segunda-feira, janeiro 31, 2005
UHUH!!! LOPES, ESTOU AQUIIII.....
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Fotos
E A POLIGAMIA?
Não deveria também ser legalizada?
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sociedade
domingo, janeiro 30, 2005
LEMBRANÇA AOS DRS SANTANA LOPES E LUÍS FILIPE MENESES
No sítio onde foram buscar as perguntas que fizeram este fim de semana, há mais:É por isso que perguntamos aos nossos adversários</>
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Política
sexta-feira, janeiro 28, 2005
JORGE FERREIRA - O CANDIDATO DA RUPTURA
Uma excelente entrevista do Jorge Ferreira ao Diário de Aveiro, transcrita no Democracia Liberal (vale a pena lerem na íntegra):
Qual é a mensagem que vai transmitir em campanha?A primeira é a de que o sistema político português está esgotado, é uma mentira e é preciso mudá-lo. A mudança passa essencialmente pelo presidencialismo, em segundo lugar pela redução para metade, da quantidade de cargos políticos - que não se justificam em função da dimensão, da situação económica e das necessidades. As pessoas ainda não se deram conta que hoje só votam para quem manda menos, não votam para quem manda mais. Votam para a Assembleia da República que, quando existem maiorias, é um órgão de soberania que praticamente se limita a discutir a agenda do Governo, por força da maioria que existe no Parlamento. Votam para o Presidente da República que, tirando casos excepcionais, como aquele que estamos a viver, não manda nada.Portugal precisa de ter quem mande porque a sensação que as pessoas têm é que apesar de sermos um país não muito grande, não com muita gente, é um país que vive em bagunça permanente. Apesar de tudo, quem manda mais é quem não vai a votos, que é o Governo. Isto não faz sentido.Isso não é uma luta perdida?Não há lutas perdidas. O que hoje parece perdido, amanhã é ganho, aquilo que hoje parece ganho amanhã é perdido. Há para aí muitos fanfarrões a dizer que são muito bons e depois vai-se a ver e os resultados não condizem. Há para aí muitas pessoas a quem não é reconhecido o valor respectivo e depois são surpresas.Já esteve, assim como o presidente do PND , nesse sistema...Por isso mesmo é que temos alguma autoridade para falar dele. Não é um sistema bom para o país, não funciona. As pessoas hoje percebem cada vez melhor que o sistema político português parece um baile de máscaras porque são chamadas a decidir onde menos interessa. Onde efectivamente interessa as pessoas não são tidas nem achadas. Nos últimos meses, o país teve uma maioria parlamentar que, antes das eleições, não se sabia que ia existir, um primeiro-Ministro que nunca fez uma campanha eleitoral tendo em vista o cargo que veio a ocupar, e eu pergunto: isto é democrático? Não ponho em causa a legitimidade constitucional destas soluções, mas, do ponto de vista democrático e da representação das pessoas, isto é normal?
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Política
TOU QUE NEM POSSO!!!
Excelente esta entrada no Tou que nem posso !!!:Ele lá sabeSantana diz que "está montada mega-fraude" em torno das sondagensUma dica: Santana Lopes já esteve à frente de um centro de sondagens.Um esclarecimento: Paulo Portas e Santana Lopes são especialistas em sondagens. O primeiro fundou uma empresa para as fazer na Universidade Moderna e o segundo sucedeu-lhe à frente do centro de Sondagens da mesma Universidade.Uma conclusão: FALA A EXPERIÊNCIA por Francisco Martins</a>
TUGIR
PARQUE DAS NAÇÕES
quinta-feira, janeiro 27, 2005
TRADIÇÃO E REVOLUÇÃO
É lançada na sexta-feira mais uma obra imprescindível para os estudiosos da ciência política em Portugal, da autoria de José Adelino Maltez.
CONVITEA editora Tribuna da História tem o prazer de convidar V. Exa. para a cerimónia do lançamento do livro "Tradição e Revolução - Uma biografia do Portugal Político do século XIX ao XXI, Volume I (1820-1910)", da Colecção Filosofia e Ciências Sociais, da autoria do Prof. Dr. José Adelino Maltez, que terá lugar no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 18h 30m no Galeria Fernando Pessoa do Centro Nacional de Cultura, no Largo do Picadeiro n.º 10-1.º, ao Chiado. A apresentação da obra e do autor será feita pelo Dr. José Pacheco Pereira, docente do ISCTE e da Universidade Autónoma. E o espectacular resumo pelo autor:Um império que já não há, uma língua que é futuro, dois regicídios, outros tantos magnicídios, três guerras civis, campanhas de ocupação e guerras coloniais em África, uma permanente guerra civil ideológica, três bandeiras, uma guerra mundial, seis constituições escritas, sete presidentes eleitos pelo povo, oito monarcas, a separação de nove Estados independentes e, muito domesticamente, quinze regimes, com duas monarquias e três repúblicas, sem que voltasse D. Sebastião, apesar dos heróis do mar e do nobre povo. Mais: oitenta eleições gerais, cento e vinte e tal governos, 13 233 dias de salazarquia, duzentas turbulências golpistas, cinco revoluções, outras tantas contra-revoluções, com restaurações, nostalgias, utopias e reviralhices. Oito dezenas e meia de chefes de governo, cerca de meio milhar de partidos e facções, várias congregações e outras tantas maçonarias, muitas fragmentações de um todo que resiste, com mais de cinco mil factos políticos seleccionados. E sempre a frustrada modernização de um Portugal Velho que quis ser reino unido e armilar, entre antigos regimes e jovens democracias. Graças à balança da Europa: desde El-rei Junot ao estado a que chegámos, com passagem por Évora-Monte, Gramido, Ultimatum, Grande Guerra, neutralidade colaborante, Vaticano, CIA, KGB e integração na CEE. Sobretudo, um povo sem rei nem lei e até sem sinais de nevoeiro.
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RUA DA JUDIARIA
É sem dúvida um dos melhores blogs portugueses, escrito pelo Nuno Guerreiro.E num dia como o de hoje, recomenda-se a visita:Rua da Judiaria60 anos da Libertação de Auschwitz
Wolloch Haggadah em Memória do Holocausto *Ilustrador: David WanderCaligrafia e Micrografia: Yonah WeinribHaifa, Galeria de Arte Goldman, 1988Em cada geração temos a obrigação de considerar como se nós próprios, pessoalmente, tivéssemos saímos do Egipto.* A Haggadah é um livro litúrgico judaico que se lê em família durante o jantar ritual de Seder, da Páscoa, contendo o relato da libertação dos judeus, liderados por Moisés, da escravidão no Egipto.
NÃO AOS SUBSÍDIOS ÀS EMPRESAS - SIM À DIMINUIÇÃO DE IMPOSTOS
Mais uma vez se prova que a maioria dos subsídios às empresas só servem para enriquecer os seus donos - o impacto positivo para a economia nacional ou para os trabalhadores é nulo!Por isso, é urgente acabar com esses subsídios e canalizar esse dinheiro para descidas dos impostos, quer a nível de IRC quer de IRS.Chamo a vossa atenção em especial para as declarações do "empresário" espertinho, depois de ter embolsado alguns milhares dos impostos que pagamos...E com um governo que gastou 250 milhões de euros em consultadoria e pareceres é no mínimo estranho que não tenha sido acautelada a hipótese de devolução do dinheiro num caso como o que ocorreu.Notícia da revista Sábado da semana passada:Laboratório vendido após receber 4 milhões do GovernoSete meses depois de Durão ter entregue o dinheiro para constituição de uma "parceria estratégica", o empresário negociou a empresa com alemães.Menos de um ano após ter recebido do governo de Durão Barroso um subsídio de cerca de 4 milhões de euros para se constituir como "parceiro estratégico" na área da indústria farmacêutica, o laboratório Labesfal acaba de ser vendido por uma soma superior a 100 milhões de euros a uma multinacional alemã, a Fresenius Kabi.Esta venda está a agitar o mercado farmacêutico, uma vez que os argumentos invocados pelo governo na resolução do Conselho de Ministros que aprova o contrato de investimento celebrado entre o Estado português e a Labesfal passam, em boa parte, pelo facto de se tratar de uma empresa nacional e pelo reforço do seu peso e capacidade de investigação na área farmacológica.Ao acordo celebrado com a empresa foi dada tal importância que o próprio Presidente da República, Jorge Sampaio, marcou presença, em Julho de 2004, na inauguração das novas instalações da instituição, situadas em Tondela.Contactado pela SÁBADO, Joaquim Coimbra não considera que este negócio levante questões de carácter ético na sua relação com os dinheiros do Estado. "Porque é que hei-de ser criticado? O que aconteceu foi que eu fiz os dois melhores negócios do ano na indústria farmacêutica", sublinha.O empresário não atribui especial importância ao facto de, somente meio ano depois de ter recebido o dinheiro estatal, acabar por vender a empresa de que era dono há dezenas de anos. (.......)
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250 MILHÕES DE EUROS EM PARECERES PARA O GOVERNO ?!?!?!?!?!?
Como é possível ter gastos destes?Cerca de 50 milhões de contos gastos pelo Governo em pareceres e consultadoria no ano de 2003!Assim, não espanta que o défice não baixe!in: PúblicoTribunal de Contas Investiga Gastos dos Gabinetes Ministeriais Quarta-feira, 26 de Janeiro de 2005 Auditoria vai atravessar vários governos e incluirá o apuramento do dinheiro gasto com pareceres e estudos técnicosEduardo DâmasoO Tribunal de Contas (TC) está a preparar uma acção de fiscalização das despesas dos gabinetes ministeriais com grande amplitude. A iniciativa está já em curso e deverá ser concluída no final deste ano. Esta informação foi adiantada ao PÚBLICO pelo gabinete do presidente do Tribunal de Contas, Alfredo de Sousa, através de uma nota escrita em que sublinha o facto de esta matéria, despesas feitas com a contratação de pessoal e aquisição de bens e serviços, constituir "uma das preocupações actuais do Tribunal de Contas". Esta auditoria está incluída no Programa de Fiscalização do Tribunal de Contas para o triénio de 2005/2007 e encontra-se em fase de preparação. A investigação, ainda segundo o Presidente do TC, Alfredo de Sousa, vai abranger mais do que um Governo e visa, numa primeira fase, identificar as despesas com o apoio logístico aos gabinetes ministeriais em matéria de pessoal, aquisição de bens e equipamentos. Esta auditoria comportará, por exemplo, o apuramento do dinheiro gasto pelo Estado em pareceres técnicos e consultadoria, área em que só no ano de 2003 o Estado terá gasto cerca de 250 milhões de euros. A propósito desta questão, o líder parlamentar do PS, António José Seguro, entregou, na passada sexta-feira, um requerimento ao Presidente da Assembleia da República, Mota Amaral, no qual questiona o Governo sobre os 250 milhões de euros gastos pelo Estado em pareceres e em estudos económicos durante o ano de 2003. Seguro pretende que o Governo divulgue o montante total exacto pago pelo Estado por pareceres e estudos entre 2003 e 2004, mas pretende também conhecer a lista discriminada dos vários pareceres e estudos requesitados. Neste sentido, o líder parlamentar dos socialistas pede ao Governo, no mesmo requerimento, que revele que pareceres e estudos foram encomendados, quais as razões que levaram à sua encomenda e quem os encomendou. António José Seguro quer ainda saber quais foram os "escritórios, especialistas, empresas ou agências" que elaboraram os pareceres em questão e qual a verba paga por cada um deles em particular. com A.R.F.
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quarta-feira, janeiro 26, 2005
PND QUER QUE PGR FISCALIZE COMPRAS DE PORTAS
Começa a apertar-se o cerco!Via: PúblicoO cabeça de lista da Nova Democracia - PND em Aveiro, Jorge Ferreira, enviou uma carta ao procurador-geral da República, pedindo que o conselho consultivo analise os vários contratos de aquisição de equipamentos para as Forças Armadas nos últimos anos, alertando para a possibilidade de o Estado ter sido lesado na compra, pelo actual ministro da Defesa, Paulo Portas, de 12 helicópteros ao consórcio Agusta-Westland.A carta refere que o presidente da comissão de acompanhamento do contrato de aquisição dos aparelhos, general Luís Araújo, reconheceu que o modelo em causa "tem fracturas num dos componentes do sistema de suporte das pás do rotor da cauda" e que "o defeito terá sido detectado em Outubro de 2004".Trata-se de um contrato no valor de 450 milhões de euros."O interesse do Estado e da legalidade está devidamente acautelado quanto à reparação dos prejuízos que para o Estado português advirão destas anomalias?" pergunta Jorge Ferreira, questionando se o contrato foi objecto de assessoria por parte dos serviços da PGR.O apelo a Souto Moura é no sentido de que "desencadeie os mecanismos legais necessários à análise por parte do conselho consultivo da Procuradoria-Geral da República, de todos os contratos relativos à aquisição de material e de equipamento militar para as Forças Armadas desde 1995, relativamente à sua legalidade" para saber se "os interesses do estado têm sido devidamente acautelados".H.P.
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Política
MOÇAMBIQUE - EXTRADIÇÃO DE UM DOS ASSASSINOS DE CARLOS CARDOSO
via: Reporters Sans FrontièresExtradição sob estreita vigilância de um dos assassinos de Carlos Cardoso Repórteres sem Fronteiras acolhe com satisfacção a extradição do Canadá para Moçambique, no dia 21 de Janeiro 2005, de Aníbal António dos Santos Júnior, mais conhecido por « Anibalzinho », um dos assassinos do jornalista Carlos Cardoso. Anibalzinho, foragido do estabelecimento prisional de máxima segurança de Maputo em Maio de 2004, tinha sido detido pela Interpol alguns dias após a sua chegada ao Aeroporto Internacional de Toronto, onde tinha pedido o estatuto de refugiado. O criminoso já tinha desaparecido da mesma prisão, em Setembro de 2002, antes de ser capturado em Pretória, na África do Sul, em Janeiro de 2003, no mesmo dia em que foi condenado a uma pena de 28 anos pelo assassínio do Director do diário Metical. « A volta de Anibalzinho a um estabelecimento prisional de Moçambique é uma boa notícia », afirmou Repórteres sem Fronteiras. As suas duas fugas, que ocorreram em virtude de ter comparsas na Polícia, comprovaram que um ou vários cabecilhas do assassínio de Carlos Cardoso continuavam em liberdade. Portanto, o novo processo judicial já anunciado deverá esclarecer definitivamente o crime, que ainda não foi devidamente elucidado. Na noite de 22 de Janeiro, cerca de trinta polícias foram mobilizados no quartel-general da Polícia de Maputo para assegurarem a protecção do assassino mais conhecido de Moçambique. Segundo o Instituto de Meios de Comunicação de Massa da África Austral (MISA), Anibalzinho está detido sem direito a visitas numa célula especial, sob estreita vigilância. A sua extradição tornou-se possível porque Anibalzinho renunciou ao pedido de asilo político no Canadá, depois de o Tribunal Supremo de Moçambique ter decidido que qualquer pessoa condenada por contumácia a uma pena de mais de dois anos de prisão podia ter direito a um novo processo judicial. As autoridades canadianas autorizaram a sua extradição em 14 de Dezembro e o foragido foi repatriado para Maputo em vôo civil aos 21 de Janeiro, via Londres, depois Joanesburgo, escoltado pela Polícia sul-africana. Segundo o semanário privado Mediafax, desde a sua chegada a Maputo, Anibalzinho recusou alimentação e exigiu encontrar o mais rapidamente possível o Comandante-geral da Polícia, Miguel dos Santos. Teria ameaçado suicidar-se se os seus pedidos não fossem aceitos. Na noite de 22 de Janeiro, teria conversado demoradamente com dois oficiais da Polícia. Carlos Cardoso, Director do diário Metical, foi assassinado, em 22 de Novembro de 2000, na Avenida Mártires de Machava, em Maputo. Estava no carro com o motorista, quando dois homens lhe cortaram o caminho e dispararam as armas. Carlos Cardoso, atingido por vários tiros na cabeça, teve morte instantânea. O motorista ficou gravemente ferido. Naquela época, o jornalista estava a fazer investigações sobre o maior escândalo financeiro do país desde a sua independência : o desvio de uma soma equivalente a 14 milhões de euros do Banco Comercial de Moçambique (BCM). Tinha nomeadamente citado nos seus artigos os nomes dos irmãos Satar e de Vicente Ramaya, três homens de negócios muito influentes. Durante o processo dos cinco principais acusados, em Janeiro de 2003, dois deles tinham incriminado o filho do Chefe de Estado, Nyimpine Chissano, acusando-o de ser o cabecilha da execução de Carlos Cardoso. Em fins de Dezembro de 2002, o Procurador Geral da República, Joaquim Madeira, tinha anunciado que novas investigações estavam a ser feitas para se determinar a eventual responsabilidade de Nyimpine Chissano no caso.
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PAIRA À TONA DE ÁGUA - FERNANDO PESSOA
Paira à tona de águaUma vibração,Há uma vaga mágoaNo meu coração.Não é porque a brisaOu o que quer que sejaFaça esta indecisaVibração que adeja,Nem é porque eu sintaUma dor qualquer.Minha alma é indistintaNão sabe o que quer.É uma dor serena,Sofre porque vê.Tenho tanta pena!Soubesse eu de quê!...Fernando Pessoa
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Poesia
terça-feira, janeiro 25, 2005
ALEGRIA NO TRABALHO
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