomo:bible.75cl.comUm excerto, já traduzido: Lucas 5:36-39 Propôs-lhes também uma parábola: Ninguém tira um pedaço de um vestido novo para o coser em vestido velho; do contrário, não somente rasgará o novo, mas também o pedaço do novo não condirá com o velho. E ninguém deita vinho novo em odres velhos; do contrário, o vinho novo romperá os odres e se derramará, e os odres se perderão; mas vinho novo deve ser deitado em odres novos. E ninguém, tendo bebido o velho, quer o novo; porque diz: O velho é bom.
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segunda-feira, outubro 27, 2003
DADO 2000
Álvaro de Castro & Dirk Niepoort Partindo de uma ideia de Rolf Niepoort, o seu filho Dirk Niepoort e Álvaro de Castro associaram-se e criaram o Dado - um tinto loteado com vinhos da região do Dão e do Douro. As poucas garrafas produzidas já se encontram no mercado, vestidas com um rótulo original e inovador.
A combinação de duas importantes regiões vitivinícolas portuguesas na mesma garrafa representa mais um projecto de Dirk Niepoort: “O meu pai sempre me disse que o melhor vinho nacional seria um lote do Dão e do Douro. Provando alguns vinhos antigos da Real Companhia Velha (Granton) cheguei à conclusão que realmente podem ser vinhos fantásticos”.Há três anos “resolvi meter mãos à obra e contactei o Álvaro de Castro, perguntando-lhe se estaria interessado em fazer parte dessa criação”. O produtor da Quinta da Pellada recorda que “ao receber o telefonema do Dirk, percebi desde logo a ideia dele, pois tinha lógica”.Os dois produtores reuniram-se e provaram vários dos seus vinhos do Dão e do Douro, tentando procurar e definir a estilística desejada e possível. “Podíamos ter feito um vinho preto na cor, muito intenso e concentrado”, afirma Dirk Niepoort. “No entanto, preferimos tentar conjugar a gordura e a intensidade do Douro com a elegância e a longevidade dos tradicionais vinhos do Dão, ou seja, criar um vinho com um bouquet expressivo, uma excelente estrutura, bons taninos saborosos e uma acidez marcada, mas acima de tudo um tinto fino e complexo com harmonia entre todos os componentes”.Da região do Douro, foram utilizados vinhos muito encorpados, taninosos, ricos e carnudos (de vinhas velhas com exposição a Norte mas com boa maturação) com um lote de vinhos com menos cor mas com mais acidez e um lado austero e duro de vinhas velhas da Quinta de Saes e da Quinta da Pellada.O resultado: “um vinho com boa cor, não muito frutado, mas com um bouquet de uma exuberância e intensidade pouco usuais em Portugal. Na boca é extremamente expressivo e fino, com uma grande harmonia entre a concentração, os bons taninos (não em quantidade mas em qualidade) e a boa acidez que dá um lado austero ao vinho. Penso que tem uma grande longevidade e irá evoluir muito bem em garrafa”, refere Dirk Niepoort.Nota de prova: É viciante cheirar este vinho, tal é o encanto e a sedução do bouquet. Nariz muito definido e expressivo com a elegância sobressair desde o primeiro instante. Suave. Na boca confirma-se a boa estrutura, assim como a harmonia e o equilíbrio que ficou no primeiro contacto. Fresco. Os taninos finos e de qualidade sentem-se ao longo da prova e aparecem no longo final de boca. Um vinho que deslumbra e se bebe com um enorme prazer.Porto, 6 de Outubro de 2003INFORMAÇÕES GERAIS Nome da vinha: Quinta da Pellada e Quinta de NápolesIdade das cepas: 60 anosCastas: Jaen,Touriga Nacional,Tinta Amarela, Touriga Franca e Tinta RorizForma de condução das videiras: Guyot duplo e cordão bilateralDensidade das cepas por ha: 6.000Tipo de solo: Xisto Rendimento por ha: 10 hect./lExposição solar da vinha: váriasAltura acima do nível do mar: 100 a 200 metrosIrrigação: nãoForma de vindima: caixasPeríodo da vindima: OutubroFermentação: cuba de aço inoxMalolatica: barricasEstágio: 18 meses em barricas de carvalho francês Engarrafado: Junho 2002Produção: 3.800 garrafasINFORMAÇÕES TÉCNICAÁlcool: 13,30 % vol.Açúcar residual: 1.62 g/lAcidez total: 5,60 g/l ac. tartáricoAcidez volátil: 0.61 g/l ac. acéticoPh: 3.58Estrato seco: 30,50SO2 no Enchimento: 37 mg/lEnviado por Nuno Miguel Borges
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sexta-feira, junho 06, 2003
LE SAVOUR CLUB
SITE VINHOS
Le Savour Club
Neste podem gastar dúzias de horas. Tem desde provas de vinhos a uma revista , com muitos artigos on-line, a uma secção de gastronomia, passando por fichas dos vinhos, conselhos sobre como constituir uma cave de vinhos, etc. E também é loja!
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quinta-feira, maio 08, 2003
MUROS DE MELGAÇO
PRAZERES
Agora, que o calor começa a apertar, mesmo que só por uns dias, nada como um magnífico verde, para refrescar.
MUROS DE MELGAÇO, 2001
Trata-se de um Alvarinho, com aspecto límpido, sabor encorpado onde se nota a fermentação em madeira, alguma acidez (mas no ponto certo!) e um leve toque tostado, óptimo para tornar uma boa refeição algo de memorável. É um vinho que se pode conservar por alguns anos, não tendo de ser já consumido.
É algo difícil de obter, não estando presente na generalidade dos hipermercados. Pode ser encontrado nas lojas da especialidade e no Pingo Doce (podem-me passar o cheque para pagar a publicidade!). Custa cerca de 12 euros.
O enólogo e produtor é o Engº Anselmo Mendes, sobejamente conhecido e garantia de qualidade. Há um outro vinho de nome Muros Antigos, também muito bom, um pouco mais barato por fermentar menos tempo e em inox em vez das barricas de madeira.
Agora, que o calor começa a apertar, mesmo que só por uns dias, nada como um magnífico verde, para refrescar.
MUROS DE MELGAÇO, 2001
Trata-se de um Alvarinho, com aspecto límpido, sabor encorpado onde se nota a fermentação em madeira, alguma acidez (mas no ponto certo!) e um leve toque tostado, óptimo para tornar uma boa refeição algo de memorável. É um vinho que se pode conservar por alguns anos, não tendo de ser já consumido.
É algo difícil de obter, não estando presente na generalidade dos hipermercados. Pode ser encontrado nas lojas da especialidade e no Pingo Doce (podem-me passar o cheque para pagar a publicidade!). Custa cerca de 12 euros.
O enólogo e produtor é o Engº Anselmo Mendes, sobejamente conhecido e garantia de qualidade. Há um outro vinho de nome Muros Antigos, também muito bom, um pouco mais barato por fermentar menos tempo e em inox em vez das barricas de madeira.
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