quarta-feira, junho 30, 2004
E VENHA O PRÓXIMO!
A laranja mecânica, já era....
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desporto
EUROPA NA CAUDA....
Para animar as hostes, um pouco de humor:(Enviado por Paula Morgado)Se Durão Barroso aproveitar o facto de ocupar a presidência da Comissão Europeia para fazer pela Europa o mesmo que fez pelo país, há uma forte hipótese de, dentro de pouco tempo, a Europa estar na cauda de Portugal.(Autoria: Ricardo Araújo Pereira)
PONTO FINAL - AFONSO CAUTELA
Não, não estou doente,não preciso de escolta,os rins funcionam, felizmente,ou por morrer também se paga multa?Não preciso de nada,estou em ordem,despeçam-se de mim à bofetadae passem muito bem.Deixem-me dormir que tenho fomee sede e sono,o meu corpo bebe e comedor e abandono.Já tenho fato,metam-no na caixa,não esqueçam de pôr lutoe nos sapatos, graixa.Afonso Cautela
terça-feira, junho 29, 2004
FOI HÁ QUASE UM ANO ATRÁS....
Muito bem relembrado pelo meu amigo Nuno Moreira de Almeida, no seu arte de OPINAR! </a>:
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Muito bem relembrado pelo meu amigo Nuno Moreira de Almeida, no seu <b>arte de OPINAR!</b> </a>:<img src="http://fumacas.weblog.com.pt/arquivo/ND_C_MM07.jpg"" width="445" height="334">Afirmava Manuel Monteiro ao Correio da Manhã, em 28 de Agosto do ano passado:<b>CM</b> - Também considera a coligação PSD/CDS contra natura?<b>Manuel Monteiro </b>- A coligação foi fruto de umas eleições em que as pessoas não se sentiram minimamente motivadas. Começou por ser necessária, embora em muitas circunstâncias contra naturam, mas que hoje não é. O que temos agora não são dois partidos mas um único grupo político que Governa. Acho que o CDS e o PSD estão a caminhar para uma diluição consciente, legítima. <b>Existe um governo liderado por Durão Barroso com uma chefia partilhada entre Pedro Santana Lopes e Paulo Portas. É uma situação que a seu tempo se resolverá. Estou convencido de que Pedro Santana Lopes e Paulo Portas já falaram muito sobre o assunto e já decidiram há muito qual o destino a dar a Durão Barroso quando ele deixar de ser útil.</b>
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Política
EXPRESSO
Banco Espírito Santo Corta Publicidade ao grupo Impresa Acho que vou passar a comprar dez exemplares do Expresso, por semana.Já é a segunda vez que me apercebo de atitudes destas do Expresso. Os meus parabéns por ainda haver quem tenha coluna vertebral! É que sei de outros jornais que não colocam determinadas notícias porque podem perder patrocínios.Parabéns, Dr. Balsemão!(Texto completo em anexo)Banco Espírito Santo Corta Publicidade Por JOÃO MANUEL ROCHA E PAULO MIGUEL MADEIRASábado, 26 de Junho de 2004 ao grupo Impresa O Banco Espírito Santo (BES) cortou campanhas de publicidade ao conjunto de meios e títulos do grupo Impresa, que inclui o "Expresso", a revista "Visão" e a SIC. O corte de publicidade, cuja dimensão não foi possível precisar com rigor, representa um rombo de "largos milhares de euros" para o grupo. O motivo próximo para a decisão da entidade bancária foi o tratamento jornalístico dado pelo semanário ao processo de privatização da Galp, designadamente vários textos que se interrogavam sobre a qualidade da proposta do grupo norte-americano Carlyle. O que mais terá incomodado o presidente do banco, Ricardo Salgado, foi um comentário do editor de Economia, Jorge Fiel, intitulado "O amigo americano" e publicado no final de Abril. Nele, o jornalista questionava o patriotismo da participação do BES na candidatura do Carlyle à privatização da Galp, sugerindo que se estava a prestar aos interesses norte-americanos. Ricardo Salgado escreveu ao presidente da Impresa, Pinto Balsemão, queixando-se do texto e invocando um parecer jurídico em que se argumentava que expressões usadas pelo jornalista podiam ser ofensivas, deixando antever um possível recurso aos tribunais. Na resposta, também por escrito, Pinto Balsemão alegou que o texto em causa se tratava de matéria de opinião, logo vinculando apenas o seu autor. A reacção do "patrão" do grupo de "media" foi considerada por elementos do BES como agreste. E terá sido o próprio Ricardo Salgado a anunciar a Balsemão, por telefone, que ia cortar a publicidade a todo o grupo. Poucos dias depois, no final do mês de Maio, a Impresa foi informada da medida. O semanário continua a publicar na primeira página do seu caderno principal, por cima do logotipo, uma tarja do BES alusiva à selecção de futebol e, no caderno de Economia, um anúncio sobre fundos. Mas o grosso das suas campanhas desapareceu do semanário. E o jornal já terá tido indicações de que o anúncio de primeira página poderia ser retirado. Questionado pelo PÚBLICO, o director do jornal, José António Saraiva, disse, por correio electrónico, que as relações entre um anunciante do "Expresso" e o próprio jornal são "matéria confidencial". "O 'Expresso', como órgão de comunicação, tem uma relação aberta e disponível com todos os agentes da sociedade, sejam políticos, económicos, desportivos, ou outros. Manteremos esta atitude mesmo em relação àqueles que, episodicamente, possam sentir-se melindrados com matéria jornalística publicada por nós. Os anunciantes estão no seu direito de anunciar ou não no 'Expresso'. Mas isso não nos levará a modificar a relação com eles", acrescentou. As duas entidades mantinham um bom relacionamento. Há cerca de dois anos, quando o grupo de "media" passou por dificuldades financeiras, teve no BES um dos seus apoios. A instituição bancária disse ontem ao PÚBLICO, através do seu gabinete de comunicação, que "não comenta o seu investimento publicitário em cada um dos grupos de comunicação social". E acrescentou que "não se intromete na política editorial dos jornais. De nenhum jornal". Por seu lado, a Impresa destaca que "não consegue ver em que medida" esta retaliação comercial do BES afecta as suas contas. O caso que envolve o BES e o o "Expresso" não é inédito. Fonte do jornal afirmou ao PÚBLICO que, há mais de dois anos, quando diversos administradores do BCP abandonaram a entidade, o banco de Jardim Gonçalves considerou que estava a ser vítima de uma campanha e cortou igualmente a publicidade a publicações da Impresa durante alguns meses. A Carlyle foi entretanto afastada do processo de privatização da Galp. Mantêm-se na corrida o grupo Mello e a Petrocer - cujo núcleo é a Viacer, dos grupos Violas, Arsopi e BPI, que detém a cervejeira Unicer.
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MEMÓRIA VIRTUAL, DA VINCI, EU VOU MAS VOLTO, JANELA PARA O RIO
Parabéns ao Leonel Vicente, pelo primeiro aniversário do Memória Virtual. Que continue, principalmente agora que acabou com o outro blog que tinha, o excelente DA VINCI e vai integrar os seus conteúdos no "Memória".Um abraço também para o José Carlos Soares, que voltou a tempo de festejar o aniversário do blog... Eu Vou Mas VoltoE outro para o Nuno do Janela Para o Rio, que também fez anos!
segunda-feira, junho 28, 2004
NÃO, NÃO, NÃO E NÃO!
NÃO A SANTANA LOPES PRIMEIRO MINISTRO!NÃO, porque cada vez mais os eleitores votam em pessoas e não em partidos! Mudar o primeiro ministro é legal mas do ponto de vista substantivo não é a solução mais democrática. Até porque nas últimas legislativas os dois principais candidatos colocaram a questão como uma eleição entre os dois e não entre os seus partidos. NÃO, porque nas últimas europeias este governo foi fortemente castigado; por muito que custe a alguns, a grande maioria dos eleitores estava-se perfeitamente a marimbar para a europa e votou para castigar (ou defender) o governo.NÃO, porque o mandato de Santana Lopes em Lisboa tem sido desastroso. Eu próprio que votei nele, depois daquilo a que assisti e de tudo o que não foi feito (subscrevo o slogan do Bloco de Esquerda: "Santana dois anos a fazer que faz") NUNCA mais lhe darei um voto seja para o que for.NÃO, porque os nomes de que se fala para ministros desse hipotético governo mostram claramente que a base dele seria não a competência, mas o compadrio, o amiguismo e tudo o que vem atrás. Aliás, só falta mesmo aparecer o nome de Luís Delgado para ministro! A este propósito, recomendo a leitura do artigo do Nicolau Santos, no Expressoonline, nomeadamente o último parágrafo...
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OBRIGADO!
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TROVA DO VENTO QUE PASSA - MANUEL ALEGRE
Pergunto ao vento que passanotícias do meu paíse o vento cala a desgraçao vento nada me diz.Pergunto aos rios que levamtanto sonho à flor das águase os rios não me sossegamlevam sonhos deixam mágoas.Levam sonhos deixam mágoasai rios do meu paísminha pátria à flor das águaspara onde vais? Ninguém diz.Se o verde trevo desfolhaspede notícias e dizao trevo de quatro folhasque morro por meu país.Pergunto à gente que passapor que vai de olhos no chão.Silêncio -- é tudo o que temquem vive na servidão.Vi florir os verdes ramosdireitos e ao céu voltados.E a quem gosta de ter amosvi sempre os ombros curvados.E o vento não me diz nadaninguém diz nada de novo.Vi minha pátria pregadanos braços em cruz do povo.Vi minha pátria na margemdos rios que vão pró marcomo quem ama a viagemmas tem sempre de ficar.Vi navios a partir(minha pátria à flor das águas)vi minha pátria florir(verdes folhas verdes mágoas).Há quem te queira ignoradae fale pátria em teu nome.Eu vi-te crucificadanos braços negros da fome.E o vento não me diz nadasó o silêncio persiste.Vi minha pátria paradaà beira de um rio triste.Ninguém diz nada de novose notícias vou pedindonas mãos vazias do povovi minha pátria florindo.E a noite cresce por dentrodos homens do meu país.Peço notícias ao ventoe o vento nada me diz.Quatro folhas tem o trevoliberdade quatro sílabas.Não sabem ler é verdadeaqueles pra quem eu escrevo.Mas há sempre uma candeiadentro da própria desgraçahá sempre alguém que semeiacanções no vento que passa.Mesmo na noite mais tristeem tempo de sevidãohá sempre alguém que resistehá sempre alguém que diz não.Manuel Alegre
OBRIGADO!
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OBRIGADO!
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É O QUE ACONTECE - MÁRIO HENRIQUE LEIRIA
(via: Almocreve das Petas)[É o que acontece]"Uma nêsperaestava na camadeitadamuito caladaa vero que aconteciachegou a Velhae disseolha uma nêsperae zás comeu-aé o que aconteceàs nêsperasque ficam deitadascaladasa esperaro que acontece" [Mário Henrique Leiria]
CRISE POLÍTICA EM CURSO
Crise Política em Curso, Blog agregador de entradas sobre a situação política em Portugal.
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domingo, junho 27, 2004
COMPADRIO & CORRUPÇÃO, S.A.
Força! O caminho está livre.
Em breve teremos o continente igualzinho à Madeira! Se o entusiasmo de Alberto João Jardim já era muito mau sinal, alguns dos nomes de que se fala para ministros são verdadeiramente incríveis, só próprios de uma república das bananas, onde vale tudo, mas mesmo tudo!
Em breve teremos o continente igualzinho à Madeira! Se o entusiasmo de Alberto João Jardim já era muito mau sinal, alguns dos nomes de que se fala para ministros são verdadeiramente incríveis, só próprios de uma república das bananas, onde vale tudo, mas mesmo tudo!
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sexta-feira, junho 25, 2004
DIREITA/ESQUERDA - TORQUATO DA LUZ
À direita a cabeça, o coração à esquerda,sina difícil que me coube em sorte.Inútil é, porém, forçar a estrela:serei assim até à morte.Por entre enganos, glórias e derrotas,fura-vidas na luta do destino,abro, para as fechar, todas as portasque me aparecem no caminho.Mas sei, de ciência certa,quanto, podendo dar-me, não me dei:a consciência despertadiz-me onde, errando, não errei.Torquato da Luz
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